sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Decifra$

de 2/9/2018 a 8/9/2018

"Gostaria de receber sua opinião sobre Alckmin, detalhadamente como o fez sobre Bolsonaro (Decifra$ - 4/9/18 - clique aqui)."

William Schreck - 4/9/2018

"Ótima análise (Decifra$ - 4/9/18 - clique aqui). O autor foi bastante objetivo ao demonstrar a inviabilidade do candidato, se eleito para um cargo de alta complexidade como a presidência do país."

Alberto Morelli - 4/9/2018

"'Por fim, quem vota em Jair Bolsonaro não pensa no futuro como perspectiva (Decifra$ - 4/9/18 - clique aqui). O eleitor está preso ao passado de transtornos criados pela classe política e ao presente que demonstra que as opções de mudança pela via democrática são escassas ('os candidatos são ruins, sobretudo fracos'). Como se sabe, a política tem de ser depositária de planos e projetos. Em palavras outras, a política tem de estar calcada em esperança. Nesse caso, a escassez é evidente. Votar em Bolsonaro significa negar a liberdade como princípio e aceitar que a soberania do futuro presidente virá da destruição da política. A crença do eleitor pode aceitar essa premissa absurda. Estamos no fundo do poço'. Bem colocado e livre de vieses. Isto por quê, 'Nesse caso, a escassez é evidente'. Resta-nos acompanhar o desfecho escolhido pelo povo! Quem quer que seja, que seja para o bem de todos!"

Obadia Azulay - 4/9/2018

"Só gostaria de saber se os outros ex-presidentes tinham seus pensamentos próprios ou se eles também não "tercerizaram"(Decifra$ - 4/9/18 - clique aqui)? Será que questionaram Lula, Dilma e tantos outros? Falam sobre a moralidade, mas o que é o Brasil hoje? Será que esse povo tem alguma moral pra querer cobrar moral de alguém? Falam sobre homofobia, racismo, machismo, e opiniões? Não tenho direito de expor, ou discordar? Em um país onde se faz pesquisa com um preso condenado e que nem se quer poderia cogitar sua candidatura, que país é esse e que tipo de artigo é esse? Ou será que apenas o presidente é que será o responsável pela mudança de um país? Que tal começar com cada um de nós?"

Marcelo Cavalcante - 5/9/2018

"Pergunta: em quem você votaria em 2018 (Decifra$ - 4/9/18 - clique aqui)?"

Frederic August Arend - 6/9/2018

"De tudo que tem dito a crítica do nobre jurista há um pouco de verdade (Decifra$ - 4/9/18 - clique aqui). A questão é: qual a saída? Quais as opções? Opções estas não no sentido de representante, digo no sentido de instrumento pelo qual possamos alcançar um resultado positivo sem ter que aceitar esta triste realidade. Temos que admitir por exemplo, que os atores da política no modelo constitucional em que estamos lastreados nao faz jus ao objetivos a que foram criados tanto os partidos como a forma de governo. A corrupção, a impunidade e a injustiça cavalga nas asas da legislação. A sociedade brasileira, aceitemos ou nao, abriu mão de suas liberdades subjetivas para ter na legislação, pela Constituição e as leis, asseguradas a sua liberdade, segurança, acesso aos serviços públicos essenciais tudo certo isso e mais um pouco, de forma objetiva. Todavia, o que se vê, é um legislativo ilegítimo, incapaz de legislar justa e bondosamente por aqueles que os elegeram, haja vista estarem metidos na corrupção e ocuparem-se em buscar soluções para salvarem sua pele. Vimos ultimamente o Judiciário brasileiro equiparando a união estável entre um homem e uma mulher a união entre duas pessoas do mesmo sexo simplesmente por conta da relaçao de afinidade entre estes últimos, ignorando toda a história da civilização humana, quando poderiam apenas combater a violência de quem os ofende e agride. Fazem campanhas ideológicas incentivando nossas crianças a desenvolverem interesse sexual por pessoas do mesmo gênero. Posto estas míseras questões de um oceano de coisas horrendas te pergunto. Foi para isso que estudamos? Este deve ser o conceito de inteligência que deve nortear a sociedade, aceitar que é normal ser anormal e defender o que é indefensável? É para isso que os elegemos? Para criarem leis que somente benefficiam a própria classe? Os eleitores de Bolsonaro tem todos estes questionamentos em comum e sabem que poderão se frustrar inclusive por conta da interferência do próprio Legislativo. Contudo, sabem todos eles, que o caminho que estamos trilhando, nos moldes atuais cada vez deixa certo que a família tradicional está a ser paulatinamente desconstruída, que o Legislativo está a seu próprio serviço, que a impunidade voa nas asas da legislação, e especialmente o pior de todos, que a coletividade não tem mais espaço num país onde a regra é defender a individualidade, do caso concreto. Por tudo isso, o eleitor de Bolsonaro, que inclusive é a maioria, diz aceitar que a liberdade somente será efetiva por outra via."

Jonas Feitosa - 6/9/2018

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