quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

ABC do CDC

de 14/10/2018 a 20/10/2018

"De fato, Waters precisa capitalizar assim como Madona (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). Decerto também o faz quanto à causa palestina, porque somente sendo político poderia atuar, os civis precisam ficar quietos e silentes."

Ana Paula Zinllin - 18/10/2018

"Que texto mais triste (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). Sim, ele lucra como um capitalista, afinal, todo nós lucramos, pois vivemos em uma sociedade capitalista. Ser simpático ao socialismo/comunismo é uma coisa, voto de pobreza é outro bem diferente, é importante ressaltar que buscar Justiça social nada tem haver com ser socialista e/ou comunista, tem haver com ser humano, com ser cristão, onde esta o amai-vos uns aos outros? Ou é possível amar sem querer que esse individuo tenha acesso a necessidades básicas? Por fim, ressalto, que a luta do cantor, como alguém que acompanhou boa parte de sua carreira, nada tem haver com extinção de capitalismo, tem haver sim com liberdades individuais, contra o fascismo, já que o grandiosíssimo cantor perdeu seu pai na luta contra esse fascismo. Novamente, que texto mais triste."

Christian Camargo - 18/10/2018

"Com todas as vênias que merece o ilustre autor do artigo, mas as argumentações sobre o posicionamento político do músico Roger Waters demonstram seu desconhecimento sobre o tema (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). Desconhecimento esse que é generalizado no país, considerando que as próprias pessoas que pagaram até R$ 1.000,00 no ingresso, vaiaram o músico por seu posicionamento político que sempre foi público e notório. Roger é conhecido por diversos trabalhos humanitários para as minorias em todo o mundo, bem como pela defesa pública do antifascismo e antissemitismo. Em uma rápida pesquisa é possível detectar que o músico doa anualmente parte do seu cachê para a filantropia. É risível a tese de que o músico necessita de propaganda com seu posicionamento político. Apenas a título de informação, antes do evento ocorrido em São Paulo, a presente turnê vendeu 100 milhões de dólares em ingresso, um recorde mundial. A ocorrência demonstra o total desconhecimento do brasileiro acerca de suas escolhas. Continuamos torcendo para que o candidato eleito possa realmente transformar o Brasil para toda a coletividade, e não somente para um setor da sociedade que equivocadamente clama por Justiça."

Guilherme Coelho - 18/10/2018

"Com todo o respeito que devoto ao colega, ouso discordar da opinião manifestada (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). O senhor Roger Waters não é político, é músico, um grande músico. Da maneira como descrito no artigo, parece que ele só poderia discordar ou criticar o sistema capitalista se fosse político, ou se não vivesse em um (país capitalista), o que me parece uma incorreção. É aquela velha história de - Vai pra Cuba! Ora, o que parece é que temos que aceitar o sistema capitalista com todas as suas notórias mazelas, sem questioná-los simplesmente porque se trata do sistema 'vencedor'. Acho que o sr. Roger Waters pode vender seus shows pelo preço que quiser, quem não gostar, não compre e não vá. Isso, sim, é a liberdade prevista no sistema democrático. Ele pode direcionar o dinheiro que lucra a entidades de ajuda humanitária, patrocinar causas e eventos que entenda justas, enfim. Sim, ele obteve bastante propaganda para sua turnê. Entretanto, não me parece que esse era o fim em si mesmo, ou seja, que ele não passa de um oportunista. Não é isso que toda a sua obra nos diz."

Mariana Schiavom - 18/10/2018

"Partindo de outro ponto de vista temos de admitir que, quando se manifesta, Roger Waters faz muito mais pela causa do que faria se fosse, por exemplo, Primeiro Ministro da Inglaterra (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui)."

Karlin Olbertz - 18/10/2018

"Outro ponto: a causa do Roger Waters não é propriamente a do socialismo, mas a da crítica a toda espécie de totalitarismo (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). E um ponto ao final: já faz algumas décadas que Roger Waters não precisa mais de marketing."

Karlin Olbertz - 18/10/2018

"O professor indica que o Roger Waters resolveu 'lucrar' com a polêmica no Brasil (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). Ora, é notório que o Roger Waters sempre tratou de política em todos os países, estando isso longe de ser exclusividade da turnê aqui. Aliás, inusitada foi a reação desmedida e desrespeitosa em São Paulo. Nos EUA e até mesmo na Rússia, não houve nem 1/3 das vaias vergonhosas do público paulista. Sobre os 'lucros' da turnê, o músico abriu mão de um patrocínio de quatro milhões de dólares de empresas que condicionaram o seu apoio à retirada das críticas a Israel. O músico foi coerente com as suas ideias e dispensou o patrocínio. O seu avô morreu na primeira Guerra Mundial e o seu pai morreu na Segunda Guerra Mundial. A temática política sempre esteve presente em seus trabalhos desde os anos 70, não há qualquer novidade na apresentação desse tema no Brasil. Ele sempre cobrou o posicionamento político dos artistas, vide a polêmica em 2014 com o Caetano Veloso quando fez um show em Israel, para ficar só nesse exemplo."

Rafael Gillian - 18/10/2018

"Duas coisas: 1- Concordo que a exposição obtida foi muitas vezes maior com a questão política envolvida no espetáculo (ABC do CDC - 18/10/18 - clique aqui). 2- Discordo que Roger Waters se apresente como simpático ao comunismo/socialismo. É uma afirmação tão rasa e desprovida de lógica que surpreendeu. Tipica de defensores da extrema direita que acham que qualquer crítica ao capitalismo deve receber a pecha de 'esquerdista/comunista/socialista caviar'. O autor só ganhou espaço para tal pela sua representatividade no meio jurídico pois de política e economia nao demonstrou nada além do que se percebe em churrascos familiares ou conversas despretenciosas entre amigos num bar."

Leonardo Tomé Lopes - 18/10/2018

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