terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Editorial Migalhas - Eleições

de 21/10/2018 a 27/10/2018

"Comentários para serem isentos devem analisar as falas de todos os que poderiam chegar à presidência da República e o oponente daquele que o migalheiro trata no artigo propôs 'varrer do mapa' seus inimigos (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Se isso é uma qualidade democrática estamos no bom caminho para a guerra entre irmãos!"

Luiz Antônio Rodrigues - 23/10/2018

"Parabéns pelo texto (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe)! Serenidade e equilíbrio sempre! É o que nos falta em momentos como este e que nos faz tão bem!"

Jussara Ferreira da Silva - 23/10/2018

"Editorial covarde, cheio de reticências e conclamações inúteis (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Não há como harmonizar 'Boçalnato' com democracia. Todos os cidadãos com um mínimo de capacidade reflexiva tem o dever de a ele se opor. E não se tratam os arroubos do infeliz de mera retórica demagógica, para ganhar simpatia das massas ignaras. Ele é o que é há muitos anos, tem péssimas intenções e nenhum preparo político. E seu vice, ex-general Mourão, o mesmo, apesar da mais uma vez covarde avaliação de vocês, que tiveram a coragem de cotejá-lo enquanto 'homem preparado'. Tomem vergonha, se coloquem ao lado da democracia, pois sem ela não há Direito, e não haverá Migalhas."

Marcos Augusto Almeida Nunes - 23/10/2018

"Editorial inoportuno (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe)! O povo brasileiro saberá escolher o futuro presidente independente de editoriais parciais!"

José Mafra - 23/10/2018

"A propaganda eleitoral da empresa é hipócrita ao não mencionar as aberrações jurídicas que assistimos diariamente (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Bem como não citar a repulsa ao partido comunista que tenta implantar sua ideologia. Lamentável. Não utilizo esta plataforma de trabalho porque estou estudando fora do Brasil este ano, mas retornando não a utilizarei, definitivamente! Fora podridão Petista do nosso Brasil. Esta mensagem será compartilhada com os colegas advogados e trato de bloquear o Migalhas em meu correio eletrônico. Tentativa política patética."

Fabiana Cancella - 23/10/2018

"Com todo respeito, mas o povo conservador, ordeiro, de bem, jamais, em tempo algum, esquecerá os atos de ignomínia, mentira e covardia que a esquerda praticou e pratica no país. Jamais esqueceremos (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Covardes, corruptos e mentirosos! Não adianta amaciar, vamos arruinar a esquerda, defenestrá-la, perseguí-la, até não sobrar resquício desta ideologia maldita, que impõe ao país interesses e ideários espúrios e subalternos à verdade, deletérios mesmo ao bem comum. Isso será feito no plano das ideias, em ambiente sempre republicano e democrático, mas faremos e combateremos o bom combate. E nada vai nos demover deste ideal, até o fim."

Fernando Benevides - 23/10/2018

"Em relação ao Editorial, se a intenção era espalhar uma mensagem de conciliação, não foi muito feliz (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Atribuir ao Judiciário a culpa por ter (corretamente na minha ótica) combatido fortemente a corrupção é equivocado, seja porque o Judiciário fez o seu trabalho, de forma eficaz, seja porque é fazer pouco da inteligência do povo, que não teria como decidir sobre as opções propostas, ou seja por abrandar a nefasta administração que instalou a corrupção como forma de governo. O Judiciário é um dos menores problemas deste país, Sr. Editor."

Eduardo Tavares dos Reis - 23/10/2018

"Qual a reação de vocês quando se ouve do outro candidato que Bolsonaro é o anticristo, "Ele é anti ser humano. É tudo que precisa ser varrido da face da terra" (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe)? Nenhuma. O Editorial de hoje, como boa parte dos artigos que tratam do cenário político, publicados pelo Migalhas nesses últimos tempos, vêm sofrendo da devida falta de isenção e não representam a nossa classe. Temo que o Migalhas tenha se tornado como a velha imprensa. Friso que essa opinião não é só minha e sim da boa parte de seus eleitores, basta conferir os comentários nas próprias matérias, no Facebook. Vocês estão perdendo a credibilidade, infelizmente."

Silvia Szakács - 23/10/2018

"Como pode o Migalhas afirmar que 'todos que ingressam na vida política fazem-no com os mais elevados propósitos' (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe)? Quem fez essa afirmação absurda? Só pode estar bêbado ou é um dos 'fanáticos lulopetistas' que viscejam no Brasil. Outra afirmação igualmente inaceitável; 'quando Judiciário e parquet, com ajuda da imprensa fácil, passam a fazer do combate à corrupção uma guerra sectária'. Não foi e não é guerra sectária, o Poder Judiciário, ajudado pelo parquet, pela PF e pelo MP, apenas e tão somente cumpriram sua obrigação legal. O sectarismo é o que Migalhas pratica, sabemos nós com que interesse!"

José Fernandes da Silva - 23/10/2018

"O momento é difícil e a escolha que nos é dada trafica (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Por isso, a contra gosto, dia 28 serei obrigado a cravar "99 confirma"!"

José Fernando Azevedo Minhoto - 23/10/2018

"Lamento os termos desse editorial (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Na minha já longa vivência da política nacional, sempre como simples cidadão, não me recordo de ter visto um pleito em níveis tão baixos e acho que as bobagens que vem sendo ditas por todos os lados já enchem um Festival de Besteiras tamanho que não há necessidade do concurso de Migalhas, que, até agora, vinha mantendo um nível razoavelmente elevado de comunicação (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). Juízo, por favor!"

Eduardo W. de V. Barros - 23/10/2018

"O consenso jurídico e o consenso político estão longe de ter afinidades (Migalhas 4.467 - 23/10/18 - "Editorial" - compartilhe). O movimento eleitoral para presidência da república, antes de tudo, é um ato de democracia, garantida pelo direito e aproveitado pelos políticos. A isenção é única conduta que o editorialista deve manter para lavrar sobre qualquer tema, especialmente o político. Ora, são dois candidatos, postados na direção do eleitorado o qual tem a propriedade única de escolher o que julgar melhor. Difícil fica, fuzilar um candidato, citando seu nome e omitir o do outro candidato, que passa ileso pela ponto escolhido do editorialista. E mais.  Ninguém pode negar que certos grupos de comunicação tem grande interesse nestas eleições, podendo até ter preferências. A história política administrativa dos últimos 16 anos mostra claramente quem colocou o Brasil no atual quadro. Então, caro editorialista, com todo o respeito que tenho pelos colegas, vamos dar nome aos bois. Cada um conforme a cangalha que carrega. Afinal, cada candidato criou uma trajetória dentro de um pensamento, de uma plataforma ou um alento de esperança. Se é bom falar do que é para um, seria interessante fazer o mesmo em relação ao outro. Democracia é igualdade de direitos. Especialmente na hora de votar."

Cezar Romero - 24/10/2018

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