quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Política

de 20/8/2006 a 26/8/2006

"A notícia divulgada por um grande jornal paulista informa que alguns parlamentares tiveram aumentos patrimoniais superiores a 400%. Chego a conclusão que relmente 'O pior cego é o que não quer ver', porque no início da minha vida profissional, trabalhei emprestado à Receita Federal de 1969 a 1971 e conheço boa parte das ferramentas para o acompanhamento do ativo e passivo dos contribuintes, além dos dispositivos de informação de receitas e eventuais ônus. Assim sendo, não tenho dúvidas que ferramentas existem para uma análise adequada. Ou os parlamentares com essas qualificações são extremamente honestos ou a Receita Federal (Leia-se Ministério da Fazenda) está seguindo alguns exemplos conhecidos: 'Não sei de nada e não vi nada".

Osterno Antônio de Souza - 20/8/2006

"Meu prezado Osterno Antônio de Souza, parabéns pela migalha! Será que você é aquele brilhante jornalista da Rede Globo Nordeste dos anos 80? No que se refere ao objetivo principal da sua migalha, como auditor-fiscal aposentado da ex-Receita Federal do Brasil, acredito na segunda hipótese. E digo mais: não investigam também nem o patrimônio de mais de 1.000 auditores (da Receita e da Previdência) que têm bens superiores a R$ 10.000.000 (Dez milhões de reais). Como é que um sujeito que tem um salário líquido que não excede de R$ 9.000,00 por mês (em fim de carreira) pode justificar um patrimônio desses? Que saudades do Moacir Leão, ex-corregedor geral da Receita, que começou a cutucar nessa ferida, mas sofreu toda sorte de boicote e ameaças, e isso já no governo da ética petista. Coisas do Brasil, meu querido!"

Abílio Neto - 22/8/2006

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