quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Sérgio Moro

de 4/11/2018 a 10/11/2018

"Extraordinário juiz Federal professor dr. Ségio Moro (Migalhas 4.474 - 1/11/18 - "Moro ministro" - clique aqui)! Perdeu a Lava Jato a sua atuação na condução da moralidade pública no Brasil, entretanto, ganha o Brasil na sua futura atuação frente ao Ministério da Justiça, um homem probo. Parabéns."

Hélio Gottschall Abreu - 5/11/2018

"Quanto a Migalhas nº 4.475, item 'Ex-magistrado', na qual esse poderoso rotativo salienta que 'tendo aceito o convite de Bolsonaro, Sérgio Moro deveria, ato contínuo, ter pedido exoneração'. Não ousaria discordar dessa afirmação, se o recém-eleito presidente Jair Bolsonaro já tivesse sido diplomado e tomado posse do cargo, o que não ocorreu até o presente momento. Logo, exigir a imediata exoneração de um juiz Federal tão somente porque foi indicado para futuro ministério, s.m.j., não se mostra razoável."

Marcelo Baptstini Moleiro - 5/11/2018

"Por que a insistência em que o juiz Moro peça demissão (Migalhas 4.475 – 5/11/18 – "Ex-magistrado"). Acho que nessa redação ninguém paga suas contas com o salário que recebe. Como querem que o juiz pague suas contas enquanto não é nomeado, ele só pode ser nomeado a partir de 1º de janeiro, portanto quem vai pagar as contas de novembro e dezembro?"

Saul Simões Junior - 5/11/2018

"Ainda sobre o juiz Sérgio Moro, no Migalhas, item 'Não sou político', o responsável continua exagerando, com mão pesada (Migalhas 4.476 – 6/11/18 – "Não sou político"). Tem cabimento a referência (mal) comparativa do magistrado à 'moça na casa de tolerância, que se acha santa porque reza antes da refeição'? Francamente..."

Carlos Augusto Moreira Filho - 6/11/2018

"Migalhas está 'mordendo as orelhas' de raiva pelo fato do Sérgio Moro ter aceito o convite para o Ministério da Justiça. Nem ao menos atenta para o fato de que ele tem direito a gozar as férias conquistadas e que o novo cargo somente se concretiza quando da nomeação e da posse. Nunca ouviram falar em Direito Administrativo? Só conhecem o direito lulopetista (em que tudo se amolda ao próprio interesse)?"

José Fernandes da Silva - 6/11/2018

"Caros luminares de Migalhas pergunto-lhes: não lhes ocorreu a hipótese, improvável mas possível, de que o presidente ou mesmo o juiz Moro venha a falecer tendo este renunciado ao título de juiz (Migalhas 4.476 – 6/11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui)? Nesse caso, como ficariam as situações? Por que tanta pressa em se livrar do juiz? O que move Migalhas para acalentar tanto ódio ao juiz que fez e fará uma faxina necessária na nossa vida política e administrativa? Por que?"

José Fernandes da Silva - 6/11/2018

"Não estou entendendo a insistência em afirmar que Sérgio Moro deve pedir exoneração de imediato, haja vista que se ele realmente assumir o cargo, a posse só será em janeiro (Migalhas 4.476 – ./11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). Na minha opinião, não há nenhuma exigência legal para o mesmo pedir exoneração nesse momento."

Itamar Cota Pimentel - 6/11/2018

"Se ele pedir exoneração agora, ficará sem o 13º salário, adicional de 1/3 de férias e o tão falado auxílio-moradia da magistratura (Migalhas 4.476 – ./11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). Ademais, só vai ser empossado no MJ em janeiro e receber os vencimentos em fevereiro, daí que terá que 'queimar' algumas economias que deve ter até receber desejado 'cartão corporativo' sem limite dado a todo ministro de Estado, além do novo auxílio-moradia para residir em Brasília (ou irá viver em imóvel funcional?)."

José Fernando Azevedo Minhoto - 6/11/2018

"Não entendi o título da matéria (Migalhas 4.476 – ./11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). Ele seria obrigado a pedir exoneração antes de sair de férias?"

Kleyton Wellington dos Santos - 6/11/2018

"Migalhas costuma ser irritantemente parcial (Migalhas 4.476 – ./11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). Veja a matéria 'Incompatibilidade'. Moro ainda não assumiu cargo no governo. Saiu de férias, não está judicando. Migalhas na defesa do lulismo, até parece a Folha de S.Paulo. Tome tento, Migalhas!"

José Geraldo Braga da Rocha - 7/11/2018

"Salvo melhor juízo, ele não é ministro ainda, apenas foi indicado e vai tomar posse (Migalhas 4.476 – ./11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). Assim, entendo que ele poderá pedir exoneração, antes de sua posse, que não precisa ser hoje ou amanhã, mas que já esteja exonerado no ato de posse."

Joaquim de Antonio - 7/11/2018

"Me preocupa não é o magistrado ter aceito convite para integrar um futuro governo (Migalhas 4.476 – 6/11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). O que preocupa é a falta de ocupação com outras matérias mais significativas e merecedoras de atenção nacional. As férias é um direito de qualquer trabalhador. Querer comparar a conduta do respeitável magistrado com o que fez o ex-procurador da República é exercício de pressuposto ou futurologia."

Paulo Magalhães - 7/11/2018

"Dr. Moro vai à Brasília,
A decisão foi tomada;
No Palácio da Alvorada
E também lá no Congresso,
Se espera grande sucesso
No combate à roubalheira,
Já levantou polvadeira
E gritos de desacato,
Há quem já agarrou o mato
Berrando campo a fora;
Indiada que se apavora
Como num saco de gato!"

Mano Meira - 7/11/2018

"O duplo padrão moral imperando mais uma vez nas notas de Migalhas (Migalhas 4.476 – 6/11/18 – "Incompatibilidade" - clique aqui). Se ao menos o rigor ético fosse menos seletivo. Esse rotativo está cada dia menos crível. Que pena!"

Shirlei Cruz - 7/11/2018

"Sérgio Moro explicou os motivos que o levaram a decidir pelas férias ao invés da exoneração imediata. E ficou claro (para quem quis entender, não é o caso de Migalhas) que não se trata (só) dos vencimentos, mas da sua segurança e de sua família. A questão é, portanto, maior do que Migalhas tenta fazer parecer. A propósito, convenhamos. Nenhum dos exemplos citados na nota (seja o magistrado que anuncia aposentadoria, seja o caso Marcelo Miller) aplica-se à situação de Moro. Sugiro ao redator que, se quiser dar credibilidade à sua 'preocupação' com a imagem da classe, capriche mais na retórica e não subestime os leitores."

Shirlei Cruz - 8/11/2018

"Tenho certeza que o Migalhas vai sofrer bastante críticas, para não dizer insultos, por causa desse último vídeo, sobre o não pedido de exoneração do Moro. Eu, porém, parabenizo a equipe Migalhas por não fazer média com nenhuma autoridade ou partido político, preza pela verdade dos fatos. Avante, sem retrocessos! Parabéns Migalhas!"

Fernando Carvalho de Oliveira - 8/11/2018

"Críticas isentas são bem vindas realmente, Fernando Carvalho de Oliveira. O duplo padrão moral é que incomoda. Por exemplo: a) até agora não tivemos a oportunidade de conhecer a opinião de Migalhas sobre o aumento nos vencimentos dos ministros do STF que, a propósito, foi veladamente negociado com 'senadores-réus' na Lava-Jato; b) também não vimos nenhuma notinha a respeito da recente viagem para Nova York regada a luxo e mordomias realizada pelos ministros do STF e STJ, ao que consta, com dinheiro público; c) nunca li, nesse rotativo, comentário algum sobre as notícias que circulam a respeito do nosso notável 'ministro-empresário' que, segundo consta na imprensa, seria proprietário de um Instituto que recebe patrocínios milionários e ocultos de empresas, inclusive algumas listadas na Lava-Jato. E, de repente, Migalhas resolveu ficar exaustivamente preocupada com a suposta ranhura que Sérgio Moro vai causar na imagem do (já esfolado) Judiciário, ao adiar em dois meses seu pedido de exoneração. E isso porque o juiz se afastou imediatamente dos processos e explicou os motivos (legítimos, aliás) que o levaram a tomar tal decisão. Se Migalhas fosse um veículo que, historicamente, presta-se a denunciar privilégios, abusos e histórias mal contadas do Judiciário, vá lá... Mas não é esse o caso, muito ao contrário."

Shirlei Cruz - 9/11/2018

"Com todo respeito, peço que parem com a implicância com o juiz (Migalhas 4.479 - 9/11/18 - "O arrependimento lava a culpa" - clique aqui)! Ele fará o que achar que é direito dele!"

Marília Lindóia Rollo Duarte - 9/11/2018

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