quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Ministério da Justiça

de 11/11/2018 a 17/11/2018

"Sempre que um partido fala 'em defesa da democracia' é pró-ditadura da estrela vermelha ou foice&martelo (Migalhas quentes – 10/11/18 – clique aqui). A 'Associação Brasileira de Juristas pela Democracia' é um exemplo. É uma corja."

Jorge Hardt Filho - 11/11/2018

"Curioso, advogados que, da noite para o dia viram magistrados por nomeação sem ao menos uma quarentena (vide STF), não causam nenhum estranhamento da nobre classe, nem os sites por ela patrocinados (Migalhas 4.480 - 12/11/18 - "CNJ" - clique aqui). Ele não está judicando e explicou, na entrevista ao Fantástico, de maneira muito ponderável, porque ainda não se desligou da magistratura. Quero ver o que o CNJ vai fazer com ele. Aposentá-lo compulsoriamente ou colocá-lo em disponibilidade?"

José Fernando Azevedo Minhoto - 12/11/2018

"Ministro da Justiça nada tem a ver com atividade política que pressupõe filiação a partido político e candidatura a cargo eletivo para o Legislativo (Migalhas 4.480 - 12/11/18 - "CNJ" - clique aqui). Ministro da Justiça faz parte do Executivo! Simples assim! Boa parte da população brasileira gostaria de saber o que verdadeiramente está por trás desta perseguição que estão fazendo com o Sérgio Moro! Nem posse ela ainda tomou! As férias são direito adquirido! Deixa o homem combater a corrupção. Esta matéria do Migalhas, data venia, está cansando! Vamos virar o disco. A exoneração não precisa ser antecipada para antes do período da posse. O Moro não é tão bobo assim, trata-se de um homem honesto, corajoso e que não tem interesses que se ligam à corrupção. Além do mais, a Lava Jato gerou a delação do 'italiano' Palocci que demonstrou uma das faces mais podres que o Brasil, e talvez o mundo já teve, em termos de corrupção. Estamos preparados, o momento é dos contra a corrupção, contra os que, de qualquer forma tem algum interesse em que ela sobreviva. É o atual nós contra eles, ou o tiro que saiu pela culatra!"

Sergio Aranha da Silva Filho - 12/11/2018

"Fosse eu o dr. Sérgio Moro, aceitaria de bom grado, como punição, a aposentadoria compulsória, pena máxima administrativa a ser imposta a um magistrado (Migalhas 4.480 - 12/11/18 - "CNJ" - clique aqui). Ora, pois!"

Alexandre Barros - 12/11/2018

"Senhor ministro, com todo respeito, a aceitação somente se efetiva, oficialmente, quando houver posse, momento em que ele terá de ter pedido exoneração (Migalhas 4.480 - 12/11/18 - "CNJ" - clique aqui). Na situação atual, ele não perde os direitos adquiridos de férias vencidas e acumuladas em razão do seu trabalho. Até então é mero convite, isento de qualquer investigação ou mesmo sanção. Além do mais ele está em férias."

Honildo Amaral - 13/11/2018

"Estão pegando tanto no pé do Moro que até criaram a figura de ministro da fato! A inveja mata! Se bem que, como dizia meu avô, é melhor ouvir besteira do que ser surdo! Aí tem, aí tem!"

Sérgio Aranha da Silva Filho - 13/11/2018

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