quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Caso Marielle

de 18/11/2018 a 24/11/2018

"Será que a Globo sabe o que é liberdade de imprensa (Migalhas quentes – 18/11/18 – clique aqui)? Durante a campanha presidencial deu para perceber o quanto essa emissora é parcial, tendenciosa e arrogante, ocultando, de propósito a fala de um ou outro candidato. No caso do capitão, quando ele disse que já estamos com a mão na faixa, pode até não chegar lá, não só a Globo como as outras omitiram o trecho: pode até não chegar lá. Assim, puderam explorar a primeira parte da frase dando a entender que o candidato era pretensioso ou mesmo arrogante. Quanto às empresas de pesquisas, provavelmente em conluio com a mídia, depois de quebrarem a cara no primeiro turno, onde demonstravam que o capitão perderia para todos num segundo turno, menos para a tal da Marina, trataram de se redimirem, procurando fazer uma pesquisa mais real, mais séria, não manipulada. Assim agiram porque perceberam que a população mais esclarecida do país, no sudeste e sul do Brasil, não desejava mais uma organização criminosa no governo. Não que só existam santos nos outros partidos, mas, na tal organização criminosa chamada 'pt', achar, não digo "santo" e nem beato", mas um simples 'venerando' já seria uma glória para se cantar um 'aleluia'."

Luiz Guilherme Winther de Castro - 20/11/2018

"Há muito que a 'Rede Globo' (e a imprensa em geral) vem cometendo toda a sorte de provocações prejudiciais a ação da justiça e a investigações criminais (Migalhas quentes – 18/11/18 – clique aqui). O 'segredo de justiça' e 'sigilo das investigações' virou deboche, na voz e na letra de jornalistas bem pagos. Fatos e personagens são amplamente divulgados e integralmente reconhecidos pelos autores do ato investigado, porque, para bom entendedor, meia palavra basta..."

Eduardo W. de V. Barros - 20/11/2018

"Prezados amigos do 'Migalhas', Como vocês sabem, eu estou estudando Direito e nós estudantes temos que cumprir as horas AAC e, com isso, devemos participar de palestras, seminários e etc. para garantir estas horas e horas OAB. Pois bem, eu vi um seminário na Emerj intitulado: 'O Parlamento sem Marielle' e resolvi ir até lá. Marielle era vereadora, certo? Vereador não pode ser considerado parlamentar, certo? A ex-delegada e deputada agora reeleita Martha Rocha, que estava presente no evento, se referiu à vereadora como 'colega' e relatou sobre o seu importante trabalho na Comissão de Direitos Humanos, auxiliando o deputado Marcelo Freixo. Acúmulo de cargos? Em tempo: 'quem matou e ainda está ceifando a vida dos Policiais e Militares do RJ?' Uma coisa me intriga no Caso Marielle: a filmagem mostra um carro atrás do veículo dela. Os ocupantes do veículo (que agora sabemos ser 3) veem quando a Vereadora entra do lado direito e a sua assessora, o motorista de UBER, Anderson, que havia sido contratado de forma emergencial, pois não havia sequer um carro à disposição, liga o carro. O carro que está atrás pisca os faróis. Para quem ele pisca? No cruzamento a vereadora e o motorista são assassinados, mas a assessora não é, apesar de ser vista entrando no carro? Já estagiei em Vara Criminal e sei como é a imprensa, que mais atrapalha do que ajuda, chegando a sufocar. Cobra-se tanto neste caso, mas esquece-se de outros tais como: Paulinho Pavesi - cuja morte foi anunciada pelos pais, mas quando foi feita a retirada dos órgãos a criança ainda estava viva. Ver políticos e Ministro da Saúde envolvidos na Máfia dos Transplantes de Órgãos de MG. Aracelli e Ana Lídia - década de 70 também sem justiça pois os assassinos eram políticos poderosos. Já li até que um dos que teriam participado do estupro e morte de Ana Lídia seria Fernando Collor de Mello, embora o seu nome tenha sido apagado do caso; Caso da Escola de Base de SP - clássico exemplo de que a Imprensa deve entender até onde deve ir. Realmente há muita coisa a ser esclarecida neste caso, mas devemos cobrar ainda explicações sobre as mortes do ministro Teori, de Eduardo Campos e de todos aqueles que perderam as vidas na reabertura do caso Celso Daniel... Isonomia e igualdade de direitos sempre!"

Luciana H. Marinho - 20/11/2018

"Lendo constantemente o questionamento sobre 'Quem matou Marielle?' (Migalhas 4.483 – 19/11/18 – clique aqui), fico a me perguntar por que nosso querido e respeitável rotativo Migalhas não questiona também 'Quem mandou matar Bolsonaro?'. Seria a vereadora mais importante que o presidente eleito?"

Lucas Sampaio - escritório NSA – Nogueira e Sampaio Advogados Associados - 20/11/2018

"Pergunta que não quer calar: quem mandou matar Bolsonaro? Não houve mandante/pagador, pois, segundo o Ministro da Segurança Pública, que, no dia do atentado, disse tratar-se de um lobo solitário. Muito bem! Eu acredito em Papai Noel...."

Dário Borges de Paula - Juiz de Direito Aposentado, MG - 21/11/2018

"Quando  o  misérias  vai perguntar quem mandou matar Bolsonaro?  Ou quem paga o advogado do Adelio?"

Alexandre Pires Vieira - 21/11/2018

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