sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Exame de Ordem

de 25/11/2018 a 1/12/2018

"O que eu acho de verdade e sempre achei é que as faculdades e universidades seja lá o que for devem ter cursos adequados e não aqueles cursos em que todo mundo passa em todas as disciplinas (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). As aulas devem ser bem dadas e qualificadas o que não é verdade, especialmente nos cursos de Direito e isso eu sou testemunha. Sim existe muita política nas faculdades tanto públicas quanto particulares e os cursinhos que preparam para o exame da OAB além de caros são permanentes e com donos desses cursos já especiais no assunto. Se o aluno faz cinco anos de faculdade pública ou não devia aprender e ter aprovação com qualidade sempre sem necessidade de fazer cursinhos especiais ou outro exame para poderem trabalhar. Desde que foi inventado este curso em 94 considero um absurdo e cada vez ele se torna mais bárbaro."

Denise Brito - 26/11/2018

"Por favor sr. presidente, acabe de com mais essa corrupção, a OAB não paga impostos não se enquadra em nenhuma categoria de empresa pública, pra quem vai esse dinheiro que arrecadam com a inscrição para o exame (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)? O bacharel sofre cinco anos, muitas vezes se privando de suas necessidades básicas para pagar o curso é após se formarem ficam as vezes mais de cinco anos bancando essa entidade que diz não ter fins lucrativos, mas que também não faz nada em prol da população. Chega sr. presidente, se preciso for faremos abaixo-assinado para a extinção dessa roubalheira em nosso país."

Fátima Santy - 26/11/2018

"Se nao tem competência para ser aprovado em exame de Ordem, não pode reclamar de ser boy (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Por outro lado 70% dos alunos que conclui o curso de medicina saem verdadeiros açougueiros e deveria sim ter exame para se provar que realmente está capacitado. Se tivesse o exame de capacitação diminuiria substancialmente os óbitos em nosocômios."

Aparecido Gonçalves Ferreira - 26/11/2018

"Quais deputados e quais ministros fizeram tal exame (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)? E o ENADE? Tem serventia? E a regularização do MEC? Deveria ser extinto uma vez que não tem capacidade para fiscalizar? O deputado e senador faz prova para ser disponibilizado para receber o voto para o elegê-lo?"

Henrique Liareno Novaes - 26/11/2018

"O sr. presidente da OAB deveria vir a público divulgar quais faculdades de Direito estão desqualificadas já segundo ele, estas, existem (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)."

Henrique Liareno Novaes - 26/11/2018

"Concordo plenamente com o nosso presidente Bolsonaro (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Pois o que é ensinado nas faculdades não atinge nem 50% do que o aluno necessita para o aprendizado. E se a OAB quer ótimos advogados, ela que fiscalize as instituições de ensino do curso de Direito. Na minha interpretação deveria ser opcional e não obrigatório o exame, pois se paga um dinheiro altíssimo para depois ter que enfrentar uma prova absurda com questões complexas. Que o aluno que faz a prova, não está hábil mentalmente para realizar com concentração no tempo de horas determinadas, pois o cansaço mental atinge. Observação: lembrando que antes do início da realização das provas, os bacharéis são humilhados pela fiscalização das provas, não parece um local de prova e sim, um campo de concentração."

Lorecí Rosa Rodrigues - 26/11/2018

"É muito importante o exame da OAB, para arrecadar dinheiro, é muito importante o exame da OAB para impedir que os bacharéis trabalhem, é importante também para garantir os escritórios milionários, inclusive de alguns ministros (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). A OAB é a entidade sem fins lucrativos que lucra milhões por ano, a OAB já foi denunciada na ONU por deixar os bacharéis na escravidão, sem ter como pagar o crédito educativo. Essa história de que seleciona é a mais completa mentira, para falar sobre o absurdo exame da OAB, tem que pegar uma das provas sujas e desleais e verificar na lei, eles pedem como no exame número XXVII leis que já foram revogadas, questões sem alternativa nenhuma correta, porque o correto não é a lei, e sim, o que a OAB e FGV decidem que é certo, não adianta você pedir, entrar com recurso, a resposta da OAB é um deboche, eu sei, eu pedi recurso porque a minha prova de segunda fase era igual ao espelho de prova da FGV, e a resposta da OAB, foi um bilhete debochando da minha cara. Nós que estudamos com honestidade, enfrentando frio, chuva, paradas de ônibus perigosas a noite, depois de um dia duro de trabalho, temos ódio e nojo da OAB, a aristocracia brasileira, os feitores das provas onde temos que deixar as orelhas a mostra, porque nós não somos só escravos da OAB, segundo ela somos bandidos, sujos, dispostos a colar para passar na prova suja que eles fazem. No entanto, não é difícil entender que o povo da OAB deve tomar eles mesmos por base para julgar os bacharéis, que sustentam a OAB e os cursos para essa prova massacrante e desumana, gente do mal essa OAB. Brasil acima de todos e Deus acima de todos, e com os olhos em cima da OAB, Deus é maior."

Isolinda Fonseca - 26/11/2018

"Nosso presidente Jair Messias Bolsonaro, ele tem mesmo é que botar pressão para acabar com essa prova de exame da Ordem, que só beneficia os filhos de ricos (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Abrir para os bacharéis a inscrição na Ordem faz parte de uma inclusão dos menos abastados financeiramente, e se o futuro advogado não corresponder às exigências da profissão ele será excluído pelos seus próprios clientes e colegas de área. A medicina é muito mais grave, pois cuida da vida e saúde das pessoas e os universitários quando se formam no Brasil já fazem de imediato suas inscrições no seu devido conselho. Por que a OAB fica com essa injusta e restrição aos bacharéis formados em Direito? É um absurdo."

Sandro Ferreira - 26/11/2018

"Então diversas faculdades de Direito estão comprometidas em sua qualidade de ensino (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)? Só observar o baixo índice de aprovação na prova OAB. Motivo em que o valor cobrado ao bacharel representa hoje mais de 1/4 do salário mínimo. Algo errado tem."

Antônio Fernando - 26/11/2018

"Ao meu ver deve sim continuar realizando o exame da OAB, mas esta mesma entidade que diz cuidar dos advogados, não tem noção do que a FGV faz com o alunos (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). São perguntas mal elaboradas que dá dupla interpretação. Este último exame XXXVII foi um fiasco, perdem qualquer oportunidade do Direito fazer uma análise."

Wagner Martins de Melo - 26/11/2018

"No Japão, Alemanha e Suíça, por exemplo, órgãos estatais são responsáveis pela avaliação e não conselhos de classe (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). A OAB é um cofre muito sinistro e merece urgentemente uma auditoria externa e independente profunda em suas contas."

Renato Antunes - 26/11/2018

"E de estarrecer o ensino sucatiado pelas instituições de ensino que nunca, nunca preparou aluno pra nada (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Se a OAB tem interesse dos bacharéis alcancarem a bendita carteira, eles devem visitar as instituições para ver isso. A Ordem não tem interesse é de nada. E sim encher a caixa preta, onde não se pode prestar suas contas. Não sou brasileiro nunca!"

Robert Downey Júnior - 26/11/2018

"Se é este o pensamento de Lamachia, o presidente da OAB vive com venda nos olhos ou finge não saber (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Já é sabido que as instituições não preparam o jovem pra enfrentar uma provinha de tantos erros, sem lógica, e que foge de uma temática de concurso público onde o intuito é sim de, testar as habilidades dos candidatos!"

Robert Downey Júnior - 26/11/2018

"Esse exame tem um único propósito: arrecadar dinheiro (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)."

Gildete Miranda - 26/11/2018

"Conheço várias pessoas que chutou as respostas e passou, e depois estudou uma única matéria para a 2ª face e passou; aí a OAB acha que isso vai diferenciar os melhores profissionais (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)? Eles estão pensando só no dinheiro que eles ganham de cada um que ficou cinco anos numa faculdade e quando termina não tem direito de trabalhar. Tomara que nosso presidente consiga derrubar essa OAB."

Miriane Nunes Cheres - 26/11/2018

"A terceirização do Exame unificado 'deslegitima' a OAB para exigi-lo (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Os exames deveriam ser realizados pelas seccionais. O aprovado na 1ª etapa deveria receber a inscrição provisória por cinco anos, prazo para realizar a 2ª etapa nas respectivas subseções. Fora disso o cerceamento da profissão. Exame da OAB não é concurso público."

Jorge Gama de Barros - 26/11/2018

"Exame da Ordem dos advogados, na verdade é um jogo de interesse que visa lucratividade dos examinados, uma vez que a FGV e a OAB intensificam pela reprovação dos candidatos para obter mais lucros (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Vergonha uma taxa de R$260,00 e ainda pagar uma anuidade absurda sem nenhuma conjuntura social aos seus clientes em benefício dos mesmos. Fica notório e escandaloso essa prática da OAB."

Holdon Luiz Ribeiro Rego - 26/11/2018

"Concordo com o presidente eleito (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Acho que o momento em que o acadêmico de Direito termina o curso já deveria optar por advogar ou não. A favor desta medida."

Eline Tobler gomes - 26/11/2018

"Está bem próximo das paredes da OAB caírem (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). E que esse verdadeiro caça-níquel tenha fim! Parabéns presidente."

Givanildo Magalhães - 26/11/2018

"E a OAB se prepare (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). O cofre vai abrir."

Neide Aparecida Pereira - 26/11/2018

"O que não pode é o valor da inscrição da OAB ser a inscrição mais cara do Brasil, no valor de R$ 260 reais (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)."

Evaldo Soares de Oliveira - 26/11/2018

"Se a aprovação fosse em torno de 50% concordaria plenamente com o exame de Ordem, mas a gente vê que não é bem assim (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). O que se vê hoje é arrecadação clara pela dificuldade de passar nessa prova."

Ronivaldo Martins - 26/11/2018

"Isso é muito bom (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Desde já parabéns por se preocupar com uma classe tão desprezada em relação ao exame de Ordem."

Benedito Reis - 26/11/2018

"Está claro, evidente e transparente que tal matéria publicada neste site é extremamente tendenciosa e parcial, incentivando e concordando com esse exame absurdo que tem que ser reformulado se não extinto (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)."

Antonio Marcos Neves - 26/11/2018

"Antes de extinguir o exame de Ordem, vamos melhorar a grade curricular das nossas universidades que é sofrível (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Os bacharéis de Medicina deveriam submeter, também, ao exame de suficiência. Os conhecimentos dos jovens médicos são questionáveis. Eu sofri um embolia pulmonar e a equipe de jovens médicos estava tratando-me como se eu tivesse um ataque cardíaco. Um veterano médico, após cinco dias internado, realizou o diagnóstico correto. Sorte minha! Se assim não ocorresse, esse meu comentário seria uma carta psicografada."

Luciano Pinheiro - 26/11/2018

"Eu concordo com o presidente Jair Messias Bolsonaro, porque só bacharel em Direito tem que fazer a prova da ordem (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)? Nenhuma outra faculdade tão ou mais importante precisa fazer esse prova. Tem vezes que o aluno sabe a matéria toda e não passa pois fica nervoso e também acho absurdo que toda vez que for fazer a prova tem que pagar uma mina de dinheiro. Tem muitos que acabam deixando de lado a OAB pois é muito caro, e ainda tem que estudar para concursos públicos."

Elizabeth de Rezende - 26/11/2018

"Acho imoral a exigência do exame de Ordem (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Não é através do sofrimento do bacharel em Direito que a OAB tem que avaliar o profissional que está indo para o mercado de trabalho. E sim através de uma fiscalização rigorosa dos cursos de Direito que cada vez estão ficando ricos, bem como os cursinhos preparatórios que promovem maior terror nos bacharéis para se tornarem milionários. Me formei em 2009 e até hoje venho me dedicando pra essa maldita prova caríssima. Mais cara que a prova de qualquer concurso público. Só com as inúmeras provas que fiz, a OAB já deve ter superado o valor do curso de Direito, e nada de aprovação. Ela não mede competência profissional porque se fosse assim, não teria no mercado tanto profissional incompetente. Essa prova é só uma forma de enriquecimento ilícito da OAB. Já cheguei a pensar em cometer um suicídio em frente a OAB, em desespero por causa da minha idade para retomar ao mercado de trabalho e provar para a OAB o que essa situação causa ao bacharel de Direito. Tenho colega, pai de família que está sob o uso de medicamentos antedepressivo e outro que teve um aneurisma e com isso perdeu todo o investimento no curso. Isso é um absurdo! Esta aí implantada a máfia do Exame de Ordem que precisa ser desmascarada. Abrir uma CPI para investigar onde está tanto dinheiro da OAB. Principalmente as contribuinscrições anuais dos advogados. A OAB se acha, se coloca como a maior e melhor profissão do país, esquecendo a sua principal função que é dar bom exemplo para que seja respeitada. Foi se o tempo em que ser advogado nesse país era sinônimo de respeito. Ajuda aí presidente! Vamos dar de corrupção no exame de Ordem. Se não acabar com o exame de Ordem que ao menos ele seja gratuito por ser um complemento do curso universitário que já é muito caro. O aluno é parte mais frágil economicamente em relação a OAB. Ao adquirir o direito em advogar, com certeza ele terá que pagar pra advogar."

Sônia Marta de Carvalho - 26/11/2018

"Concordo plenamente com o nosso presidente, pois até mesmo essa prova não mede nossa capacidads de ir para o campo de trabalho (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Todavia, ela vem medir o nervosismo de cada bacharel no dia da prova, que por esse trauma acaba desistindo do sonho o qual passamos cinco anos na faculdade, e muitos com seus diplomas engavetados. Espero que o presidente acabe com essa prova do exame de Ordem em nome de Jesus. Acredito que todos nós temos competência de desenvolver nosso trabalho. Estou com sete anos que conclui meu curso. Tentei três vezes e nâo consegui, não por minha capacidade, mas sim pela prova tão extensa e também o nervosismo que na hora bate. Avante presidente!"

Rita Maria Albuquerque - 26/11/2018

"Concordo com o Bolsonaro, esse exame passou da hora de acabar, isso fere a dignidade dos bacharéis, que estão desempregados e devendo o Fies (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Parabéns pelo fim do exame. Outra coisa: auditoria urgente na OAB."

Helena Santos - 26/11/2018

"Sou estudante do último semestre e com muito sacrifício estou chegando ao fim do curso (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Que Deus, patrão maior, ilumine as palavras do meu presidente que tem o dom da caneta e dá um fim ao exame de Ordem para dar oportunidade de vários bacharéis entrarem no mercado de trabalho."

Joel Dornelles Lopes - 26/11/2018

"O presidente Jair Bolsonaro está certíssimo e com toda razão (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Esse presidente da OAB não está querendo perder esse luxo pra ele e um bando de conselheiros. A OAB virou uma gangue."

Marcos Loyola - 26/11/2018

"Exame da Ordem, não (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)! Revalida, sim! A lógica bizarra do recém-eleito lembra a do ex-presidente Jânio Quadros em seus habituais arroubos de delírio."

Luiz Francisco Fernandes - 26/11/2018

"Como exigir exame de Ordem para formandos, se na Corte máxima do país, hoje é presidida por um ministro que foi reprovado duas vezes em concurso para juiz (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Muita incoerência."

Adario da Mata - 26/11/2018

"Lastimo esse posicionamento do presidente eleito (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Espero que procure se inteirar melhor do que estamos vivenciando na área da advocacia, em razão da péssima qualidade do ensino de base. Acredito que o próprio ministro da Justiça já indicado seja capaz de auxiliá-lo nesse assunto."

Maria Helena Oliveira Chinellato - 26/11/2018

"Não sou contra o exame de Ordem (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)! Mas sim, contra os valores que incide na anuidade, é inscrição para fazer o exame!"

José Augusto dos Santos Gonçalves - 26/11/2018

"Caro presidente, tomara que este comentário chegue ao sr. (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Sou advogado e sei muito bem disso. Os exames de Ordem a tornaram uma entidade bilionária mas pouco retorno dá aos advogados. Arrecada em casa exame (três ao ano) 270 mi e aproximadamente 1 bilhão. Veja que o percentual de aprovados é ínfimo. O bacharel estuda 17 cadeiras e depois na prova caem 80 questiúnculas quase que ininteligíveis. Conquiste os estudantes e bacharéis eliminando essa prova. Que revolte ao meio antigo que era o estágio."

João de Deus Peres - 26/11/2018

"Não conheço os motivos que levam o presidente eleito a ser contra exames que podem comprovar a eficácia das universidades brasileiras, que formam profissionais de todos os tipos, sua impressão pode ser relevante sim (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Mas, acredito que exames de validação de diplomas, para todas as profissões, poderiam resultar em seriedade por parte de alunos, professores e instituições de ensino. Desta forma, o Brasil ganharia credibilidade na questão das graduações."

Marisa Lopes Parra - 26/11/2018

"Bolsonaro dizendo bolsonarices (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Nada de novo."

Fábio Luiz Nunes - 26/11/2018

"O Exame de Ordem não podia ser somente para entrar na Ordem, mas também periódico, garantindo que os profissionais estejam sempre atualizados (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)."

Fabricio Vasconcelos Freire - 26/11/2018

"Infelizmente muitos colegas votaram no capitão mesmo sabendo da sua pífia história como parlamentar (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)."

Celso Eduardo Pereira Correia - 26/11/2018

"Domingo, no programa 'Fantástico, da Rede Globo' foram mostrados tanto o dr. Cláudio Lamachia, quanto o presidente eleito, Jair Bolsonaro. Eu concordo que o Exame de Ordem sirva para 'medir a capacidade e aptidão' dos futuros bacharéis de Direito e as instituições responsáveis pelos cursos de Direito, mas então para quê existe o ENADE? O ENADE foi criado com a missão de medir a qualificação dos formandos e as instituições! Para quê criar algo para fazer a mesma coisa? Não há lógica alguma nisso! Se algum futuro nobre colega quiser responder a este meu questionamento, por favor, fique à vontade!"

Luciana H. Marinho - 26/11/2018

"Sobre a migalha (novidade?) é de lembrar-se que: 1 – a OAB não é o único conselho profissional que exige exame de suficiência para os novos bacharéis, como condição para o exercício da profissão (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Também o Conselho Federal de Contabilidade, o exige, com base no art. 76, da lei 12.249/2010; 2 -  já houve manifestação do Conselho Regional de Medicina, se não me engano de São Paulo, favoravelmente à instituição de um exame para os médicos nos mesmos moldes do feito pela OAB, dependendo, no entanto, da elaboração de lei específica; 3 – além de ser isto uma tendência, aplicada em países mais desenvolvidos do que nós, aqui é uma necessidade, em razão da facilidade com que se abrem cursos  superiores, de mais do que duvidosa qualidade."

Zanon de Paula Barros - escritório Leite, Tosto e Barros Advogados Associados - 26/11/2018

"Eu sempre fui contra a prova da OAB, acho uma covardia, já que a prova cai matérias que o candidato nunca as viu, são perguntas capciosas e com o intuito de derrubar o candidato, finalidade enriquecimento ilícito (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Na minha opinião, a partir do primeiro período o aluno teria provas de capacitação e no final do curso receberia a carteira da OAB."

Eustáquio Ramos - 27/11/2018

"A OAB alega que pelo aumento de universidades a qualidade dos ensinamentos caíram de qualidade (Migalhas quentes – 27/11/18 – clique aqui). Há ainda a reserva de mercado, já que houve considerado aumento de formação de bacharéis. Segundo a OAB, o exame da OAB serve para avaliar a proficiência de cada bacharel. Aprovado, proficiente. Ora, se os cursos universitários não são proficientes para formarem bacharéis proficientes, os docentes não são proficientes, e alguns são juízes, promotores. Se a culpa pela má qualidade do ensino são as universidades, cada OAB deveria processar todas as universidades não proficientes, com base no Código de Defesa do Consumidor. Disso, ajudariam os bacharéis não aprovados por terem estudos em universidades cujos serviços não são de qualidade."

Sérgio Henrique da Silva Pereira - 27/11/2018

"Sou bacharel de Direito desde o ano de 2007, com quatro tentativas na submissão ao exame de Ordem as quais no meu ver com muitas pegadinhas afim de derrubar o examinando. Uma vez que com a internet, a disposição de todos não tem segredo o bacharel peticionar, até mesmo porque existe as minutas disponíveis referente o seguimento do Direito e, diante disso, concordo plenamente com o então deputado Federal Jair Messias Bolsonaro e futuro presidente em sua linha de raciocínio baseado na CF. Pois o próprio mercado é que irá filtrar o bom profissional assim como outros seguimentos sem distinção."

Nestor José Ribeiro Filho - 27/11/2018

"O nível da universidade deveria ser avaliado no ENADE e não em exames subsequentes à formatura como o exame da OAB (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Da mesma forma se vê o nível de outras profissões, que não passam por exames suplementares para obter a autorização para exercerem suas atividades profissionais (CREA, CRF, CRM, CREF, etc.)."

José Lopes - 27/11/2018

"Sou de acordo com o presidente, tirar essa privacidade da OAB (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)."

Francisco Carlos Irineu - 27/11/2018

"Parabéns, Bolsonaro, os bacharéis são verdadeiramente tratados como boys de luxo (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)! Finalmente temos um presidente que diz a verdade doa a quem doer. E outra coisa: OAB justifique para onde vai os R$ 220,00 da inscrição para o referido exemplo? Valor abusivo, pura corrupção!"

Wanessa Souza - 27/11/2018

"O exame de Ordem da OAB não capacita os bacharéis formados em Direito ser advogado de carteirinha (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui).O que capacita é a prática dia a dia. Conheço muitos advogados de carteirinha, porém não sabem peticionar, digo fazer uma petição, enquanto os bacharéis fazem."

Edilberto Cardoso Vasconcelos - 27/11/2018

"Essa roubalheira da OAB tem que ter um fim, pois os bacharéis são aprovados pelas faculdades e universidades portanto estou de pleno acordo com presidente Bolsonaro (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Mudança tem que haver, e também o TCU tem que quebrar esse cofre e fiscalizar a fundo. Eu pago, você paga impostos e eles também têm que pagar."

Raul Gonçalves - 27/11/2018

"Um bacharel em Direito pode exercer inúmeras profissões, não só a de advogado (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Mas se quiser ser advogado precisa prestar o exame de Ordem. Se com o exame, já existem milhares de advogados desqualificados, sem exame, será um terror incontrolável. Absolutamente necessário o exame. Assim como também defendo o exame para médicos, correríamos menos risco de vida!"

Valéria Caliani Dechton - 27/11/2018

"Sou bacharel de Direito e não concordo com essa prova não (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)! Uma prova cara e que não prova nada. Conheço muitas pessoas que são capazes, mas não conseguem passar e não por falta de instrução ou competência. Nenhuma outra profissão faz prova, medicina que lida com vidas não faz prova. Aí tem sempre alguém que fala que eles fazem residência, mas no curso de Direito também é obrigatório fazer estágio dentro e fora da universidade. Se um administrador estuda quatro ou cinco anos e está apto a ser administrador, por que para se tornar um advogado, depois de estudar cinco anos ou mais, tem que ser avaliado? Exame da OAB é um absurdo!"

Luana Circe - 27/11/2018

"Trata-se de um exame de exclusão e não de qualificação e avaliação (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Trata-se de um procedimento questionável e passível de emenda constitucional. Os direitos dos seres humanos bacharéis não estão sendo cumpridos. Ademais o referido exame não se trata de uma resolução de questões e sim a decifração de enigmas jurídicos. Sou a favor da OAB ser uma entidade fiscalizadora, corregedora e mediadora, e não de ser um órgão 'eliminador' da liberdade de atuação jurídica."

Azor Corona - 27/11/2018

"Sou a favor do exame, o problema está na reserva de mercado criada com a incompatibilidade, criada pela OAB contra militares não poderem advogar, sendo que restringe algumas classes de fazer concursos que exigem experiência jurídica (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui)!"

Alexandre de Almeida - 27/11/2018

"Gostaria de parabenizar ao Exmo. deputado Federal pela iniciativa do PL 2.426/07, de pôr o fim a exigibilidade de prova da OAB para exercer a profissão. Agora como presidente desta Nação, talvez ficará mais fácil e viável colocar em votação nas casas do Congresso e no Senado. Aguardamos com ansiedade e apreço."

Antonio Simplício de Sousa - 27/11/2018

"A advocacia é um dos pilares da estrutura do Estado democrático de Direito (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)! Sem ela não existe regramento das normas. Quem defende o que de quem? Quem pulveriza o direito entre todos e para todos? A advocacia é o quinhão maior de uma, e de toda sociedade."

Pedro José dos Santos - 27/11/2018

"Substancialmente, entendo que o exame de suficiência é um instrumento importante (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). O problema está na forma, em especial o fato de o controle exclusivo estar nas mãos da OAB, que rechaça toda e qualquer intervenção do Estado."

Shirlei Cruz - 27/11/2018

"Precisamos pensar se o objetivo do exame não está se perdendo e virando uma fábrica de arrecadação (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Provas cada vez mais confusas e com erros em matérias, um dispautério uma questão do exame XXVII ser retificada e não anulada por erro da FGV. Sinceramente acredito que deveria ser investigado o destino dessas verbas. Uma inscrição de R$ 260,00 e uma prova desleal."

Danuskia Abade - 27/11/2018

"Concordo plenamente com o presidente eleito Jair Bolsonaro (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)! As instituições hoje não estão visando o ensino e sim o poder econômico, pois não vejo preparação nenhuma para no final do curso fazer o exame de Ordem; os bacharéis têm que completar com curso preparatório, que muitas pessoas não têm condições de fazer para depois conseguir a aprovação. Muitos que conseguem a aprovação do exame é fazendo cursinho! Não vejo o exame de Ordem para qualificar profissionais, sendo que a qualificação do profissional tem que partir das instituições, mas infelizmente não estão nem aí! O exame de Ordem não é para qualificar nenhum bacharel pois vejo muitos aí com carteira da ordem fazendo besteira na profissão! Proponho que tem que haver um equilíbrio entre os dois, tanto nas instituições como no exame, ou seja, se as instituições não qualificam, o exame vai qualificar? Acho que não! Tem que ter mudança sim! Ou revoga a OAB ou mudar o método dessas instituições! Estudar cinco anos e não poder exercer sua profissão!"

Fernanda Silva dos Santos - 27/11/2018

"A defesa do exame de Ordem deveria ser em igual profundidade a defesa de maior rigor nos cursos de Direito, assim como, nós advogados que mesmo aprovados, não dispõem de mínimos requisitos para exercício da profissão (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Nesse sentido a Ordem nada faz ou se faz não com a mesma ênfase. Existem muitos interesses na manutenção pura e simples do exame de Ordem e de modo especial as empresas que promovem os cursinhos. Assim, ficam as faculdades com curso de Direito sem cumprir com a obrigação de ensinar e os cursos de preparação com um mercado cativo, onerando os acadêmicos."

Ricardo Aparecido Conessa - 27/11/2018

"Quem regula competência é o mercado (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Médicos cuidam de vidas e não existe exame de Ordem. Se cometerem uma falha, não existe 2ª instância para recurso, nem STF, então a quem serve este modelo?"

Jaime Acuna Fontenla - 27/11/2018

"Esse exame além de não ser legal como falsamente revela a reportagem, ainda fere várias convenções e tratados internacionais (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Sou mais um exemplo que esse exame não prova nada, passei na Ordem antes de estar formado, estava a dois meses da formatura, como não tinha diploma, não recebi a carteira, depois de formado fiz mais duas vezes não logrando êxito nessa desqualificada e desprovida prova. Não desejo advogar por isso não fiz mais essa prova arbitrária, porém em respeito a todos bacharéis possuidores legítimos desse direito, estou muito feliz por acabar essa zona chamada de exame de Ordem. Podem chorar seus medrosos que têm medo de concorrência, parabéns a todos bacharéis, todos são advogados não importa com aprovação ou não nesse malfadado exame."

Fabrício Ricardo Wloch - 27/11/2018

"Respeitem o primado do trabalho e a dignidade da pessoas humana (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Trata-se de uma nota pálida sem nenhuma fundamentação jurídica. A Lei maior deste país é a Constituição Federal que é bastante clara em seu art. 209: compete ao poder público avaliar o ensino. Isso é papel do MEC junto as IES que integram o Sistema Federal do Ensino, e não de sindicatos. A lei 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes, não possui nenhum dispositivo permitindo a interferência das corporações no processo avaliativo, este da competência exclusiva do MEC para as IES que integram o sistema federal de ensino. Não é da alçada de nenhum órgão de fiscalização da profissão avaliar ninguém. Art. 209 da Constituição diz que compete ao poder público avaliar o ensino. Assegura art. 5º inciso XIII, da Constituição: 'É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer'. O art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais) 'Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de ADVOGADO, conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas).Esse disposto foi revogado pelo novo Código de Ética da OAB. Mas a revogação tem efeito 'ex-nunc'. Ensina-nos Martin Luther King 'Há um desejo interno por liberdade na alma de cada humano. Os homens percebem que a liberdade é fundamental e que roubar a liberdade de um homem é tirar-lhe a essência da humanidade'. 'Na nossa sociedade, privar um homem de emprego ou de meios de vida, equivale, psicologicamente, a assassiná-lo'.' Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo. OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos para os bolsos dos seus cativos. Taxa de concurso para advogado da OAB/DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260, (um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 21 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 1.0 bilhão de reais. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o inquérito 3.412 AL, dispondo sobre redução a condição análoga a de escravo. Escravidão moderna, explicitou com muita sapiência (…) 'Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima 'a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva' ou 'a condições degradantes de trabalho', (...) A 'escravidão moderna' é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa 'reduzir alguém a condição análoga à de escravo'."

Vasco Vasconcelos - 27/11/2018

"Esse exame é uma pouca vergonha (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). São inúmeros casos de alunos que são prejudicados por má correção da prova, a banca é arbitrária e não analisa os recursos. É uma caixa de enriquecimento."

Tiago Henrique de Souza e Silva - 27/11/2018

"Então comecem baixando o preço da inscrição que é um absurdo pra falar em civilizatórios de direito com esse exagero que é o exame de Ordem, isso sim (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)."

Daniela Cavalcante Bezerra - 27/11/2018

"Então que sejam para todos cursos superiores e não só para os bacharéis em Direito (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)."

Joel Dornelles Lopes - 27/11/2018

"A OAB tem que fiscalizar os bacharéis inscritos em seus quadros (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). O Exame da OAB não passa de uma máquina de caça-níquel."

Alessandro Barros - 27/11/2018

"Eu entendo que o exeme de Ordem não prova que os bacharéis em Direito têm conhecimentos (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Tanto que é verdade que os advogados de hoje em especial os mais antigos não foram submetidos ao exame. Podemos tirar a prova fazendo com que todos os advogados que não fizeram o exame sejam submetidos ao exame. Tenho certeza que por mais que tem competência e conhecimento na área 70% deles estarão reprovados. Com todo respeito vossa excelência poderia dar essa ideia. Exame de Ordem aos advogados mais antigos em exercício. Os bacharéis precisam pagar o FIES e têm que trabalhar."

Marcos Fernandes Monteiro da Silva - 27/11/2018

"Com todo respeito, a questão da razoabilidade ou não do exame de Ordem precisa ser encarada de outra forma, isto é, o exercício da profissão jurídica requer atualização contínua (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Assim de que adianta, em 2018, saber que alguém passou no exame de 1985 e de lá para cá sequer soube que mudou o Código Civil e o Código de Processo Civil? Se a função dos órgãos de classe é brigar pela qualificação de seus quadros, isto deveria incluir, obrigatoriamente, programas para exigir a comprovação de atualizações periódicas dos advogados, não necessariamente provas, mas participação em seminários, cursos, etc. Nos Estados Unidos isso é comum e é conhecido como: 'Continuing legal education (CLE), also known as mandatory or minimum continuing legal education (MCLE) or, in some jurisdictions outside the United States, as continuing professional development, consists of professional education for attorneys that takes place after their initial admission to the bar'. (tradução livre - 'Educação jurídica continuada, também conhecida como mandatória ou um mínimo de estudos jurídicos continuados ou, em algumas jurisdições fora dos Estados Unidos, como um desenvolvimento profissional continuado, consistindo em educação profissional para jogados e que ocorre após o exame admissional à ordem')."

José André Beretta Filho - 27/11/2018

"Concordo com a opinião do nosso futuro presidente da República Federativa do Brasil (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Estagiário perde o couro."

Márcio Pessanha Soares - 27/11/2018

"Eu concordo com o presidente eleito; a prova da OAB não prova nada, muitos são aprovados, mas nem sempre estão de fato preparados, e o valor é exorbitante, e na realidade essa prova nada mais é do que máquina de dinheiro (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui)."

Roseli Fontes da Conceição Corrêa - 27/11/2018

"Eu concordo com o presidente (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Muitos outros profissionais saem da faculdade e já saem habilitados a trabalharem em suas profissões, a exemplo os engenheiros agrônomos, civis, contadores. Por que o bacharel de Direito tem que se submeter a uma prova difícil de duas fases que muitas vezes reprova uma grande parte desses bacharéis? Se o profissional não for bom o suficiente, o mercado dirá."

Lilian Cristine W. C. Viana - 27/11/2018

"No que diz respeito ao exame de avaliação da OAB, entende que o referido exame é mais do certo, pois, a qualidade técnica dos advogados recém-formados é lastimável (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Da mesma forma entendo que o exame deveria ser exigido pelo CRM, haja vista a péssima qualidade dos médicos recém-formados. Acerca de salvo engano, dois meses atrás, foi realizado um exame para aferir os conhecimentos dos médicos, de 7.900, somente conseguiram aprovação 963. Como que a sociedade pode sentir-se segura sendo tratada por médicos incapazes de dar um diagnóstico mais simples possível?"

Luiz Carlos Gonzaga - 27/11/2018

"11 Razões práticas em favor da manutenção do Exame de Ordem (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Muito se tem debatido sobre a extinção do exame de Ordem, ou exame para ingressar como advogado na Ordem dos Advogados do Brasil e, assim, adquirir o direito de advogar. Sobre o assunto não pretendo trazer considerações aprofundadas de cunho constitucional ou legal, mas simplesmente fazer um exercício mental do que realmente ocorreria com sua extinção. As desvantagens do fim desse requisito para a atuação profissional como advogado são muitas, tanto para a sociedade, como para os profissionais já inscritos mas, principalmente, para os formados em Direito que pretendem se inscrever na Ordem dos Advogados do Brasil. Numa análise sistemática podemos identificar 11 pontos que aconselham firmemente a manutenção do exame de Ordem: 1º: Com sua extinção desde o início a criação de duas classes de advogados, os que fizeram o exame e os que não fizeram. Essas duas classes seriam claramente identificadas pela sociedade, os que obtiveram a carteira a partir da data do fim do exame seriam certamente discriminados pelo mercado como profissionais que não foram previamente submetidos as provas de conhecimento pelo órgão de classe competente; 2º: Outro fato irrefutável é que passaríamos a ser o país com o maior número de advogados do mundo! Já somos o segundo país em número de advogados para cada grupo de 100.000 habitantes. Com o fim do exame de Ordem simplesmente, numa hipótese conservadora, triplicaríamos o número de advogados no mercado. Não é necessário fazer um raciocínio muito complexo para imaginar os problemas que disso adviriam e não estamos falando de 'reserva de mercado', pois os problemas iriam muito além disso; 3º: Em razão desse número fantástico de advogados a pressão para ingressar com processos seria enorme, possivelmente seu número aumentaria exponencialmente, processos que seriam propostos muitas vezes sem muito ou mesmo sem nenhum fundamento que iriam obstar o curso dos demais; 4º: Nesse quadro, a necessidade econômica de uma imensa maioria de advogados, faria com que a advocacia tivesse que ser exercida concomitantemente com outra profissão pela maioria dos profissionais, pois a concorrência seria insustentável levando a um maior aviltamento de nossos honorários e a uma piora nas condições de atuação profissional; 5º: Essa dificuldade de se colocar no mercado, de auferir renda condigna, traria outra consequência, a de que Infelizmente uma esmagadora maioria de profissionais não teria condições de se aperfeiçoar e fazer cursos de especialização ou extensão, indo para um mercado de trabalho com menos preparação do que outros colegas; 6º: Não devemos nos render também aos argumentos de cunho emocional que apresentam a necessidade de trabalho por parte de quem cursou uma faculdade. Isso acontece em qualquer profissão. A existência do exame de Ordem é conhecida de quem ingressa nos cursos de Direito; 7º: Não devemos fazer uma leitura errônea de que essa exigência seria inconstitucional, tanto que se pretende sua extinção por meio de lei e não de nenhuma ação de inconstitucionalidade. Nesse ponto vale destacar que uma simples pesquisa nas decisões do Supremo Tribunal Federal demonstrará as tentativas frustradas de se alcançar essa declaração. O exame de qualificação para exercício da profissão é constitucional e, ao contrário de ser extinto para os advogados deveria ser adotado por outras profissões como condição para seu exercício; 8º: Fato também que o exame aumenta sim a qualidade do bacharel, que se dedica a estudar e rever a matéria antes de iniciar sua atuação profissional, muitas vezes suprindo o que, por qualquer razão, não foi estudado ou aprendido anteriormente; 9º: A advocacia é uma profissão difícil que exige dedicação integral do profissional, não aceita ser 'bico' e nem fonte de renda suplementar, exige investimentos altos tanto financeiros como de dedicação e tempo, todos os dias e pelo resto da vida do advogado; 10º: Para quem acha que o mercado iria 'selecionar os melhores', adianto que isso não irá ocorrer. O mercado não conseguiria simplesmente 'selecionar os melhores', pois a todo momento teríamos novos bacharéis, oriundos das mais de 1.100 faculdades de Direito (existem mais cursos de Direito no Brasil do que em todo o resto dos paises juntos!) ingressando no mercado, não dando tempo para esse mesmo mercado 'selecionar os melhores' os quais acabariam migrando para outras atividades; 11º: Finalmente destaco que o fim do exame de Ordem criaria uma mera ilusão de que simplesmente se formando na faculdade a pessoa poderá começar a trabalhar e ganhar dinheiro. Isso acabaria por atrair mais pessoas para os cursos de Direito, criando um perigoso círculo vicioso, fazendo com que pessoas invistam tempo e dinheiro numa carreira para a qual, muitas vezes, sequer se encontram vocacionadas. Não gostaria que as pessoas imaginassem que o fim do exame de Ordem é uma solução. Com todo o respeito as opiniões contrárias, não só não é solução para nada como seria também mais um grande problema na sociedade brasileira. Depois de seu fim dificilmente retornaria a ser exigido e, se retornasse, ainda teríamos o problema dos profissionais com 'ou' sem 'exame de Ordem', 'discriminados' e não 'selecionados' pelo mercado."

José Pablo Cortes - 28/11/2018

"Gostaria muito de ver o IAB e a OAB brigarem por um piso salarial digno para o advogado (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). O que mais se vê são anúncios de escritórios contratando advogados oferecendo salários de R$ 2.000,00."

Daniel Bruno Machado Lopes - 28/11/2018

"Infelizmente vivemos em um país onde tudo se move em volta de valores materiais; o exame de Ordem não é inconstitucional, inconstitucional é a obrigatoriedade à realização do mesmo (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Diga-se de passagem, este instrumento não qualifica o profissional, fosse assim, não existiria advogados ou advogadas habilitados sem o mínimo de conhecimento jurídico, mal sabem redigirem uma peça petitória, digo isso com propriedade, pois trabalho em meio desses 'profissionais', e é isso que vejo diariamente. O exame de Ordem não passa de uma oportunidade de enriquecimento ilícito (inconstitucional) para as instituições e associações de 'advogados'. Precisamos dar um basta nesta incoerência, o Brasil acordou, estamos todos juntos com o presidente eleito. Fim do exame de Ordem, fim da mamata."

Arnaldo Estevão Ribeiro - 28/11/2018

"O exame da OAB sempre foi um desrespeito contra os formandos do curso de Direito (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Direito de exercer a profissão escolhida, além das fortunas que vazem em cima dos advogados nas cobranças de mensalidades e outros quesitos mais. Não esperava que o Coiso iria mexer na poderosa OAB. O bicho vai pegar!"

Ernane Gruhn - 28/11/2018

"Analisando a declaração do senhor Lamachia, e da senhora Rita, em resposta ao dito pelo sr. presidente eleito Jair Bolsonaro sobre a restrição da atividade profissional aos cidadãos que completaram a última etapa da Educação Superior, pelo órgão de classe, podemos observar que não há fundamento legal sindical – pois a Constituição Federal é taxativa e clara ao tratar amplamente da Educação, inclusive com previsão expressa de controle da qualidade do Ensino pelo Poder Público (art.209,II) (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Evidente distorção, do órgão de classe, que se prostitui como instituição de ensino para fiscalizar a qualidade da educação; ou seja, como uma organização criminosa, que recebe e movimento recursos em todos Estados do Território Brasileiro, sem qualquer imposto, à margem da fiscalização Pública, ainda é, ao mesmo tempo, a maior estelionatária da história jurídica do mundo. Pois alegam que, em defesa da sociedade, fiscalizam e garantem a qualidade do ensino, no entanto, não assumem qualquer responsabilidade aos danos causados pelo profissional que tem o registro e selo de qualidade do órgão – conferido após a diplomação. Se verdade fosse, a garantia da qualidade do profissional, não seria uma seleção prévia, seria um controle permanente do exercício da profissão, em conjunto com a solidariedade ao prejuízo causado na reparação dos danos gerados pelo profissional no exercício de sua função, como o faz o Estado: Teoria da responsabilidade objetiva: conduta, dano e nexo de causalidade entre a conduta e o dano."

Marco Antônio Fontes Bernardes - 28/11/2018

"Concordo com Bolsonaro, só que não há como generalizar (Migalhas 4.489 – 27/11/18 – "Defesa do exame de Ordem" – clique aqui). Há advogados novos que já tem no pai ou mãe, um parente ou amigo, um profissional da mesma área e tem como iniciar a sua prática. Há casos sim, de serem 'boys de luxo' como diz o presidente eleito. Por outro lado, o ensino no Brasil está tão desmoralizado e fraco, que justifica-se a prova para evitar que formados de primeira viagem e sem o conhecimento básico da profissão causam até prejuízos a seus clientes. Seria preciso encontrar uma maneira que não permitisse abusos contra os novos e também não permitisse que se aventurassem sem o devido preparo. Não acredito que seja fácil achar tal maneira. Uma espécie de 'residência' patrocinada pelas próprias faculdades ou universidades não seria viável? Só estou perguntando!"

Luiz Guilherme Winther de Castro - 28/11/2018

"O novo presidente, como o antigo deputado, parece meio atrapalhado nas ideias (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Se quer prejudicar a Ordem é só garantir que o exercício da advocacia pode depender do exame, mas não exige que o advogado permaneça inscrito na OAB (CF art.5/XX)."

Eduardo W. de V. Barros - 30/11/2018

"Essa resistente postura desses ditos operadores do Direito quanto a extinção dos moldes atuais desse fajuto exame aferidor da verificação limitada da capacidade dos candidatos à profissão em questão (inclui aqueles do STF) é um verdadeiro escárnio (Migalhas 4.488 – 26/11/18 – "Novidade?" – clique aqui). Chego a me arrepender de ter optado por essa área do conhecimento, como também até asco pelo fato de, agora, ter que conviver com esses."

Paulo Bomfim - 1/12/2018

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