quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Arquivado

de 9/12/2018 a 15/12/2018

"Esse juiz Moro estava de folga e 'trabalhando' ao mesmo tempo (Migalhas 4.499 – 11/12/18 – "Arquive-se" – clique aqui). Não deu nada. Estou estranhando porque se isso fosse no órgão onde trabalhei até me aposentar (auditor fiscal) e caindo numa dessa, estaria eu demitido e preso. No CNJ parece não ser bem assim."

Cláudio Pio de Sales Chaves - 11/12/2018

"Mais uma vez o Judiciário demonstra a sua falta de seriedade (Migalhas 4.499 – 11/12/18 – "Arquive-se" – clique aqui). O fato ocorrido foi grave e em países sérios teria rendido a exoneração do desembargador. Mas no Brasil, os 'deuses' de toga para não dizer urubus toga, somente há seriedade quando se trata de aumento de mordomias, penduricalhos e reajustes nos seus polpudo salários."

Juliano Claudino - 11/12/2018

"Queria eu ter nascido num país escandinavo, Noruega, Finlândia, Suécia, Dinamarca ou Islândia (Migalhas 4.499 – 11/12/18 – "Arquive-se" – clique aqui). Mas, infelizmente, nasci nessa 'coreia' e assim me tornei impingido a votar nulo pois não achei opção. É 'coxinha' ladrão, 'mortadela' ladrão, os governos ladrões, um presídio ao ar livre e o cidadão bem formado no meio dessa 'cachorrada'."

Cláudio Pio de Sales Chaves - 11/12/2018

"Alguns juízes podem não ter compreendido o alcance das suas limitações quanto a manifestações em redes sociais, segundo o corregedor do CNJ, ministro Humberto Martins (Migalhas 4.500 – 12/12/18 – "Deixa quieto" – clique aqui). Vejamos o que diz o Código de Ética da Magistratura: Art. 7: A independência judicial implica que ao magistrado é vedado participar de atividade político-partidária; (...) Art. 13: O magistrado deve evitar comportamentos que impliquem a busca injustificada e desmesurada por reconhecimento social, mormente a autopromoção em publicação de qualquer natureza. (...) Art. 15. A integridade de conduta do magistrado fora do âmbito estrito da atividade jurisdicional contribui para uma fundada confiança dos cidadãos na judicatura. Art. 16. O magistrado deve comportar-se na vida privada de modo a dignificar a função, cônscio de que o exercício da atividade jurisdicional impõe restrições e exigências pessoais distintas das acometidas aos cidadãos em geral. (...) Art. 40. Os preceitos do presente Código complementam os deveres funcionais dos juízes que emanam da Constituição Federal, do Estatuto da Magistratura e das demais disposições legais. Pode ser que estes 'alguns juízes' aleguem desconhecer o Estatuto. Entretanto, vejamos o que diz o art. 41: 'Os Tribunais brasileiros, por ocasião da posse de todo Juiz, entregar-lhe-ão um exemplar do Código de Ética da Magistratura Nacional, para fiel observância durante todo o tempo de exercício da judicatura'. Portanto, a nenhum magistrado é dado o direito de desconhecer os seus deveres funcionais, sendo certo que a manifestação em redes sociais representa uma violação desses deveres."

Milton Córdova Junior - 12/12/2018

"Muito 'interessante', querendo dizer na verdade 'suspeito' tal arquivamento (Migalhas 4.500 – 12/12/18 – "Deixa quieto" – clique aqui). Então quer dizer que os magistrados não sabiam que estavam infringindo seu próprio Código de Ética e o provimento 71? Eu, que não preciso sabê- lo, mas o sei, pois ainda não sou uma deles, e até mesmo a torcida do Flamengo o sabe, mas eles não? Sou filha de militar, e os militares são proibidos de se manifestarem politicamente, por razões mais do que óbvias! Acaso alguém deixa de ser julgado e punido por desconhecer leis que infringiu? Claro que não! Sabemos que não é desculpa! Mas é claro que sabiam! Não passam de jacobeus! Meu Jesus! Que tipo de gente está gerindo esse governo, nosso Judiciário? Estou enojada com tanta espúria!"

Gláucia Cristina de Oliveira Leite Torrezan - 13/12/2018

"Rapaz, queria saber quem é o humorista aí do Migalhas (Migalhas 4.500 – 12/12/18 – "Exegese da conveniência" – clique aqui). Essa observação é hilária!"

Cícero Moura - 13/12/2018

"Se os juízes não compreendem uma resolução do CNJ, há algo errado aí (Migalhas 4.500 – 12/12/18 – "Exegese da conveniência" – clique aqui). Se os próprios juízes não cumprem as regras, é no mínimo contraditório exigir o mesmo do jurisdicionado. É bom lembrar um velho ditado: 'o exemplo vem de cima'. Saudações migalheiras."

Luís Flávio Alves da Silva - 14/12/2018

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