quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Quinto Constitucional - uma migalha

de 27/8/2006 a 2/9/2006

"Raymundo Paschoal Barbosa foi meu mestre em muita coisa. Ele advogado e eu juiz, divergimos num congresso da OAB: eu defendendo a existência do quinto constitucional; ele reclamando sua extinção (Migalhas 1.488 – 31/8/06 – "Quinto", Adriano Pinto – clique aqui). 'Advogado é advogado; juiz é juiz. Quer ser juiz? Preste concurso. Que história é essa de querer entrar pela porta dos fundos?', dizia ele, com aquela sua eloqüência rara. Eu acreditava que os advogados e os promotores iriam 'arejar' a magistratura. Minha proposta era mais abrangente: por que não incluir os Delegados de Polícia, tão bacharéis como aqueles? Infelizmente, o tempo me mostrou que mestre Paschoal Barbosa, nisso como em tantas outras coisas, é que estava certo. Vi muito juiz que havia entrado pela tal porta dos fundos atacado de juizite. E onde está o tal arejamento?"

Adauto Suannes - 31/8/2006

"Eu não me oponho ao Quinto Constitucional, oponho-me à forma de escolha (Migalhas 1.488 – 31/8/06 – "Quinto", Adriano Pinto – clique aqui). Por que não são submetidos a provas, como os juízes, até mais rigorosas quando se trata de Tribunais, principalmente o egrégio STF. Vi casos de Ministra reprovada para juiz que foi nomeada para o egrégio STF, pelo 5º. Não há algo errado, colocando-a sob suspeição?"

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 1/9/2006

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