sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Circus

de 17/9/2006 a 23/9/2006

"Que texto maravilhoso e verdadeiro (Circus 8 – 15/9/06 – clique aqui)! Vida longa, Suannes, e com saúde pra fazer todas as coisas 'erradas' que tiver vontade. Abraço cordial do"

Salvador Ceglia Neto – escritório Ceglia Neto Advogados - 18/9/2006

"Ao Adauto (Circus 8 – 15/9/06 – clique aqui); Nosso muito obrigado."

José Gomara Sobrinho e Renata - 18/9/2006

"Fantástico o texto (Circus 8 – 15/9/06 – clique aqui)! Parabéns ao articulista!"

Simone Hegele Bolson - 20/9/2006

"(Circus 9 – 22/9/06 – clique aqui) 

'A questão, como diz Küng, não está em discutir conceitos. Qualquer um de nós afirmaria o que ele afirmou em seu livro Por que ainda ser cristão hoje?, de que me vali para estas reflexões: "Não deixo absolutamente de reconhecer o fracasso histórico do cristianismo" (sic). Nem por isso ele deixa de propor que continuemos a cristianizar a sociedade em que vivemos.' 

Prezado Sr. Adauto Suannes, Acompanho com grande interesse e admiração sua coluna virtual Circus. Hoje me deparei com reflexivo texto a respeito do desencanto do ser humano com tudo e com todos, exceto consigo mesmo. Admirei a coragem do Pe. Hans Kung ao enfrentar as hipocrisias de sua Igreja. No entanto discordo firmemente da conclusão dele a respeito da matéria, que a mim pareceu pusilânime (atribuindo ao Cristo a responsabilidade pelo uso ruinoso da fé perpetrado por sua própria Ordem): não houve fracasso histórico do cristianismo. Mas houve sim fracasso histórico de todos aqueles - católicos, evangélicos, neopentecostais, espíritas e quejandos - que, não compreendendo a filosofia cristã em sua máxima (amai ao próximo como a si mesmo), buscaram e buscam auferir poder - e dinheiro, ou e principalmente ambos - com os ensinamentos superiores recebidos Daquele que foi somente amor! Fraterno abraço do leitor,"

Mário Germano – OAB/GO 10.392 - 22/9/2006

"Prezado Adauto Suannes, Gostei muito da matéria de sua autoria: Cidadania (Circus 9 – 22/9/06 – clique aqui). Quanto à equação E = m . c2, creio que poderia ser assunto de muitas horas de agradável prosa. Um grande abraço."

Eng. Fernando A. Ramos Gonçalves - 22/9/2006

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