quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Freud explica – caso assessor especial da presidência da República, sr. F. Godoy

de 17/9/2006 a 23/9/2006

"O grande culpado disso aí tudo é o governo anterior (Migalhas 1.499 – 19/9/06 – "Freud erklärt" – clique aqui). Como privatizar uma empresa, vendendo-a por U$3.500.000.000 (três bilhões e quinhentos milhões de dólares) quando, de conformidade com seu presidente, valia na época de sua privatização a quantia de U$90.000.000.000 (noventa bilhões dólares). Se verdadeiro, um crime 'lesa-pátria', que deveria ser investigado rigorosamente, mas, nada se faz. E, as demais privatizações? Minha Gente, vamos salvar a Pátria, enquanto há tempo. A pessoa que deveria ocupar a presidência perdoa dívidas de mais de meia dúzia de países, e internamente, não há dinheiro para nada . Do jeito como estamos caminhando, logo mais, estamos pedindo ajuda aos bandidos bons, para que nos salvem. FORA LULA."

Elmar Göhr - 20/9/2006

"ESTOURO DE TROPA

É o estouro da boiada

Que ninguém se arrima,

Se se ataca lá em cima,

Se escoa pela baixada,

Achicou-se a companheirada

E nem Freud explica,

Quando a coisa se complica

No aconchego do Alvorada."

Mano Meira - RS - 20/9/2006

"Excelente matéria (Migalhas 1.499 – 19/9/06 – "Freud erklärt" – clique aqui)! A partir da análise de um pseudo-freud da política desnaturada brasileira, que não honra o bom nome de Freud, esclareceu sobre interessantes pontos de sua vida, bem como de sua psicanálise. Interessante, sobretudo, o final, quando lembra o magnífico Popper e sua crítica à psicanálise."

Juscelino Vieira Mendes - 20/9/2006

"Vocês viram a cara do Freud Godoy, o assessor direto do Lula  (Migalhas 1.499 – 19/9/06 – "Freud erklärt" – clique aqui)? Conheceram os demais envolvidos no caso? Viram suas fotos nos jornais? Ponham lado a lado essas fotos, esses personagens, essas figuras. Vocês se lembram de Cesare Beccaria e da idéia do tipo criminoso? Acrescente-se a foto do próprio presidente Lula, dos envolvidos no assassinato de Celso Daniel, junte fotos de pessoas que cercam o presidente, que com ele jogam futebol e participam das festanças da Granja do Torto. Que gente é essa? Como distingui-los de meliantes do PCC, por exemplo? Roubos, trapaças, ocultação de provas, encomendas de dossiês falsos, milhões de reais em flats, milhares de dólares em cuecas. O que é isso? Se compulsarmos os jornais, só os de hoje, veremos que diversos elementos (elementos é a palavra certa) ligados ao governo tem firmas de segurança. Veremos que pessoas ligadas ao presidente estão sendo presas em circunstâncias estranhas. Veremos os tipos que ocupam as ante-salas do Poder. Veremos que há envolvimento com tudo: superfaturamento de ambulâncias, crimes diversos e, até, assassinatos. Lembrem-se que já na época do caso Celso Daniel, o irmão do prefeito assassinado fez referência a Freud, o faz-tudo do presidente. Valdebrans e Gedimars a parte, há que lembrar que o fazedor de churrascos do Torto e diretor de um banco estatal é a óbvia ligação entre os petistas e o falso dossiê. Todos, sem exceção, atuam no comitê de Lula à presidência. São pessoas de sua inteira confiança, dispostas a tudo para manter o chefe no Poder e, com isso, manter o nefasto programa de governo de Lula para o Brasil, como parte das intenções de Fidel, Evo Morales e Chávez. Vocês já se esqueceram do Delúbio, do José Dirceu e do Genoino? Agora, a bola da vez é o Freud. Não o Sigmund, mas o Godoy. Até porque, do velho Freud temos o ensinamento de que 'o caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver'. Voltando ao início, observem com atenção as caras e tipos dos que cercam o núcleo do governo. É isso que se quer para o Brasil?"

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 20/9/2006

"Prezados Senhores, É duro confessar, mas tantos são os escândalos que assolam a já tão enlameada política nacional que sinceramente receio possa chegar o dia em que não mais teremos capacidade de nos indignar com tamanhos abusos e assaltos aos cofres públicos, que não é dos parlamentares de ocasião nem dos integrantes momentâneos do Palácio, mas do povo. Já vieram a público os mensalões, a máfia das sanguessugas, a máfia das ambulâncias, a fraude na edição das cartilhas governamentais, mais recentemente a compra de dossiê, entre vários outros que é escusado citar. Imaginemos quantos escândalos mais não estejam ainda guardados a sete chaves (ou a nove, a dez ... em termos de superfaturamento o governo é hors concours). A putrefação é tamanha que não há um só lugar nesse imenso Brasil em que se escape do inebriante aroma que exala do Planalto Central. Tenho curiosidade por saber qual o limite da nossa capacidade de nos surpreender com todos esses desmandos contra a coisa pública. Parece até que os parlamentares e o governante-mor nos testam propositadamente, talvez, quem sabe, por também eles comungarem dessa mesma curiosidade que nos assola. Todos os escândalos até aqui revelados são extremamente graves, mas o povo não parece se importar com tudo o que vem acontecendo, desde que o preço do feijão e do arroz continue barato e que persistam os auxílios mensais (auxílios-indignidades) distribuídos sistematicamente pelo governo. O que será que mais precisa acontecer para que se exija que as coisas voltem ao prumo, de onde nunca deveriam ter saído? A esse propósito, acabo de ler uma recente obra do escritor lusitano José Saramago ('As Intermitências da Morte') em que -  confesso que senti uma sensação estranha - parecia estar tomando como paradigma o Brasil de hoje. Não é incomum que estejamos a ler textos antigos (que o digam os apreciadores de Rui Barbosa) e pensemos que fora feito para a ocasião presente, não fosse o fato de sabermos que, afora sua atualidade, têm eles, muitas vezes, mais idade do que nós mesmos. Foi exatamente essa a sensação que experimentei ao ler o seguinte trecho da literatura citada: 'Poder-se-ia pensar que, após tantas e tão vergonhas cedências como haviam sido as do governo durante o sobe-e-desce das transacções com a máphia, indo ao extremo de consentir que os humildes e honestos funcionários públicos passassem a trabalhar a tempo inteiro para a organização criminosa, poder-se-ia pensar, dizíamos, que já não seriam possíveis maiores baixezas morais. Infelizmente, quando se avança às cegas pelos pantanosos terrenos da realpolitik, quando o pragmatismo toma conta da batuta e dirige o concerto sem atender ao que está escrito na pauta, o mais certo é que a lógica imperativa do alvitamento venha a demonstrar, afinal, que ainda havia uns quantos degraus para descer.' (p. 59). No caso do livro, o país em que o governo negociava com a 'maphia' era fictício, mas bastava ao escritor que lhe desse o nome de Brasil para instantaneamente os livreiros serem obrigados a mudar a obra para as prateleiras destinadas aos contos de 'não-ficção'.  Cordialmente,"

Renato Ayres Martins de Oliveira – advogado, C. Martins & Advogados Associados S/C - 20/9/2006

"Pornochanchada – Estava em um táxi, mais uma vez a caminho do aeroporto, quando no rádio do veículo um repórter tecia comentários sobre o recentíssimo escândalo(?) envolvendo a pretensa venda de um dossiê. O motorista do táxi, um senhor de idade já avançada, comentou saber tratar-se de mais uma 'patifaria', como ele denominou o conjunto dos fatos informados, mas, ao mesmo tempo, em sua provecta inocência, declinou desconhecer o que seria um 'dossiê'. Aproveitei a oportunidade para, além de esclarecê-lo sobre o tema, trocar idéias e informações sobre a próxima eleição. Percebi que pouco conhecimento o aludido senhor possuía a respeito dos cargos (atribuições, poderes, duração do mandato, garantias e vantagens, etc.) e sobre os próprios candidatos e, ao mesmo tempo, dele extraí o pensamento a respeito de a política brasileira ter se transformado em verdadeira pornochanchada. Com simplicidade, esse motorista declinou uma expressiva síntese sobre o momento político em que vivemos. Também abriu meus olhos para a chance que ainda temos de criarmos canais de disseminação de informações e esclarecimentos junto a nossos prestadores de serviços diários, transmitindo-lhes, no mínimo, explicações sobre as atribuições dos congressistas, duração do mandato (especialmente dos senadores) e outros dados que a maioria dos eleitores brasileiros desconhece, inclusive sobre a tão perigosa e almejada imunidade parlamentar, que hoje mais se traduz em meio de garantir a impunidade. Assim, ilustres Migalheiros, vamos à luta divulgado informações e esclarecimentos, sempre lembrando que essa é uma forma de por em prática o juramento que fizemos de defender o Estado de Direito."

Gloria Porchat - 20/9/2006

"Uma pergunta que espero não ofenda ninguém. Se todos os homens íntimos do Sr. Luiz Inácio da Silva estão envolvidos em escândalos e corrupção, já imaginaram o que está ocorrendo com os milhares de petistas, nomeados na máquina federal??!!"

Eduardo Augusto de Campos Pires - 21/9/2006

"Lula continua dando uma de 'desentendido' no que se refere ao dossiê. Impressionante a 'ingenuidade' do nosso Presidente não é mesmo? Deveria voltar ao berçário."

Telma Fleury - 21/9/2006

"Sr. Editor: A propósito da notícia 'Cachorradas' (Migalhas 1.500 – 20/9/06), não seria pertinente uma investigação por parte de Migalhas do infausto acontecimento, inclusive com o apontar de culpado(s), se houver? Afinal durante um ano, aproximadamente, Migalhas manteve o suspense em relação ao ômega australiano do Sr. Ministro."

Ednardo Souza Melo - 21/9/2006

 "CANDIDATO A CHURRASQUEIRO

Esse escândalo Froidiano

Que estourou no Planalto,

Deixou de sobressalto

Os restaurantes pampeanos,

Tem muito índio paisano

Com fama de fogueteiro,

Que vê nesse entrevero

Forma de subir na vida,

Mala pronta e de partida,

Candidato a churrasqueiro."

Mano Meira - RS - 21/9/2006

"Amigos, Acredito que os psicanalistas não vão gostar do informativo de hoje (Migalhas 1.499 – 19/9/06)."

Helberty Vinícios Coelho - gerente de Impostos e Contabilidade, Miramar Produtos Alimentícios Ltda. - 21/9/2006

"A Constituição Federal em seu Título II, Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo I - Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, art. 5, Inc. XIV - diz: 'é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional'. A Constituição Federal, portanto, garante ao indivíduo e à sociedade o direito à informação, e por esta razão os meios de comunicação - chamada mídia - está sonegando ao povo brasileiro, à sociedade civil brasileira a informação sobre o conteúdo do Vídeo dos Sanguessugas. É necessário que a sociedade civil se levante exigindo o cumprimento da Constituição para a divulgação do conteúdo do chamado 'dossiê' dos Vedoin. É necessário que se mostre o documento feito no tempo em que o Serra era ministro. Sonegar esta informação é prestar um desserviço ao povo brasileiro. Devemos fazer uma campanha para que a mídia publique o conteúdo deste 'dossiê' recorrendo até à justiça para que se obrigue a mídia cumprir a Constituição Federal. Pela divulgação do conteúdo do 'dossiê' Vedoin."

Deusdedith Carmo - 22/9/2006

"A Senadora Ideli Salvatti, PT/SC, conhece o churrasqueiro pego com o espeto dentro do crime eleitoral praticado pelo candidato Lula ?"

Alexandre Thiollier - escritório Thiollier Advogados - 22/9/2006

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