quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Banco do Brasil

de 31/12/2006 a 6/1/2007

"Um Banco para chamar de seu - Negócios & Cia. - O Globo 29/12/2006. Sobre o título informando sobre campanha publicitária do Banco do Brasil, onde 300 agências nos principais Estados terão suas fachadas rebatizadas com nome de pessoas, tal como: BANCO DA ANA. Eu sou de uma geração que aprendeu ser o Banco do Brasil uma das melhores carreiras a seguir uma instituição exemplar do Povo Brasileiro, o que nos dia de hoje é apenas propaganda enganosa. Por acreditar na instituição centenária, milhões de Reais das minhas empresas, BS Brazil Software, foram desviadas das contas correntes nas agências Petrobras e Centro, no Rio de Janeiro, obrigando-me a fechá-las. No meu caso, as duas agências, as maiores, poderiam ser rebatizadas de: Banco da Mãe Joana. Quando fui à justiça comum em busca de reaver o que me foi levado de forma ilícita, por bando formado por meus contadores, ex-funcionários e funcionários do Banco do Brasil, mais de R$ 10 milhões, eis que surge um exército de advogados, não para defender os interesses do Banco, mas, acobertar crimes e criminosos, obstruir a justiça, servindo-se de tráfico de influência nos cartórios, servindo-se da condição de administrar de todo o dinheiro do Tribunal de Justiça do Estado do RJ, por exemplo, mais de R$ 10 bilhões de Reais. Imaginem causa de seu interesse, dependendo de julgamento de Juiz de Direito precisando renovar o cheque Ouro Especial e ou aumentar o limite do cartão OUROCARD?! 'Quis custodies custodiet'? O Banco do Brasil é recordista em reclamações nos PROCONs e lidera a lista dos mais acionados em todas as instâncias em todos os Tribunais de Justiça do Brasil. A melhor forma de fidelizar o cliente é respeitando-o contratualmente, assim como respeitar o que estabelece o Código de Defesa do Consumidor, fiscalizando e punindo funcionários transgressores. Minhas empresas e eu fomos arruinados por acreditarmos no Banco do Brasil. Meu principal interlocutor à época, Carlos Gilberto Caetano, Diretor de Finanças, foi condenado recentemente na Justiça Federal a 12 anos de prisão, junto com seu ex-presidente, Paulo Cézar Ximenes. Vejam que diferente do banqueiro gatuno do Banco Santos os bancários Estatais citados nunca estiveram presos, o que mostra que a Justiça no Brasil não é cega. O mau exemplo vem de cima! Não tem escândalo de corrupção e assalto aos cofres públicos nos últimos 20 anos, em que não esteja envolvido como Caixa 2 ou cúmplice, o Banco do Brasil e funcionários graduados, tais como no caso do Valerioduto, Mensalão e também do já esquecido escândalo das contas CC-5 no BANESTADO no Paraná, que na grande maioria eram no Banco do Brasil. Essa campanha publicitária é desperdício de dinheiro público, melhor investirem em segurança de sistemas e jurídica, auditorias, organização jurídica e advogados éticos, mas principalmente observarem o Código de ética que divulgam na Internet."

Gilberto Seródio Silva - sócio administrador BS Brazil Software Ltda. - 3/1/2007

"Como consumidora dos serviços do Banco do Brasil, eu, ao contrário de todas as opiniões migalheiras, gostei sim da campanha (Migalhas 1.568 – 5/1/07). O Banco do Brasil não mudou de nome! Trata-se de uma campanha, durante a qual algumas das principais agências terão alterados os nomes em suas fachadas, com nomes de brasileiros comuns. Isto não afeta em absolutamente nada a marca ou confiabilidade do Banco. Isto é ridículo! Passados os 30 dias da campanha, tudo voltará a ser como antes... Ao argumento de que foram gastos muitos reais, gostaria de saber se alguma agência promove campanhas de graça... (Se fizer, me contem, por favor!) Ora, o Banco do Brasil, mesmo sendo uma instituição financeira peculiar, pois constitui estatal, concorre no mercado financeiro como as outras e utiliza, portanto, as mesmas estratégias para angariar clientes. Não vejo, em princípio, considerados os argumentos dos migalheiros, qualquer problema com a campanha."

Ane Caroline Alves de Oliveira - 5/1/2007

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