sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Gramatigalhas

de 31/12/2006 a 6/1/2007

"Prezado, Em um estudo realizado por esse grande autor (José Maria da Costa) no encarte Gramatigalhas, acerca da palavra 'acórdão', utilizou-se como exemplos as frases a seguir (Migalhas 903 – 14/4/04 – Acordando sobre o "acórdão" - clique aqui): 'b) "Os integrantes da Turma Julgadora acordam, nesta oportunidade, em dar pelo provimento do recurso"; c) "Os integrantes da Turma Julgadora acordaram, na sessão de ontem, em dar pelo provimento do recurso"; d) "Não se sabe se os integrantes da Turma Julgadora acordarão, na sessão de amanhã, em dar pelo provimento do recurso".' Ocorre que no livro 'dicionário de verbos e regimes', Francisco Fernandes, Editora Globo, Décima Terceira Edição, na página 48, ao definir a palavra acordar, o exemplo usado foi: 'Acordaram deferir o diadema ao que mais justo fosse'. Questiono, escreve-se acordam os desembargadores... em negar ou negar provimento. Abraços,"

Pablício Cardoso – escritório Valadares, Gertrudes, Costa & Cardoso Advogados Associados - 3/1/2007

"Gostaria de consultar o Professor José Maria da Costa acerca do uso correto do verbo 'dignar-se'. Já pude observar que alguns utilizam a forma, por exemplo, 'requer-se que Vossa Excelência digne-se DE conceder'; outros utilizam 'requer-se que Vossa Excelência digne-se A conceder'; outros, ainda, 'requer-se que Vossa Excelência digne-se conceder' (sem a preposição). Qual é a forma correta? Obrigada,"

Jéssica Ricci Gago – escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados - 3/1/2007

"Gostaria de tomar conhecimento dos esclarecimento do Professor José Maria a respeito da flexão da palavra bastante. É correto dizer 'há bastantes leis neste país'?"

Fuad Ballura

Nota da redação o informativo Migalhas 1.276, de 19/10/05, trouxe o verbete "Bastante procurador" na seção Gramatigalhas. Clique aqui para conferir.

Fuad Ballura - 3/1/2007

"Gramatigalhas: Assistindo às solenidades de posse do Excelentíssimo Senhor Presidente da República e de alguns governadores, deparei com a seguinte dúvida: Lula e o Governador do Rio de Janeiro, em seus discursos, usaram a expressão 'temos DE ver...', 'temos DE entender...'. Gostaria de saber qual a maneira correta e, se ambas, quando utilizar 'temos de' ou 'temos que'. Abraços cordiais e votos de um feliz 2007 para todos!"

Regina Cardoso Machado - escritório Pinheiro e D´Arce Pinheiro - Advogados - 4/1/2007

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