quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Circus

de 14/1/2007 a 20/1/2007

"Gostaria de fazer um comentário sobre a coluna do Dr. Adauto Suannes de sexta-feira passada que disse que imagina que a correição hoje em dia nos cartórios seja informatizada tal e qual na lojinha de parafusos e miçangas (Migalhas 1.568 – 5/1/07 – "Correição anual" – clique aqui)... Tive a oportunidade de ser nomeada pela OAB para acompanhar a correição de um dos cartórios, justamente do Ipiranga, e, para meu espanto a correição ainda é feita daquele mesmo jeito que o Dr. Adauto fazia quando lá era Juiz, só que com uma diferença, é por amostragem, caso contrário a correição duraria o ano inteiro e o juiz não fazia mais nada além de correição, e ainda não acabava. Mais espantoso ainda foi quando me deparei com uma pasta cheia de plásticos e recortes de jornal, serviço esse feito diariamente pela escrivã, e pasmem exigência do Tribunal, mas consta que o Cartório é informatizado... Pode? Aliás, o Dr. Adauto Suannes seria muito bem-vindo em uma visita na Colina História."

Marta Silva Moreira - advogada inscrita na 100ª Subsecção - Ipiranga - 15/1/2007

"Prezada doutora Marta. Já que a senhora compareceu à correição em nome da OAB, penso que, em colaboração ao Judiciário, poderia fazer um relatório indicando: a) quantos autos de processo foram vistoriados durante a correição; b) quantos desses processos tiveram algum despacho determinando alguma providência correcional; c) qual o número total de feitos em andamento em cada cartório. Isso mesmo, certamente, se aplica à correção feita na Delegacia de Polícia. Um abraço do colega,"

Adauto Suannes - 16/1/2007

"Admiro e respeito o informe ‘Migalhas’, que reputo de alta qualidade. Não obstante esse apanágio, causou-me profundo descontentamento ao me deparar com o artigo do ilustre Adauto Suannes, reproduzindo nesta data o texto 'O Filho do Juiz' (Circus 26 – 19/1/07 – clique aqui). Lastimo essa reprodução a qual fere os sentimentos de quem nutre pela pessoa do Senhor Jesus Cristo admiração e respeito, pelo que Ele foi, é e será eternamente, como Filho de Deus. Outros artigos foram ali apresentados, sempre procurando manifestar opiniões que não firam e nem melindrem os sentimentos dos leitores. Todavia, o que li hoje causa-me repulsa e protesto. Imagino o que sentiram os adeptos da religião muçulmana quando o seu líder Maomé foi exposto a deboche por irresponsáveis cidadãos. Auguro não mais ler nesta apreciável coluna artigos desse naipe o que certamente contribuirá para denegrir uma imagem simpática que tem conseguido manter o respeitado Migalhas."

Clênio Falcão Lins Caldas - 19/1/2007

"Senhores, Com ironia ou sem ironia, a divulgação de um texto de tal teor de um conhecido materialista e ateu por um boletim supostamente técnico ou jurídico em nada contribui para o bom nome do Migalhas, além de desrespeitar aqueles chamados cristãos (Circus 26 – 19/1/07 – clique aqui). Perdeu-se uma boa oportunidade de se ficar calado (no sentido figurado!)."

Antonio de Castro - 19/1/2007

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