segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Carnaval

de 4/2/2007 a 10/2/2007

"Prezados (as) Srs. (as): Li a migalha 'Nem aí pro Carnaval' (Migalhas 1.590, de 6/2/07) e fiquei um tanto quanto surpreso, eis que eu acabara de receber a informação de um Ilustre amigo, no sentido de que teria sido cassada a decisão prolatada pelo eminente juiz-substituto Ronald Carvalho Filho, da JF/SP, nos autos Ação Civil Pública nº 2007.61.00.001691-0, por decisão proferida pelo Desembargador Antônio Cedenho, do TRF/3ª Região. Tal fato, apesar de parecer sem relevância (ao menos para a maior fatia da população), garantirá, sem maiores transtornos, a viagem dos colegas migalheiros foliões que dependem das aeronaves modelos Boeing-737/700, Boeing-737/800 e Fokker-100 e do Aeroporto de Congonhas, para se deleitar do Carnaval! Um grande abraço e mais uma vez parabéns pelo site. Atenciosamente,"

Eduardo Correa da Silva – escritório Pardo Advogados & Associados - 8/2/2007

"Causou surpresa a sentença do juiz substituto Ronald Carvalho Filho, que proibiu o acesso de certas aeronaves ao Aeroporto de Congonhas, afirmando que os aviões vetados usam mais de 80% das pistas para decolagens e pousos, o que não seria seguro (Migalhas 1.590 – 6/2/07 – "Nem aí pro Carnaval"). Segundo o juiz, os modelos proibidos deixam apenas entre 300 e 400 metros remanescentes livres, o que, evidentemente, não seria seguro. Surpreso fiquei eu, e por certo o público em geral, que utiliza aviões que pousam ou decolam no Aeroporto de Congonhas, ao saber que ninguém havia descoberto isso antes. Mais surpreso, ainda, fiquei ao saber que, com relação a um dos modelos, o Boeing 737/400, não houve análise por falta de informações de parte da ANAC. Para que servem as Agências e outras autoridades que decidem sobre aviação no Brasil? Foi preciso que quatro aviões derrapassem na pista de Congonhas para que alguém acordasse. E a interdição das pistas, quando chove e mais de 3 milímetros de água se acumula (3 milímetros!) nelas, é francamente ridícula. Não bastasse a falta de segurança nas principais capitais do país e a situação caótica dos controles de vôos no território brasileiro, o aceno, agora, é em direção ao caos generalizado, o que evidentemente afasta os turistas de nosso país. Acho que está tudo errado. Quem deveria cuidar do assunto são os interessados no turismo, o que não parece comover nosso governo. Seguro, mesmo, só o presidente com o chamado Aerolula, que custou a bagatela de 57 milhões de dólares, que pousa e decola onde quer, de maneira segura. Mas, era de fato necessário, até porque, segundo a explicação da Aeronáutica, quando da compra do 'brinquedinho', o avião presidencial 'tanto em ambiente de crise, como na possibilidade de um conflito, ele passa a integrar o sistema de defesa do país e transforma-se em um posto de comando no ar, por meio do qual o presidente da República, Comandante Supremo das forças armadas, coordena as ações essenciais para a segurança do território nacional'. Assim como o presidente dos EUA no Air Force One. Chávez e Evo que se cuidem. Não temos porque temer. Em tempo: Leio, agora, que o TRF revogou a decisão do magistrado e tornou sem efeito a proibição, de modo que fica tudo dantes no quartel de Abrantes, o dito pelo não dito, o risco se mantendo e o caos se instalando."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 8/2/2007

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