domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Poesia

de 11/2/2007 a 17/2/2007

"Oi Prezado Diretor: Gostaria de dizer que este informativo está me incentivando a arriscar algumas linhas 'poéticas'. Lendo os dois últimos intróitos poéticos, tentei fazer o soneto que segue abaixo:

'Ousar : progresso só assim se obtém.' Vitor Hugo (1802-1885)

ERROS PROFISSIONAIS

Erros, quem não os comete.

Só mesmo quem nenhuma atividade exerce.

É que deles estão isentos, livres

Assim, sem temor, deve-se seguir avante!

Mas é bom que sejam, a tempo, descobertos.

É comum sua ocorrência entre os profissionais.

Só que: 'os dos médicos, a terra cobre'.

O dos engenheiros, o buraco engole.

Ainda têm os erros, não se engane

Dos pilotos, que a floresta come.

Dos cientistas, a cura entra em recesso.

Portanto, cada qual faça a sua 'mea culpa'

Mesmo porque, sem erros, não há progresso.

Mas, para certos equívocos, tem sim, desculpa.

Dos erros Profissionais II

Obrigado, eu lhe agradeço

Quando meus erros traz à pêlo.

Não é bom que sejam encobertos.

Sejamos francos, abertos.

Mas, não esqueça jamais,

Dos erros dos outros profissionais:

Os dos médicos, a terra cobre.

Os dos engenheiros, o buraco engole.

Ainda têm os erros, não se engane,

Dos pilotos, que a floresta come,

Dos juízes, que a súmula esconde.

Mas, em qualquer atividade,

Deve aflorar, sem medo, a criatividade.

Sem ela, não é possível se construir a Utopia.

Atenciosamente."

Paulo Basílio - 12/2/2007

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