quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migafalhas, as falhas do Migalhas

de 11/2/2007 a 17/2/2007

"Quero cumprimentar a redação deste prestigioso rotativo, pela nomeação de novo Presidente da República, Camilo Castelo Branco, que teria assinado a famigerada Lei de Imprensa (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro"). Poupe, amantíssimo Diretor, as chibatadas devidas ao escriba."

Sérgio Guillen - 12/2/2007

"No 'Baú migalheiro' de hoje (Migalhas 1.593 – 9/2/07), um lapso: Óbvio que foi um lapso: a indigitada Lei de Imprensa foi assinada por Humberto de Alencar Castello Branco, primeiro general presidente do período inaugurado em 1964, e não por Camilo Castelo Branco, escritor. É bom a ressalva para que desavisados não reproduzam o lapso, tomando um por outro ou este por aquele. Cordiais saudações do migalheiro"

Vicente Caricchio Neto - 12/2/2007

"Por favor, observem o equívoco cometido nesta Edição de Migalhas (1.593 – 9/2/07), adiante transcrito: 'Baú migalheiro: Há 40 anos, no dia 9 de fevereiro de 1967, o presidente da República Camilo Castello Branco assinava lei. 5.250, a qual "regula a liberdade de manifestação do pensamento e de informações" - a lei da imprensa.' É que o então Presidente da República era o Marechal Humberto de Alencar Castello Branco que presidiu o País de 15/4/1964 a 15/3/1967. Vale lembrar, ainda, que Camilo Castelo Branco era escritor português, tendo vivido no Século XIX. Impossível, portanto, confundi-lo com o General Presidente, um dos líderes do movimento revolucionário brasileiro de 1964. Grata pela atenção."

Elisa de Jesus Pedrosa Aurélio - 12/2/2007

"Ilustre Diretor: Promover Camilo Castelo Branco à Presidente da República nem mais é caso para chibatadas (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro")! Talvez o garrote vil, aplicado ao redator, fosse uma recompensa proporcional a tão grande talento! Cordialmente."

Carlos de Figueiredo Forbes - 12/2/2007

"Lê-se em Migalhas (1.593) de 9 de fevereiro:

'Baú migalheiro

Há 40 anos, no dia 9 de fevereiro de 1967, o presidente da República Camilo Castello Branco assinava lei...'

O Cearucho recebeu telecarta do escritor português Humberto de Alencar, comentando, bem-humorado, a notícia sobre a Lei de Imprensa de 1967. Acrescentou que dita lei foi promulgada por outro cearucho (nasceu no Ceará e estudou no colégio militar de Porto Alegre), e pediu que lembrasse aos seus contemporâneos, que, naquele 1967, foi insultado pelo presidente francês Carlos Degola, que lhe presenteou com uma gravata (lembram-se que ele quase não tinha pescoço?). Não se dando por achado, retribuiu a gentileza, presenteando o gigante francês com um 'fuquinha', rindo-se de antemão, ao imaginar o Presidente tentando entrar no automóvel. Pediu, finalmente, não fosse o redator alvo de nenhuma chibatada pedagógica, porquanto seu ato falho proporcionou aos mais novos conhecerem; e aos mais velhos, lembrarem a piada contada acima, sacada por algum brasileiro divertido, por ocasião da visita do presidente francês a nosso País. Da memória do CEARUCHO.

P.S.

É Migalhas dos Leitores
Uma Seção cearucha:
Tem repentes cearense,
E tem poesia gaúcha."

Francimar Torres Maia - o Cearucho, OAB/RS 21.132 - 12/2/2007

"É certo que os tempos eram de ditadura e o presidente era indicado (eleito indiretamente), mas Camilo Castelo Branco nunca foi presidente do Brasil, nem sob o pseudônimo de Humberto de Alencar Castello Branco (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro"). Acontece!"

Wagner Lima - 12/2/2007

"Prezados, Lendo a edição de hoje, notei uma incorreção no 'Baú Migalheiro', onde se faz referência ao aniversário da Lei de Imprensa (Migalhas 1.593 – 9/2/07). Menciona a matéria que o Presidente da República que sancionou a Lei de Imprensa teria sido Camilo Castelo Branco, quando na verdade o Presidente República naquele ano era o Sr. Humberto de Alencar. Camilo Castelo Branco foi um escritor português, (Lisboa, 16 de Março de 1825 — São Miguel de Seide, 1º de junho de 1890), não tendo participado da política brasileira nos anos de chumbo. Atenciosamente,"

Franklin Moreira dos Santos – escritório Gondim, Advogados Associados - 12/2/2007

"Como assídua leitora de Migalhas, gostaria de, humildemente, fazer uma correção quanto ao publicado no 'Baú Migalheiro' desta data (Migalhas 1.593 – 9/2/07), onde o Presidente da República Humberto de Alencar Castello Branco, nascido em 20/9/1897 na cidade de Fortaleza/CE, foi confundido com o escritor português Camilo Castelo Branco, natural de Lisboa, nascido no ano de 1825, autor, entre outras, da obra 'Amor de Perdição'. Atenciosamente,"

Ana Carolina Abdalla - 12/2/2007

"Por favor, corrijam o 'Baú Migalheiro' (Migalhas 1.593 – 9/2/07). O presidente era Humberto Alencar Castello Branco, e não Camilo. Eu com 17 anos, estava lá, e acompanhei a história recente, que só deixa saudades."

José Roberto Frutuoso - Predimar Administração Predial - 12/2/2007

"Data vênia, o presidente da República, há 40 anos, que assinou a Lei de Imprensa, era o Marechal Humberto (e não Camilo) Castelo Branco. (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro")"

Delfim S. Teixeira - 12/2/2007

"Camilo Castelo Branco (escritor português do séc. XIX)  presidente brasileiro é ruim, hein? Marechal Humberto de Alencar Castello Branco seria menos equivocado. (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro")"

Évelin Celso Neto - 12/2/2007

"Nobre Dirretor: Qual a sua bronca com o escritor Camilo Castelo Branco, o qual nem mesmo chegou a presidente da Academia Brasileira de Letras. Talvez pudesse ter sido o Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, o mais famoso mecejanense, depois do Chico Anízio, se não me falha a memória (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro"). Saudações," 

José Sérgio di Sanctis - 12/2/2007

"Oh, Migalhas! Logo Camilo Castelo Branco como presidente do Brasil ? (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro")."

Lamartine Lima - 12/2/2007

"Sr. editor de Migalhas Camilo Castelo Branco foi escritor. O Presidente se chamava  Humberto de Alencar Castello Branco. Favor corrigir este erro histórico."

Paulo Roberto dos Santos - CREA-SP 0.640.413.389 - Bacharelando em Direito - 5° Semestre - 12/2/2007

"Excelências, Bom dia! Tem a presente o fito de corrigir erro material e uma tremenda blasfêmia para com o Ilustre escriba Camilo Castelo Branco (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro"). Em 1967, o presidente era o então Marechal Humberto de Alencar Castello Branco. Um abraço,"

Antônio Bezerra de Oliveira – Brasília/DF - 12/2/2007

"Por favor, senhor Diretor desse prestigiado Diário: 'Defenestre' o Redator e todo o extenso quadro de revisores, que debitaram ao grande literato Camilo Castelo Branco, no 'Baú Migalheiro', a imposição da famigerada 'Lei da Imprensa' ao sofrido e então amordaçado povo brasileiro, quando o culpado pela agressão autoritária foi o pequeno marechal Humberto de Alencar Castello Branco, primeiro ocupante da seqüência ditatorial dos 'anos de chumbo' (Migalhas 1.593 – 9/2/07). Saudações do migalhista contumaz"

Cezar Gouvêa - 12/2/2007

"Em 'Baú migalheiro' houve um pequeno equívoco (Migalhas 1.593 – 9/2/07): o nome do competente, invejável e saudoso chefe de Estado e residente que salvou o Brasil e a América 'dos profanos bestiais' comunistas sanguinários é Marechal Humberto de Alencar Castello Branco. P.S. 'Dos profanos bestiais'... verso do poema de minha humilde lavra intitulado 'Tributo ao Generalato', lavrado especialmente em homenagem à elite da Sociedade Militar Brasileira que transformou nosso país na oitava potência econômica mundial, o que nenhum terrorista da sanguinária esquerda radical pode negar... Como diria o professor Zagalo : 'Vocês vão ter que me engolir'!"

Coronel Gregio - 12/2/2007

"Amado Diretor, foi lamentável o equívoco com os Castelos Brancos (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro"), pois do primeiro, o Camilo, sinto saudades, mas do segundo, o Humberto, nem um pouco. Declarou-se fiel ao Jango, porém o traiu, porque a sua ânsia golpista era maior do que a sua lealdade. Foi um dos grandes entreguistas brasileiros, começando pelo projeto Jari na Amazônia, doando nosso patrimônio de 4 milhões de hectares ao americano Daniel Ludwig. Há outros casos dignos de menção, mas no momento fico só com este. Quem tiver dúvidas, favor ler o livro 'ABC do entreguismo no Brasil'. O nome do general, ilustre componente da elite militar, como bem ressaltou o coronel Gregio, está lá com todas as letras. Saudações do"

Abílio Neto - 12/2/2007

"Epa! a safa e sempre galhofeira redação de migalhas, na edição de hoje, vai longe, lépida e faceira, ao 'ressuscitar' o imortal escritor luso Camilo Castelo Branco e fazê-lo, primeiro, presidente (militar) desta tropical e conturbada 'terras dos papagaios' - como a designaram os intrépidos navegadores da esquadra cabralina -, e , depois, induzi-lo a sacar a caneta (ou o fuzil ?) para editar, nos idos tormentosos de 1965, a Lei de imprensa !? Isso é o que se pode chamar de atrapalhada venial com os nomes de personagens célebres que jazem no sono irrevogável e imutável da coisa julgada material da historia ...!?"

Wagner de Barros - 12/2/2007

"Prezados Colegas, que vergonha passei com essa bobagem escrita pelos senhores. Desde quando o Escritor Português Camilo Castelo Branco assinou alguma Lei? Meu amigo historiador, tirou-me da terrível cilada por vocês armada.

'Brasília, em 9 de fevereiro de 1967; 146º da Independência e 79º da República.

H. CASTELLO BRANCO

Carlos Medeiros Silva'

Haja chibata!"

Rafael Luis de Sousa - Assessoria Jurídica Urbano Sul - 12/2/2007

"O Presidente da República em 1967 era Humberto de Alencar Castello Branco e não como constou (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro")."

Maria Lucia da Silva - 13/2/2007

"Caros amigos, O Presidente da República que sancionou a Lei de Imprensa (Lei n. 5.250/67) foi o General Humberto de Alencar Castello Branco e não o escritor Camilo Castelo Branco, como se assinala neste informativo (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro"). Cordialmente,"

Arael M. da Costa - OAB/PB 818 - 13/2/2007

"Prezado José Sérgio di Sanctis, Escreveu em Migalhas dos leitores (Migalhas 1.594 – 12/2/07 – "Migalhas dos leitores - Castelo de cartas à Redação"): 'O mais famoso mecejanense, depois do Chico Anízio, se não me falha a memória...'. Socorrendo sua memória, foi ilustre mecejanense José Martiniano de Alencar, escritor e senador da República. Chico Anízio é de Maranguape. Informação do"

Francimar Torres Maia - o Cearucho, OAB/RS 21.132 - 13/2/2007

"Que barbaridade! Migalhas conseguiu ressuscitar uma figura pequena, física e politicamente, que deu os primeiros passos na tragédia que seriam os anos de chumbo. Viva Camilo Castelo Branco (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Baú migalheiro")!"

Armando Silva do Prado - 13/2/2007

"Boa, Diretor: Lembram-se da justificativa para a migafalhas castelar (Migalhas 1.594 – 12/2/07 – "Migalhas dos leitores - Castelo de cartas à Redação")? Pois é, creio que, diante da atitude pedagogicamente firme do Diretor de Migalhas, o pessoal vai pensar duas vezes antes de intentar novo 'golpe do baú'."

Francimar Torres Maia - o Cearucho, OAB/RS 21.132 - 13/2/2007

"Sou um neófito assumido, cursando apenas o terceiro período da faculdade de Direito na capital mineira, mas não pude deixar de notar um erro básico na edição de hoje do Migalhas (1.598 - 16/2/07 – clique aqui). No tópico 'TI', foi escrito que a 'gestão estratégica de escritórios de advocacia ganha um novo enfoque a partir do momento em que entrou em vigor a Lei 11.419/06'. Não queria denunciar, com medo dos editores serem punidos com as famosas e dolorosas chibatadas, mas no mais básico período da faculdade os professores tentam ensinar a diferença em que uma lei é promulgada, publicada ou quando entra em vigor, findando o 'vacatio legis'. Tão básico, que esse princípio se encontra na Lei de Introdução ao Código Civil. Imagino que, se o Exmo. Sr. Dr. Diretor notar esse erro de principiante, antes do editor ser levado novamente às aulas de Introdução ao Estudo de Direito, ele será ‘introduzido’ no mundo das chibatas. Amém!"

Henrique Donato Rabelo - 16/2/2007

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