sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Governo Lula

de 11/2/2007 a 17/2/2007

"O jurista Miguel Reale Jr. comenta sobre o direito legítimo do deputado Dirceu provar sua inocência (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Autoria"). Mas, o professor parte para a desqualificação daquele que, ao contrário de muitos oportunistas, fez a boa luta, ainda que às custas de uma possível carreira no serviço público ou na atividade particular. Em 2006 o deputado Dirceu sofreu um julgamento político empurrado pelas quatro famílias 'donas do pensamento público' em Pindorama (Marinho, Civita, Frias e Mesquita). Se 1,5 milhão do povo entender que ele merece a anistia, não haverá de ser a claque 'goebbelsiana' que a impedirá."

Armando Silva do Prado - 12/2/2007

"Eu dispenso os palpites de Thomas Bastos e de Ellen Gracie na atual barbárie em que vivemos. Prefiro repetir Castro Alves: 'Senhor Deus dos desgraçados! Dizei-me Vós, Senhor Deus, Se eu deliro... ou se é verdade Tanto horror perante os céus'?!"

Luiz de Gonzaga Giannini - 12/2/2007

"Se José Dirceu anda atrás de 1.000.000 de assinaturas para conseguir a tão sonhada anistia, conclamo os colegas de profissão, familiares, amigos e colegas de trabalho, para, em conjunto, obtermos somente 1.000.001 assinaturas para vetar tal manobra deste ardiloso político (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Autoria"). Chega de ficarmos sentados diante de tamanha 'enfadonhisse'! A propósito, políticos, cuidado: a população brasileira continua crescendo a tal ponto de que a localização geográfica de Brasília não mais será empecilho para a tão sonhada liberdade."

Guilherme Stadolny Bordin - 12/2/2007

"Clamo à altíssima Direção deste informativo que, ao menos uma vez, abra uma exceção aos reles mortais e empreste o seu luxuosíssimo jatinho intercontinental para que possamos enviar para Caracas, em um vôo só de ida, os diletos 'aloprados' que tiverem a genial idéia chavista do 'plebiscito presidencial', para que lá estes possam viver, em todo o seu esplendor, a Ditadura... Digo, a Revolução EMbRoMAlivariana... Digo, Bolivariana. Saudações!"

Paulo Eduardo Penna Prado - 12/2/2007

"A vitória de Lula, um operário, para Presidência da República tem efeito muito mais significativo para o Brasil e, até, para o mundo do que se possa avaliar. Primeiro, porque isto só foi possível devido ao fim da Guerra Fria. Segundo, porque as elites nesta confusão se dividiram. Terceiro, porque superestimaram sua capacidade de derrubar governo, quando lhes conviessem. O operário Lula foi mais esperto e investiu no povão. Agora, assistimos a derrocada do PFL. Sempre governaram. Sem a máquina pública na mão são incompetentes."

Antonio Negrão de Sá - 12/2/2007

"Os políticos estão cumprindo a profecia de Rui Barbosa, fazendo os brasileiros sentir vergonha da honestidade, da honra e do trabalho digno."

Renzo Sansoni - 12/2/2007

"Neste milênio, o sistema de informação e de comunicação tornou o mundo muito mais rápido. Toda a sociedade está obrigada a acompanhar este ritmo. No entanto, uma área vital mantém-se alheia a esta mudança: a política. Deve existir, além do referendo, outro meio ágil e menos oneroso, digital, que interrompa um mandato parlamentar, que não é sagrado, nem divino. Afinal, quem elege, impede. Por exemplo, nos EUA o presidente mentiu e colocou o país numa guerra criminosa e onerosa. O eleitor reprovou e elegeu um parlamento para mudar o quadro. Nada mudou. No Brasil, a reforma política deveria inovar nesse tema."

Antonio Negrão de Sá - 12/2/2007

"Esta mesma oposição que vive exaltando crises no PT é a que durante o período da Guerra Fria criticava a esquerda marxista por autoritarismo interno. Esquerda stalinista, do centralismo democrático, etc. Alegavam que não havia discussão. As decisões já vinham prontas, até,  do exterior. Pois bem, o PT sempre foi um conjunto de forças e segmentos da sociedade. Setores democráticos. Tudo ali dentro se discute. E foi isto que diferenciou o PT de outros partidos: a democracia interna. Agora, o PFL se dissolve e o PT cresce. De quem é a crise?"

Antonio Negrão de Sá - 12/2/2007

"Por falar em coleta de assinaturas para anteprojeto de anistia de José Dirceu, a quantas anda o processo criminal que investiga a morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel ? Pelo que me recordo, a investigação procura esclarecer a morte de mais seis ou sete pessoas que também foram cruelmente assassinadas após o jantar do alcaide com seu homem de confiança ...  Endurecer sem ternura ..."

Alexandre Thiollier - escritório Thiollier e Advogados - 12/2/2007

"É impressionante verificar como nosso Presidente da República está aprendendo a lição de casa com o seu mais 'diplomático' companheiro, Sr. Hugo Chávez. Vejam... Esta é, com todo o respeito, mais uma demonstração de que o nosso Presidente, ao contrário do que se diz por aí, não se afastou tanto assim dos ideais utópicos do seu venerado PT. Notem que desde que este Senhor assumiu a Presidência da República em 2003, não param de surgir, de sua própria boca, idéias absurdas como essa de querer lhe auto conferir poderes para convocação de um plebiscito (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Plebiscito presidencial ?"). Prestemos muita atenção, pois do jeito que a coisa anda, não duvido que este Senhor tente a qualquer custo a conquista de um terceiro mandato e daí parta para a ditadura. De pensar que este mesmo cidadão sempre diz que não sabe nada... Imaginem os colegas migalheiros se ele soubesse algo em sua vida!"

Carlos Alberto Barbosa de Mattos – advogado, OAB/SP 220.501 - 12/2/2007

"O Deputado Aldo Rebelo veio de nos proporcionar mais uma demonstração de suas contradições emocionais. De fato, isso está revelado com a combinação da sua conclusão de que a 'disputa' (PT x PCdoB) é 'coisa do passado' com a sua observação de que subsistem as 'diferenças' com o PT. O que isso revela é exatamente o contrário daquilo que o Deputado porventura tenha pretendido deixar transparecer. Realmente, é óbvio, a disputa teve seu fim: com a votação os pares do Deputado Rebelo preferiram o adversário. Como ele dava como certa sua pretensão à reeleição, a derrota foi um baque emocional de forma que, derrotado, não podia encará-la senão como coisa do passado. Porém, passado recente que deixa mágoas e abre feridas. Essa é a razão pela qual o nosso arguto Presidente da República, Luiz Inácio, cogitou de 'passar mercúrio', o mercúrio cromo de antigamente usado para cicatrizar feridas. Decorre daí, pois, sua afirmação de que as 'diferenças', com o PT é claro, não desapareceram. No seu entender elas já existiam mesmo com sua pessoal presença, para muitos indesejada, tanto na equipe da governabilidade petista como na presidência da Câmara dos Deputados. Afinal, sabe-se e ficou patente que o Presidente da República não se empenhou em procurar reelegê-lo, da mesma forma como ele, Rebelo, se empenhara para a dele, Luiz Inácio. Pior que a contradição, a manifestação do derrotado Aldo Rebelo, portanto, revela a sua humildade falsa e hipócrita, nela embutindo, todavia, uma velada ameaça."

Pedro Luís de Campos Vergueiro - 12/2/2007

"O governo Lula e o PT, que gostam tanto de incentivar referendos e plebiscitos para tratar dos temas que lhes convém (Migalhas 1.593 – 9/2/07 – "Plebiscito presidencial ?"), bem que poderiam aproveitar o clima de comoção que tomou o nosso País depois daquele triste episódio com o menino João no Rio de Janeiro, e consultar a população sobre o que esta pensa acerca da pena de morte, da prisão perpétua e da redução da maioridade penal."

Ricardo Salles - escritório Paulino e Carvalho Aquino - Advogados - 12/2/2007

"Srs., Sobre a anistia de José Dirceu, tão comentada nos últimos dias, tenho a informar que eu e mais um grupo de pessoas iniciamos ontem um Manifesto, via internet, contra a anistia. O objetivo é obter 2 milhões de assinaturas em 6 meses. Apenas nas últimas 36 horas, e com divulgação ainda limitada, foram obtidas 750 assinaturas (média de 20 por hora, e crescendo). Nas últimas horas, a média tem sido de 45 assinaturas/hora. A petição está hospedada no site gopetition.com e já é a petição virtual mais assinada do mundo no que diz respeito ao critério 'assinaturas vs. tempo.' (Clique aqui) no link para a petição. Em tempo: a petição possui o caráter de um Manifesto; e é destinada ao Congresso Nacional. Não é, portanto, uma petição que deseja influir no julgamento de José Dirceu perante o STF, ou limitar o direito do ex-ministro de colher assinaturas para um eventual Projeto de Lei de iniciativa popular. Tentar influir no primeiro caso seria inócuo e, no segundo, um contra-senso. O Manifesto é, como o próprio nome diz, uma petição política, que visa a atuar no campo dos valores éticos. Sua utilidade primeira é evitar que José Dirceu se arvore ainda mais na idéia de coletar assinaturas para um Projeto de Lei de anistia e, depois, se for o caso, fazer pressão sobre os srs. Congressistas, para que, se o projeto de anistia for proposto, que ele seja rejeitado. Atenciosamente, o autor do Manifesto CONTRA a anistia de José Dirceu"

Pablo Henrique de Oliveira - 13/2/2007

"Anistiar José Dirceu significa que o Congresso não tem jeito mais (Migalhas 1.594 – 12/2/07 – "Opinião")... E duvido muito que Lula consiga um terceiro mandato. Um abraço fraterno do"

José Augusto Carvalho - 13/2/2007

"Lula pede ao PMDB nomes competentes e éticos para assumir Ministérios. Essa é uma das manchetes do Jornal 'Folha de S. Paulo' de hoje. Lula disse, continua a notícia, que vai priorizar dois critérios na escolha dos novos ministros: a competência e a ética. Convenhamos que já estava na hora de o presidente se preocupar em escolher ministros éticos e competentes. É uma boa novidade, por certo, saber que Lula não mais vai nomear ministros incompetentes e aéticos. Que bom, que bom. Mas, uma dúvida: ele vai pedir essas indicações ao PMDB?"

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 13/2/2007

"(Migalhas 1.591 – 7/2/07)

'Anos de chumbo

Ex-guerrilheira, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, vai receber do governo do Rio uma indenização por ter sido presa e torturada pelo regime militar.'

Escrevo para comentar migalha acima. É incrível nosso igualitário país. Enquanto centenas de famílias ainda procuram explicações sobre seus filhos, pais e mães desaparecidos durante a ditadura, só a ministra consegue tal abono. Mais uma vez a carta magna é rasgada diante de nossos queixos. Cadê o princípio básico da isonomia? Vamos lavar essa mancha que ainda assombra nossa história!"

Arnaldo Monteiro Rebello Junior - Haverton Consulting - 14/2/2007

"Tá muita gente caindo

de pau em riba do Lula,

bica, soca, trepa e pula,

toda hora tá tinindo.

Se chove ou se o dia é lindo,

Se há fartura ou foi sêca,

se não ganhei na loteca,

se alguém perdeu algum dedo,

se o padre disse o segredo,

o Lula deve ir prá breca.

Foi Lula quem meteu medo

prá Maomé deixar Meca."

Ontõe Gago - Ipu/CE - 14/2/2007

"Epa! Constituição representa a vontade da maioria? Desde quando? A Constituição deveria representar essa vontade. Mas nem sempre isso ocorre. A maioria nem sabe o que significa a palavra 'imposto' tecnicamente. Essas são coisas que aprendemos na faculdade, tão belas e profundas. Quando conhecemos a vida real da política, sabemos que não é bem assim. De modo que as Leis representam a vontade da minoria, de quem controla o poder, e quem sabe, se houver espaço, da maioria. O mesmo se dá para a expressão 'interesse público'. Ele dveria refletir o interesse da nação. Mas todo mundo sabe que, na prática, interesse público é interesse de quem controla o país. E o povo... bem, 'brasileiro gosta de fila, né, Zé'?"

Zwillig Maia Filho - 15/2/2007

"Será que Lula, que ainda não conseguiu formar seu ministério, teria interesse em alguém como eu, que também não entendo de muitos assuntos (a maioria, na verdade), mas desejo, nessa quadra da minha vida, uma 'boquinha'? Advogado que sou, ganho meu suado dinheirinho exercendo minha profissão, ou seja, cobro pelo meu trabalho, ou melhor, ainda, para ganhar dinheiro tenho que trocá-lo por trabalho. Ainda não tive acesso a outra forma de viver. Não posso vender apoio e nem votos para aumentar meus ganhos. Isso tem me aborrecido, e faz com que eu viva me manifestando, nas páginas de Migalhas, contra a corrupção em geral e contra a classe política em especial. Mas, tenho me lembrado de Millôr Fernandes, que contava que um dia, conversando com três jovens amigos, bonitos e bem-sucedidos, sentiu, de repente, um tremendo mal-estar. De início, pensou tratar-se de um mal súbito. Depois, concluiu, era apenas inveja. Como não tenho dinheiro para bancar uma eleição para o Congresso, onde passaria a contar com todas aquelas conhecidas benesses e, mais, com garantia vitalícia de receber até a morte, pensei em um Ministério, para o qual não teria que ser eleito. Pensei nisso, principalmente à vista da notícia no sentido de que o Ministro Furlan, que ainda está à frente do seu ministério, estar saindo para suas merecidas férias, pela terceira vez em menos de dois meses. Um dia, em conversa com o velho mestre Canuto Mendes de Almeida, sempre alegre e contador de piadas, ouvi dele o jocoso comentário no sentido de que, não obstante tivesse ele sempre brigado com o poder e contra as multinacionais, via cada vez mais distante o momento em que sua campainha tocasse e ele, ao atender, desse com um indivíduo portando uma grande mala cheia de dinheiro para comprar seu silêncio. Infelizmente, não creio que meu silêncio valha grande coisa."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 15/2/2007

"Hoje me lembrei de uma aula de Latim, no Colégio de São Bento. É, aprendíamos Latim antigamente. Não propriamente uma aula da minha classe, mas da de meu irmão, que também estudava no mesmo colégio e me contou o ocorrido. Ao ler, por ordem do professor, uma certa passagem, sobre Cícero, aquela que se inicia com 'Quousque tandem, Catilina, abutre patientia nostra', pronunciou 'quousque' como 'quósque', ouvindo do professor a reprimenda: quoúsque. Como é sabido, essa frase foi um desabafo de Cícero, em 63 a.C., que se mostrava exasperado com a desfaçatez de Catilina em comparecer ao Senado de Roma, depois de se ter descoberto que havia conspirado contra a República. A lembrança ocorreu ao ler a notícia de que o Senador Jefferson Péres deixou de ser oposição e que passará a ter um comportamento de ‘apoio crítico’ ao governo Lula. O Senador, após a reunião com o presidente, na qual comunicou sua nova disposição, foi cumprimentado por Lula, que apertou sua mão em retribuição. Daí, lembrei-me do discurso do Senador, ao Senado, em 30/8/2006, que está até no Youtube, na íntegra (clique aqui) para que ninguém esqueça. Naquela oportunidade, o Senador Péres manifestou seu desencanto com a vida pública e a política no país, afirmou que o presidente Lula foi conivente com os escândalos que fizeram parte de 2006, afirmando os desvios éticos do Planalto, sempre agindo em interesse próprio. Lembrou o manifesto dos artistas, com desânimo, principalmente quanto à afirmação de ser condizentes intelectuais que consideram que ‘política é isso mesmo. É meter a mão na merda’. Afirmou que Lula não deveria ser reeleito, mas destituído. Criticou o baixo nível intelectual e moral do Congresso Nacional, que qualificou de medíocre, e anunciou que, ao término de seu mandato, em 2010, estaria encerrando sua vida pública. O Senador, uma das vozes mais críticas ao governo Lula, agora elogia, promete seu apoio e cumprimenta o governante que, segundo ele mesmo, foi eleito na mais decepcionante eleição que já viu. Daí, lembrei-me, também, de 15/3/44 a.C., quando Julio César entrava no Senado de Roma para receber 23 punhaladas de seus pares, dirigindo suas derradeiras palavras a Brutus, seu único filho adotivo: 'Tu quoque, Brutus, filli mei'! Senti-me, como César, apunhalado pela reunião Lula/Péres. Mais uma voz que se cala. E isso porque seu partido, o PDT fez negócio com o Planalto, e decidiu que não mais está na oposição. Então, a pergunta que não quer calar: 'Tu quoque, Jefferson Péres'."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 15/2/2007

"Caros migalheiros, peço licença para incluir trecho da fala de Lula para Evo Morales da Bolívia. É importante, pois coloca uma pedra sobre os que querem semear a discórdia na América Latina, mostrando, também, de que lado está sua excelência. 'Reconheço de público a justeza de todos os pleitos bolivianos para melhorar a condição de vida do seu povo. Nem sempre poderei atender todas às demandas, mas saiba, companheiro Evo, que toda vez que me encontro contigo, eu não esqueço que somos chefes de Estado de países soberanos, que precisamos agir como chefes de Estado, cada um em defesa do seu país. Mas antes de ser presidente da República, você na Bolívia e eu aqui no Brasil, nós éramos companheiros do movimento sindical e não podemos permitir que essa nossa primeira relação seja diminuída porque hoje somos presidentes, porque nós estamos presidentes. O que nós somos mesmo é trabalhadores, e quando terminar o nosso mandato poderemos nos encontrar, em qualquer parte do mundo, e dizer que governamos pensando nos mais pobres, em fazer justiça social, e poderemos nos encontrar de cabeça tranqüila, muitas vezes sabendo que não fizemos tudo que queríamos fazer, mas que fizemos tudo que foi possível fazer'."

Armando Silva do Prado - 16/2/2007

"O Ministro Silas Rondeau afirmou que o 'acordo' (sob livre e espontânea pressão) feito com a Bolívia dá garantias de estabilidade no fornecimento. Evo Morales só começou. Vai arrancar muito mais. Se o ministro fosse um frango, provavelmente acreditaria que a raposa estava no galinheiro para proteger as aves..."

Arthur Vieira de Moraes Neto - 16/2/2007

"Senhor Redator: A propósito da nota 'Gás' (Migalhas 1.597 – 15/2/07), o autor desconhece regras elementares de teoria de mercado. A Bolívia é o único fornecedor de gás natural ao Brasil, o qual representa cerca de 50% da demanda brasileira. Portanto, a Bolívia não é um fornecedor qualquer, mas único (monopólio de oferta). E o Brasil continuará dependendo do gás boliviano por mais alguns anos. Atenciosamente,"

Marcos Abrão - Eng. Químico, especialista em Planejamento Energético, Grenoble/França - 16/2/2007

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