quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Governo Lula

de 25/2/2007 a 3/3/2007

"'Fica Bastos !' (Migalhas 1.600 – 23/2/07) Nem Bastos, Nem ‘Tarsus’! Tarso Genro, O 'Boquiroto', Ministro da Justiça? Mais uma etapa galgada pelo PT em busca da perenidade no Poder. Cuidem-se imprensa, Poder Legislativo, instituições democráticas, etc. etc., pois vem aí nova investida de patrulhamento pelo PT. Ninguém merece!"

Daniel G. Fiorotti - 26/2/2007

"'Alea jacta est' (Migalhas 1.601 – 26/2/07): Custa-me crer ser verdadeira esta notícia. Ou o descalabro chegou, anexa a pouca vergonha? Prefiro achar que o redator brincou e esqueceu-se do 'sic'..."

Carlos Roberto Moreira Ferreira - 27/2/2007

"Novo Ministério. Lula afirmou, nesta segunda-feira, em seu programa 'Café com o Presidente', que não fará grandes mudanças em seu Ministério, para o segundo mandato. E uma pergunta logo ocorre: Se não fará grandes mudanças, por que não encerra, de vez, essa novela do Ministério, já que estamos praticamente em Março? A resposta vem da leitura por inteiro da notícia publicada na 'Folha de S. Paulo': 'não - diz o presidente - não vai haver muita mudança. Você há de convir que todos os partidos, com exceção do PDT, estão contemplados dentro do governo, ou seja, você pode trocar alguns nomes, mas a maioria dos partidos já está totalmente contemplado'. Contemplar, segundo o Aurélio, é dar, conferir alguma coisa a, como prêmio, ou prova de consideração. Então, é assim que se constrói um Ministério? Dando prêmios e/ou provas de consideração? Sem que pareça uma idiotice, não seria lícito pensar, e acreditar, que os ministérios são nomeados por sua competência? Mas, não! São prêmios, algo dado, de presente, como troca por apoio político. Então, quem vai acreditar que um Ministério dado de presente vá funcionar? E, por outro lado, por que os partidos políticos querem trocar apoio por Ministérios? Por que desejam ser contemplados? Será que alguém acredita que o motivo seja esse desejo irresistível de trabalhar para o povo, para o país? É isso aí, minha gente. Há quem seja contemplado e há os que não são contemplados. Mas, por exemplo, o povo, os eleitores, jamais somos contemplados, a não ser com novos impostos, com novas formas de arrecadação, e com esse triste espetáculo de termos de assistir, diariamente, as vitórias dos contemplados."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 27/2/2007

"Você recebe alguma verba indenizatória mensal? Sua empresa recebe do governo o que gasta em publicidade? Você conta com ressarcimento governamental do que gasta para expor os resultados do seu trabalho? Não, claro que não. Isso pareceria um verdadeiro absurdo. Mas, absurdidades são, exatamente, o forte de parte de nossos legisladores. O que parece contrário à razão ou ao bom senso, o que tem aparência de algo contrário às regras até da mais comezinha lógica, não tem o mesmo significado para nossos parlamentares. De fato, conseguindo você ser eleito, passa a contar com o benefício de R$ 15 mil por mês, para pagar consultorias, aluguéis e divulgação do mandato, entre outros, incluindo-se nos 'entre outros', gastos com combustível e publicidade própria. É isso aí, minha gente, R$ 15 mil 'no peito', para os 'alfinetes'. Vai daí que o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), não vê nenhum inconveniente em utilizar tais recursos para divulgar seu próprio mandato no jornal 'Tribuna do Norte', de sua propriedade. Ou seja, sai de um bolso para o outro. Nunca para o seu, eleitor desavisado. Explicando mais claramente, o referido parlamentar ‘compra reportagens’ sobre si mesmo, em seu próprio jornal. E a Câmara paga, ou melhor, pago eu, paga você, pagamos nós. Chinaglia, atual presidente, não estranha, por exemplo, que R$ 5,9 milhões tenham sido gastos com despesas de 488 dos 513 deputados, isso somente no recesso parlamentar de janeiro. Durante o recesso... Mas, a surpresa: Paulo Maluf não pediu nem um tostão de verba indenizatória, e nem Frank Aguiar. Já o Clodovil solicitou o ressarcimento de R$ 50, que gastou de gasolina e óleo lubrificante. Coisa difícil a Câmara dos Deputados, que não abre mão de legislar em causa própria. Ainda bem que há exemplos a seguir."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 27/2/2007

"(Porandubas políticas – 28/2/07 – clique aqui)

'CPI DAS ONGs

O inquieto senador Heráclito Fortes (PFL-PI), que preside a importante Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, no Senado, já colheu 65 assinaturas de senadores no requerimento para a criação da CPI das ONGs. Eis aí um espaço que merece ser fustigado. Está cheio de corrupção. Trata-se de um dos maiores ativos do famigerado Custo Brasil. Parabéns, senador. A sociedade aplaude a iniciativa.'

Pergunto eu qual o espaço que não 'está  cheio de corrupção' nesse desgoverno que não tem credibilidade sequer para administrar um carrinho de pipocas, enquanto a sociedade não receber uma prestação de contas sobre o Processo contra os 40 ladrões do erário,  amigos do Presidente, que de nada sabia. Credibilidade não se impõe, se adquire. Os lulistas e seus aliados jogaram a deles no esgoto da mentira, da traição de seus ideais de palanque, da corrupção e da incompetência. Saudações do contribuinte indignado"

Aderbal Bacchi Bergo - magistrado aposentado - 28/2/2007

"Já com 60 dias do novo mandato de Lula e nada de Ministério. É incrível, mas temos um presidente que não consegue formar um ministério. E diga-se de passagem, não é um novo presidente, mas o mesmo, de novo, que teve tempo mais do que necessário para escolher seus ministros. Mas, é aí, exatamente aí, que a coisa pega: não é o presidente quem escolhe o ministério. É necessário comprar o apoio dos partidos políticos e o pagamento são ministérios e cargos no governo. Nada interessa, nem ao menos competência. O único interesse é aquinhoar os partidos com benesses de toda ordem, loteando o Poder. Não era bem isso que pensava Maquiavel, quando falava em dividir para vencer, ou reinar."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 2/3/2007

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