quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalhas

de 4/3/2007 a 10/3/2007

"Apenas uma sugestão: quando o informativo do Migalhas (enviado por e-mail) mencionar algum julgado, seria bom que sempre colocasse a referência do processo, com número e tudo. Algumas vezes isso não tem acontecido e os leitores perdem tempo procurando a decisão no site. Agradeço a atenção."

Silvia Tamberi - 5/3/2007

"Permitam-me estranhar tratamento aparentemente dúbio de Migalhas. Quando se refere ao professor Miguel Reale, os elogios, concordâncias e assentimentos são profusos e prolixos. Entretanto, quando se trata do professor Fábio Konder Comparato são cheios de restrições, advertências e poréns. O que é isso companheiros? Preferência explícita por alguma ave piciforme? O artigo do professor Comparato 'Delegados do povo ou donos do poder?' sobre o 'recall' é didático e muito claro, indicando quem são os inimigos do povo."

Armando R. Silva do Prado - 5/3/2007

"TRÍDUO PUTREFATO

(Migalhas 1.608 - 7/3/07)

Peixe no molho

já triste o olho

e visitas que se hospedem

em três dias fedem.

Velha sabedoria de"

Ontõe Gago - Ipu/CE - 7/3/2007

"Sou médico em Vitória de Santo Antão/PE e já recebo as Migalhas regularmente há algum tempo, por indicação de um amigo e advogado, o Dr. Frederico Cox. Gostaria de parabenizá-los pela 'revista' e afirmar que a considero leitura fundamental e obrigatória para quem quer se manter atualizado com as 'coisas da vida' nesse nosso Brasil. Todo brasileiro minimamente interessado em se manter bem informado deveria ter acesso às Migalhas, mesmo sendo artigos voltados fundamentalmente ao Direito. Mas, o que são as 'coisas da vida' senão o Direito? Congratulações,"

Joacir de Medeiros - 8/3/2007

"Isto não chega a ser uma 'migalha' (Migalhas 1.609 – 8/3/07): ex-professor-assistente de Medicina Legal em duas faculdades da Bahia, médico-legista antigo e um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Direito Médico, inscrito há bastante tempo entre aqueles que recebem o importantíssimo noticioso 'Migalhas', li a nota do colega 'médicomigalheiro' e acrescento que, além do que foi citado, devemos considerar os comentários sobre o vernáculo, a ética, a perícia, a interpretação de temas complexos como as células-tronco, e as referências históricas, entre tantos assuntos sobre os quais são desenvolvidas excelentes reflexões pelos doutos cultores do Direito e paladinos da Justiça."

Lamartine Lima - 8/3/2007

"Vitória de Santo Antão. Hoje, 8/3, Dia Internacional da Mulher, Joacir de Medeiros, fez sua estréia no Migalhas (1.609 – "Migalhas dos leitores – Médicomigalheiro"). Falou de Vitória de Santo Antão. Próxima ao Recife, Vitória tem seus encantos e dizem que, quem a conhece, se apaixona. Pois bem, um dia, durante as festas do padroeiro, um cantador peregrino também por lá passou e se apaixonou. Teria então perguntado: 'Quem é capaz de fazer uma música, falando das festas, pr'eu homenagear esta cidade?' Na hora não apareceu ninguém, mas como o cabra era insistente, tempos depois, dois nordestinos arretados, Elias Soares e Pilombeta, entregaram àquele sanfoneiro a belíssima música 'Vitória de Santo Antão'. Diz a letra assim:

'Aqui vou deixar meu coração,

adeus, Vitória de Santo Antão (bis)

Vem gente até do Recife

pras novenas de Vitória

pra comê rolinha assada

e ribaçã feita na hora,

as ruas ficam entupida

de gente que vem de fora,

são nove noites de festa,

quando acaba a gente chora!

Lá na torda do Lotero

tem tudo que a gente qué:

chá de burro, sarrabuio,

torresmo e sarapaté;

tem tapioca de coco,

rosário de catolé,

aprendi inté as musgas

dos toques do carrocé'!

Aí o cabra puxava a sanfona e dizia: 'Chora Pirrita'! Sobre esse artista Thereza Oldam um dia escreveu: 'O Araripe pede a Deus para seu filho a eternidade da arte que o persegue'. Saudações do"

Abílio Neto - 9/3/2007

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