quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Manifesto Rede Record

de 11/3/2007 a 17/3/2007

"Fiquei profundamente triste e indignado ao acessar o site do Migalhas e me deparar com o manifesto dos advogados da TV Record (Migalhas 1.610 – 9/3/07). Antes de comentar o manifesto, gostaria de sugerir aos nobres colegas da emissora um pouco de leitura e principalmente estudo sobre censura e a atuação dela aqui no país. Quando um magistrado atua ele visa proteger o direito que lhe foi demonstrado. Por mais equivocada que seja a sua decisão, a reconsideração ou até mesmo a reforma não deve ser objeto de depreciação em praça pública. Não podemos começar a desdenhar o nosso Judiciário como faz o noticiário sensacionalista da TV Record. Temo que o Migalhas comece a atuar na mesma linha 'mundo cão' e perca o seu teor informativo. Atenciosamente,"

Carlos Eduardo Albuquerque - 12/3/2007

"Totalmente ridícula a manifestação dos advogados assalariados da Rede Record (Migalhas 1.610 – 9/3/07). Certamente a mando de um dos 'bispos' das hostes do Macedo. Que tal manifestarem a sua condenação à censura denunciando as indecentes práticas censórias internas praticadas pelos aitolás da Universal do Reino de (Deus? será...) de plantão na emissora. Como daquele ignorante 'bispo' que chamou às falas um dos editores do Jornal da Record pois numa notícia tinha sido mencionado o exame de Papanicolau. Lembrou-lhe que na Record era expressamente proibida qualquer menção à Igreja Católica. E o Boris Casoy?"

Alexandre de Macedo Marques - 12/3/2007

"Acabo de ler as cartas de leitores criticando a postura dos advogados da Rede Record, que escancaram publicamente um ato de censura que a emissora sofreu (Migalhas 1.610 – 9/3/07). Um fala que não se deveria tornar o fato público; o outro parte para a ofensa aos donos da emissora. Nenhum dos dois, entretanto, vai no mérito da questão. O fato é que atentados contra a livre manifestação devem, sim, ser tornados públicos. Nesse sentido, merecem encômios os referidos advogados. A liberdade de imprensa é a garantia que temos de preservação de nossos direitos. E, elogiá-los, não significa concordar com a seita do dono da emissora. A confusão feita nesse sentido é coisa de quem não tem argumento para debater. Parabéns doutores. Continuem assim. A história lhes fará justiça."

Maria das Dores P. de Lima - 12/3/2007

"E mais uma vez a velha liberdade de expressão vai pro buraco. E agora sob que argumentos? Que o Judiciário não pode ser criticado? Que os advogados são assalariados da Rede?... Não sei quem é pior: quem defende ou quem pratica. Primeiro, o Judiciário sempre foi criticado, por que nesse caso ele não pode? Só porque é a Rede Record? (Ela já é culpada?) E o que tem os advogados serem pagos pela Record? Ela não rouba dinheiro de ninguém. O fato de não concordar com suas pregações é bem diferente de achar que ela obriga (coação física) alguém a lhe dar dinheiro. Ninguém aqui paga as contas dela, porque então acham que ela deve obedecer aos seus interesses. Se não gostam da Rede, de seus donos ou de sua programação, mudem de canal, mas abandonem essa atitude passiva de cão-sem-dono e parem de achar que estão sendo 'dominados' pela mídia. Não é dominação se você pode tirá-la da tomada."

Daniel Silva - 13/3/2007

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