quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Planos de saúde

de 11/3/2007 a 17/3/2007

"Sou participante do plano médico da Sulamérica-CAASP desde 2002 e somente agora tomei conhecimento que, no caso do meu falecimento, minha esposa na qualidade de dependente (não advogada) tem direito somente a remissão de 3 anos e depois seria automaticamente excluída do plano, ou seja, com mais de 60 e uns anos ela não terá mais convênio... Entendo que a maioria dos advogados idosos que possui o plano e tem sua esposa como dependente (não advogada) desconhece tal situação, razão pela qual entendo aconselhável 'Migalhas' noticiar tal fato, alertando nossos colegas."

Ruben Toledo Damiao - escritório Daudt, Castro e Olinto Advogados - 13/3/2007

"Gravíssima a denúncia, além de muito oportuna, feita pelo nobre colega Ruben Toledo Damiao. Todos os advogados que possuem qualquer plano de saúde devem certificar-se dessa situação humilhante. É por essas e por outras que se traz novamente à tona a discussão sobre a real necessidade de se ter um plano de saúde, ou de guardar dinheiro em conta corrente específica ou aplicação, voltada exclusivamente para a saúde no futuro. Pense bem: será que vale a pena pagar um plano de saúde? Uma vez que de qualquer forma as hipóteses de maior tratamento sempre exigem um dinheiro maior do que qualquer cobertura, não é melhor começar a criar uma cultura de dizer 'não' a todos os planos de saúde, e guardar dinheiro de forma livre e particular, para eventuais necessidades futuras? Ter 'plano' é necessário ou é 'chique'?"

Antonho Fallacci - 14/3/2007

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