terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Começar de novo

de 25/3/2007 a 31/3/2007

"Prezada Sylvia Romano (Migalhas 1.620 – 23/3/07 - "Começar de novo" – clique aqui); A senhora se esqueceu de citar a retenção do Imposto de Renda, nos salários dos aposentados. Quer absurdo maior? E também a palavra Benefício. Não seria o retorno do que pagamos por 33 ou 40 anos? Benefício é outra coisa, ou estou enganado? Meus cumprimentos."

Dirceu Antônio de Ávila - 26/3/2007

"Ao ler o artigo de Sylvia Romano, não pude deixar de sentir o incontestável absurdo da situação dos profissionais da chamada 'terceira idade' (Migalhas 1.620 – 23/3/07 - "Começar de novo" – clique aqui). Desculpe-me, todavia, Sylvia, a única coisa que ouso discordar em sua mensagem, é chamar de idoso uma pessoa de 60 anos de idade. Já foi a época. Decididamente, passou. Hoje encontro um universo de pessoas nessa faixa etária, cheio de garra, muita - e boa - experiência, motivação e bom humor, disposto a continuar crescendo. Bom humor que não vemos em muitos jovens de 30!..."

Lucia Moreira Roscio - 26/3/2007

"Gostaria de parabenizar a Dra. Sylvia Romano pelo brilhante artigo sobre as dificuldades das pessoas que já atingiram a terceira idade (Migalhas 1.620 – 23/3/07 - "Começar de novo" – clique aqui). Concordo em número e gênero com a doutora. E pensar que tudo isso poderia ter sido resolvido nos últimos 40 anos caso os recursos do FGTS, PIS e PASEB tivessem sido aplicados pela mesma taxa que o mercado financeiro é remunerado. Agora, sobretudo, o FGTS volta a remunerar menos do que a taxa inflacionária, para financiar os apaniguados de sempre. Esta é uma das muitas razões pela qual o nosso país não desenvolve. Oferecemos migalhas aos pequenos investidores como os trabalhadores e remuneramos com a maior taxa de juros do mundo aqueles que já dispõem de recursos suficientes para sobreviver. Vivemos no país da impunidade e da injustiça que continua aumentando no atual governo. O governo festeja inclusive o novo crescimento em decorrência da mudança de metodologias do cálculo do PIB pelo IBGE. Mal conseguem ver que os motivos do aumento do crescimento é a festança que fazem com o nosso futuro. Gastamos hoje aquilo que é necessário para viver dignamente amanhã. Este é o princípio da tragédia que vivemos e que se aprofunda, pelas razões apontadas pela doutora Sylvia: temos um crescimento ridículo que não favorece a criação de empregos tão necessários aos brasileiros. Parabéns Dra. Sylvia. Bravo. Bravo."

Luiz Roberto Kallas - 26/3/2007

"Caros Migalheiros, Desejo cumprimentar a dra. Sylvia Romano pela excelência do artigo (Migalhas 1.620 – 23/3/07 - "Começar de novo" – clique aqui). Aposentada, com 55 anos, estou no penúltimo semestre do curso de Direito. Enfrentando a difícil circunstância de estar no outono da vida e ver que todas as portas estão abertas apenas para a primavera. Atenciosamente,"

Sandra Silva - Alegrete/RS - 26/3/2007

"A meu ver o artigo da dra. Sylvia Romano peca por dois aspectos (Migalhas 1.620 – 23/3/07 - "Começar de novo" – clique aqui): 1) não tentar esclarecer por que os aposentados da Previdência Social são tão mal remunerados; 2) escolher para vilão do sistema, aquele já massacrado pela mídia, o servidor público, que não passa também de um simples trabalhador, submetido a outro regime de amparo social. É preciso que se entenda que o Brasil adota o 'Sistema de Repartição Simples' no qual o contribuinte atual sustenta o aposentado de hoje. É o tal do pacto entre gerações que só funciona perfeitamente quando há crescimento econômico e não exista 'informalidade' no trabalho. Estamos vivendo a época da busca do pote por parte de que tem sede. Fora isso, terão que ser considerados os adventos das novas tecnologias, eliminando postos de trabalho e, conseqüentemente, novos contribuintes. Há de se ver também: o INSS mais parece um condomínio mal administrado, onde nem todos os condôminos cumprem com suas obrigações, sendo que além de maus pagadores, existem uns que são isentos e outros que são perdoados. Assim, as despesas acabam rateadas justamente entre os que pagam. E tome aumento de taxa! Considere-se também a mão porca dos governantes, pois de 1985 para cá, a exceção é uma surpresa para muitos, Fernando Collor, que agiu com muita responsabilidade nessa difícil questão, tanto no aspecto da gestão quanto da Legislação produzida."

Abílio Neto - 26/3/2007

"Dra. Sandra Silva, Li seu comentário sobre o excelente artigo da Dra. Sylvia Romano (Migalhas 1.621 – 26/3/07 – "Migalhas dos leitores - Outono da vida"), sendo instigado a dizer: vou fazer 58 anos em abril, e com 30 de profissão ainda estou começando."

Flavio Rossi Machado - 27/3/2007

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram