terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Tribunal de Ética da OAB

de 25/3/2007 a 31/3/2007

"Prezados senhores, Temos mais do que uma migalha de peso - uma megamigalha? Abri representação contra advogados inscritos na OAB/RJ em 11 de outubro de 2006. Eu resido em São Paulo. No mês passado, o Tribunal de Ética daquela seção declarou que nada poderia revelar sobre o conteúdo do processo (Nr. 27.951.2006), alegando sigilo. Tal suscita duas questões: 1) a primeira, o que justificaria tal sigilo. Quem seria beneficiado com ele? A concessão de tal benefício em si seria ético?, 2) a segunda questão é que, já transcorridos seis meses da abertura do processo, período esse, segundo a mesma seção, geralmente suficiente para a conclusão, ou tomada de decisão, pelo Tribunal, percebo dificuldades em conhecer tal decisão. Deslocar-me para o Rio não é fácil para mim, sendo a alternativa o estabelecimento de um procurador. Poderiam me ajudar nesse caso, mediante minha autorização/procuração? Ocorre-me, agora, mais uma questão. O sigilo, chegado o processo ao fim, não mais teria nenhuma razão de ser, de qualquer modo. O sigilo não seria uma artimanha para adiar a decisão? A OAB não me convocou, nem emitiu a mim nenhuma comunicação até agora. Como se pode depreender, trata-se mesmo de crimes gravíssimos, cometidos pelos tais advogados. Por isso, a contribuição de vocês faz-se ainda mais importante. Minha mãe está refém desses advogados, meu pai, cliente deles quanto à administração de imóveis, foi morto no hospital. Sim, coisas de arrepiar, em que nem a imprensa quis adentrar. Poderia o Tribunal de Ética se omitir também? Vou, agora, enviar um e-mail para o Presidente da OAB/RJ, pois acabo que perceber que tal endereço está agora disponível. Muito grata por qualquer contribuição,"

Amélia Regina Coelho - 26/3/2007

"Cara D. Amélia. Sem querer ser desrespeitoso ou desconsiderar o seu sério problema, sugiro que se apresente como vítima de preconceito racial, fantasie-se de casca de árvore, ponha uma peruca de 'mico leão dourado', declare-se praticante de umbanda, ponha um cocar de índio, imite 'prejudicado' em qualquer coisa, entre num movimento de 'sem terra', 'sem teto' ou quejandos, invente uma opção sexual exótica, apresente-se como companheira de assaltos da senhorita Rossetti, diga-se 'de menor', etc., etc. Ou outra coisa qualquer que tenha cheiro de 'politicamente correta'. Aí, talvez a OAB, uma ONG, uma 'otoridade', a imprensa, a CUT,os boleiros, o Lula, os idiotas do 'politicamente correto' se interessem pelo seu caso. Pelo que entendi a sra. está sendo vítima de uma gang de advogados. A resposta ao seu apelo no Migalhas será um estrondoso silêncio. Nenhum presidente de OAB vai publicar uma nota de apoio ou mexer uma palha. Esta é a 'coisa' abjeta em que este país se transformou."

Alexandre de Macedo Marques - 28/3/2007

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