quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Sérgio Bermudes aconselhando José Dirceu

de 29/2/2004 a 6/3/2004

"A invocação do Divino pelo advogado Bermudes convida a um aprofundamento da matéria (Migalhas 870 - 26/2/04 - Bermudes). Afinal, Judas era imprescindível ao Cristo para a consecução dos desígnios da Providência, materializados em seu flagelo. Mas o Filho de Deus nunca deixou-se enganar pelos homens. Nem por Judas, nem por Pedro (a) sobre quem edificaria sua Igreja. Já no caso do companheiro Dirceu, a que desígnios serviria a companhia de um escroque?"

André Martins de Andrade - escritório Andrade, Mussi e Advogados Associados - 29/2/2004

"Fiquei emocionado com o amor demonstrado por Sérgio Bermudes ao Ministro José Dirceu (Migalhas 870 - 26/2/04 - Bermudes). Digo isso porque não há prova maior de afeto do que agraciar, gratuitamente, um Ministro com uma magnífica peça de defesa sem que haja contra tal funcionário qualquer acusação. Temo, porém, que defesas prévias sejam vistas no futuro como 'temores prévios', afinal só tem receio de investigações independentes quem corrupto é ! No episódio, fico mais uma vez com Carlito Maia : 'a verdade deve ter escravos e não donos'."

Alexandre Thiollier - escritório Thiollier Advogados - 1/3/2004

"Cá no Planalto Central donde repercutem temas interessantes e extravagantes, de natureza vária, por vezes recebemos do sudeste recíproca mais intrigante igualmente esdrúxula. É o caso do aconselhamento pouco ortodoxo, para dizer o mínimo, do eminente advogado Bermudes em favor de José Dirceu para que use e se valha da 'lei da mordaça, nada fale que tudo se apaga' (Migalhas 870 - 26/2/04 - Bermudes). Vale lembrar, sem muito esforço da memória, outro fato inédito - pouco recomendável - que ganhou manchetes e editoriais - qual seja quando o patrono de Silverinha, aquele pobre auditor, foi pego com a boca na botija pela Rede Globo 'orientando' seu patrocinado a fornecer garatujas para embaraçar a perícia grafotécnica. Afinal como devem ser interpretados tais procedimentos. E a OAB os lê ?"

Roberto Amaral Rodrigues Alves - Advocacia Rodrigues Alves - 1/3/2004

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