sexta-feira, 23 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Atentado na Espanha

de 14/3/2004 a 20/3/2004

"Quantos 11 de setembro, de março,... ainda teremos que suportar, até que a humanidade se dê conta da necessidade do grande armistício de paz entre os homens. Comecemos ele agora, cumprindo para dar o exemplo, somente os dois primeiros mandamentos, Neles afirmam os estudiosos e teólogos, estão contidos todos os princípios éticos para uma vida harmônica e cheia de abundantes realizações, além, do Velho e Novo Testamento e todos os Profetas. Está passando da hora de expandir para o mundo, a Doutrina da não-violência, legado histórico de Mahatma Gandhi (Grande Alma), essa que coincidentemente, foi vitoriosa contra os mesmos opressores."

Cleanto Farina Weidlich - advogado e professor em Carazinho/RS - 15/3/2004

"Oxalá alguém habilitado para tanto, como Migalhas, tenha a feliz lembrança de indicar o povo espanhol como candidato ao Prêmio Nobel da Paz. Um povo, no sentido democrático do termo, age como agiram os espanhóis: condenando com atitudes legalizadas e ordeiras, ainda que veladas, aqueles que os levaram à guerra e, conseqüentemente, ao mapa do terror internacional. O silêncio deste povo, sob a escuridão, a dor e o frio, aliado ao resultado das eleições legislativas de 14/3, representa uma guinada na forma de se reagir às diferenças entre oriente e ocidente. Não com o auxílio de conceitos indeterminados como bem ou mal, mas, sim, com a escolha democrática de dirigentes capazes de estabelecer uma nova forma de relacionamento internacional. Por tudo isso, acredito, o povo espanhol mereceria pelo menos a indicação para o Prêmio Nobel da Paz."

Gustavo Ferraz de Campos Mônaco - 17/3/2004

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