terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

As bebidas de Lula

de 16/5/2004 a 22/5/2004

"Nosso presidente pelo visto resolveu assumir de vez a postura de seu xará absolutista. Assim, como o "Rei Sol", só falta ao nosso "Rei Estrela" a célebre frase: "O Estado sou EU!"

Renata de Almeida Lutke - 17/5/2004

"Concordo com todos os comentários no sentido de que a decisão de Lula foi extremamente autoritária, considerando que a matéria foi apenas a "divulgação" de um boato, que não necessitaria de toda esta polêmica. Por outro lado, fica a indagação:"Imaginem se um jornalista brasileiro, a serviço em New York, transforma em artigo publicado em jornal de grande circulação no Brasil, um boato maldoso a respeito do "brilhante" Bush, qual seria a reação daquele país para com este jornalista??? O EUA já fizeram muito mais por muitíssimo menos..."

Guilherme Joffily - 17/5/2004

"O que você faria se um convidado na sua casa lhe ofendesse e lhe tratasse mal? Bem, eu o expulsaria. Não votei no Lula, não acho que faça um bom Governo. Mas faltou, no mínimo, educação, urbanidade, respeito ao Chefe do Estado brasileiro."

Marcelo Avila - advogado - RJ - 17/5/2004

"Cá entre nós, o Ministro Marcio Thomas Bastos perdeu uma chance maravilhosa para desembarcar dessa maluquice de governo Lula, onde todos do chamado núcleo duro (será?) pensam."

Alexandre Thiollier - escritório Thiollier Advogados - 17/5/2004

"Sou acadêmica de direito e simples leitora de Migalhas. Não consigo entender, quando falamos de direito da pessoa humana, entendemos que a imprensa não pode denegrir nem usar a imagem das pessoas. Gostaria que alguém me explicasse, o que ocorre no caso do BIG BROTHER E PLAY BOY. Se isso não é expor a pessoa e sua imagem física e moral, o que é?"

Vivian Patricia Vilela - 17/5/2004

"O Poder Judiciário poderá adentrar no mérito da questão caso a decisão do Presidente, em princípio discricionária, ferir algum princípio do ordenamento jurídico brasileiro. Nenhum ato é totalmente discricionário."

Tarso Cabral Violin - professor de Direito Administrativo da UnicenP - 17/5/2004

"Concordo com os colegas Leandro Jardim e Milton Córdova Jr. acerca da sensata e necessária medida adotada pelo Governo em relação ao "reportezinho" do NYT. Agora fica uma questão ao nosso colega Valfrido Chaves, que é psicanalista: Será que sempre que chamamos alguém de algo que ele efetivamente não é, ele não se zangará? Será que somente se zanga aquele cuja carapuça serviu? Ou todo aquele que injustamente tem sua honra atacada e se irresigna com todo o direito face a injusta provocação assina nota de culpa, lastrando como veraz a falsa argüição ventilada, apenas por irresignar-se? É bom não generalizar, até porque uma coisa é chamar o "zé da esquina" de pinguço e outra completamente diferente é falar isso do Presidente da República de um país. Certamente no segundo caso, a transcendência justifica a atitude tomada pelo Governo."

Régis Franco e Silva de Carvalho - Advogado - 17/5/2004

"A idéia que vocês passam de fazer a opinião de que o presidente Lula está errado, só faz prevalecer que todos devem ter medo dos norte-americanos, tendo em vista que somos brasileiros, e temos que ser respeitados, pois a idéia de passar ao mundo com uma matéria mentirosa, sem procedência, escuda por este jornalista sem qualidade, que também gosta de álcool, pois segundo as fontes foram escutadas em uma roda de bar em Copacabana. Não sou a favor do Lula, mas sou brasileiro, já fui militar, e sei que respeito é o começo da democracia."

Alex Rodrigo Batista de Oliveira, Marília - 17/5/2004

"Ainda bem que o Produto Interno é Bruto, porque se fosse Líquido o presidente beberia".

Sabrina Marsigli Afonso - 17/5/2004

"Sobre o problema da bebida do Presidente, eu gostaria que fosse verdade. Gostaria que ele estivesse bêbado quando afirmou, na reforma ministerial, que o PT não manteria o mesmo discurso da campanha na presidência. Infelizmente, ao que parece, ele estava sóbrio. Não acho isso nada bom.

"Tinha gente que entendia que o PT chegando ao governo deveria ter o mesmo discurso que tinha antes de ser Governo. Era humanamente impossível, porque a realidade política, quando se ganha um país da dimensão do Brasil, e quando se descobre que a sociedade é mais heterogênea do que um partido político, tem mais segmentos da sociedade representado do que as correntes dentro de cada partido político"."

Cesar L. Pasold Jr. - OAB/SC-18088 - Advocacia Pasold e Associados S/S - 17/5/2004

"Conhaque Presidente: pensou conhaque, pensou Presidente..."

Christian Vieira - 17/5/2004

"Um absurdo as manifestações que dão conta que a expulsão do jornalista norte-americano foi impulsiva e emocional. Segundo fontes seguras, antes de tomar a medida, a presidência da república se aconselhou com amigos de longa data. Hugo Chaves sugeriu deixar o serviço para Farc e Fidel Castro sugeriu o paredon ou 20 anos de cadeia."

Gilceo Jair Klein - 17/5/2004

"O Presidente Lula confirmou que fuma e bebe. Portanto, será que não seria o caso de "onde há fumaça, há fogo"?"

Luiz Alberto Marcondes Piccina - 17/5/2004

"Em uma matéria jornalística acerca do caso da matéria ofensiva ao Presidente Lula publicada no "NYT", atribuiu-se ao Ministro Thomaz Bastos uma negativa enfática aos rumores de um possível pedido de demissão por causa desse caso: “Eu não estou, eu sou ministro da Justiça e serei enquanto tiver a confiança do presidente”. “Nós estamos fazendo um trabalho consistente, com começo meio e fim, que visa a reformulação do Poder Judiciário, da segurança pública e do sistema prisional brasileiro. Nem me passou pela cabeça a demissão” - Com relação ao declarado pelo nosso, renomado, Ministro da Justiça devo dizer que estou a esperar, respeitosamente, como cidadão brasileiro esse trabalho consistente, talvez nosso governo federal precise mostrar, de maneira mais clara, as efetivas medidas que já foram ou serão tomadas, em especial, na área de segurança pública. Penso diferentemente do jornalista norte-americano que foi visto, segundo as más línguas, fazendo a polêmica matéria enquanto bebia, esse sim, uma cervejinha em um barzinho de Ipanema, os tragos do presidente da República não são, e nunca foram, uma preocupação nacional, isso é mentira. O que, de fato, é motivo de preocupação nacional, isto sim, é a dívida externa (ou os seus juros) que pagamos à custa do sofrimento da nossa população. São, sim, motivos de preocupação nacional, a fome, a violência, o desemprego, os juros altos, a falta de recursos para a saúde, para a educação. Isso sim nos preocupa, mas ainda damos votos de confiança e ainda vigora, no nosso coração, a ESPERANÇA em um Brasil melhor para todos!"

Paulo Duarte - Acadêmico de Direito da UFRN - 17/5/2004

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