quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Cláusula de não concorrência

de 16/5/2004 a 22/5/2004

"Com a crescente especialização das atividades empresariais e, conseqüentemente, dos profissionais, a tendência é que as empresas busquem, cada vez mais no mercado de trabalho, pessoas com experiência nos seus próprios segmentos de atuação." (Migalhas de peso - A validade da pactuação de cláusula de não concorrência no contrato de trabalho - Fabíola Cobianchi Nunes - escritório Manhães Moreira Advogados Associados - Clique aqui). Pois bem. Pergunta-se: como um profissional que é especializado no que faz, e, por isso, não sabe fazer outra coisa porque o mercado de trabalho exige que ele seja o melhor naquilo, pode, após ser despedido, conseguir os meios necessários para sua sobrevivência se fizer a pactuação com a "cláusula de não concorrência"!? Desvendar os segredos de uma empresa (por exemplo, a fórmula da coca-cola) é uma coisa. impedir que a pessoa exerça a única profissão que conhece é outra bem distinta."

Felipe Zorzato - Tribunal Regional do Trabalho da 4a Região - 19/5/2004

"A propósito da chamada "cláusula de não concorrência" nos contratos de trabalho, ocorre-me à lembrança uma definição bem humorada e não menos precisa, de autoria que desconheço, do que seja um "especialista": "ESPECIALISTA é a pessoa que, através de aprofundados estudos, em determinado ramo do saber ou da arte, consegue ficar conhecendo muito mais sobre menos coisas, até chegar ao ponto em que saberá tudo sobre nada". Um abraço."

José Fernandes da Silva - 20/5/2004

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram