segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - O sucateamento das forças armadas e as ameaças externas

de 30/12/2007 a 5/1/2008

"Quem defende a modernização das Forças Armadas pretende, na verdade, que mais dinheiro seja destinado aos militares (Migalhas 1.807 – 27/12/07 – "O sucateamento das forças armadas e as ameaças externas" - clique aqui). Entretanto, dinheiro da não de militar brasileiro ou vira salário/aposentadoria/pensão ou acaba financiando algum tipo de intervenção política. Os mesmos militares que juraram defender o Imperador, o derrubaram. Os que disseram que dariam a vida para defender a Constituição de Getúlio jogaram o ditador para fora do Catete. Os canalhas que teriam que defender com a vida a Constituição de 1946, deram um golpe militar em 1964 e depois espancaram e mataram os contribuintes que pagavam seus salários (e ainda pagam suas aposentadorias). Quem defende um país não é as Forças Armadas, mas a população. Por isto, defendo na verdade a redução das despesas militares. Se houver guerra, o equipamento militar será fabricado ou comprado. Não estamos em guerra, nem precisamos fomentar eventuais as ambições políticas dos militares."

Fábio de Oliveira Ribeiro - advogado - 2/1/2008

"Qualquer despesa com o exército deve se restringir às fronteiras. Interna corporis eles não têm utilidade nenhuma (Migalhas 1.807 – 27/12/07 – "O sucateamento das forças armadas e as ameaças externas" - clique aqui). Nem para subir os morros do Rio. Quando o governo diz que é por falta de preparo especializado, não dá para acreditar: eles têm preparo para encarar qualquer SWTizinha ianque."

Conrado de Paulo - 3/1/2008

"Sábias as palavras do Migalheiro Fábio de Oliveira Ribeiro - advogado, sobre sucateamento das forças armadas. Basta lermos onde se dão todas as intentonas e quem são os responsáveis: os exércitos! No Brasil, extinguiram a monarquia (não que eu seja monarquista) mas, ao que li a maioria do povo, estava contente com a monarquia de D. Pedro II, extinguiram-na porque extinguiu a absurda escravidão, e os senhores dos engenhos não tinham mais as mãos escravas para enriquecerem, em suma, ficaram a favor da direita sórdida, o mesmo que em 1964. É só dar uma olhada do que acontece ou aconteceu no Mundo, intentonas dos exércitos. Eu penso mais profundamente que o Migalheiro: eu extinguiria o exército, como fez, se não me engano a Guatemala. Na Suíça nem há. O povo é o exército. Quanto a Getúlio foi deposto porque o Mundo assim o exigia, havia derrotado duas ditaduras, a de Hitler e de Mussolini. Não tinham como defendê-la. Infelizmente, o povo ignorante (para mim houve fraude na eleição) elegeu Dutra, quando deveriam extinguir o exército, que sempre esteve a favor da direita sórdida e sua continuidade deu no que deu: ditadura em 1964. Agora seria uma boa época para exterminá-lo, ainda mais que pretendem dar palpites, num assunto que deveriam ficar quietinhos: o ressarcimento dos absurdos que fizeram mortes e torturas."

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 4/1/2008

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