domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Gramatigalhas

de 6/1/2008 a 12/1/2008

"Com a utilização do feminino para palavras terminadas em 'ente', no caso de presidenta (Migalhas 1.775 – 7/11/07 – “Gramatigalhas” – clique aqui), poderemos, criando uma regra geral, começar a dizer doenta (feminino de doente), crenta (feminino de crente), ausenta (feminino de ausente) etc., etc.? Como os lingüistas estão deixando isso acontecer?"

Felippe de Moraes - 7/1/2008

"Olá todos! Excelente 2008! Na qualidade de ‘fundadora’ da Coluna Gramatigalhas, gostaria de saber, é correto inserir espaço entre a pontuação e a última palavra digitada? Veja exemplos abaixo:

'(Migalhas 1.813 - 8/1/08)

Alguém tem dúvida do que aconteceu ? O governo foi lá, taxou os bancos (CSLL) e compensou-os com o que hoje é a galinha dos ovos de ouro ; emprestar mais com a certeza de receber.' 

'Mais um ano começa e com ele novas resoluções. Podemos dizer que uma das expressões latinas de hoje se encaixa perfeitamente nessa lista. Quer saber o que significa "Dicere et facere non est idem" ? Então clique aqui.'

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Há anos, quando cursei um daqueles famosos cursos de datilografia, aprendi que a pontuação sempre deve vir imediatamente após a última palavra, e por isso gostaria de confirmar essa informação. E por falar em curso de datilografia, na era da digitação, é incrível como os estagiários não têm mais noção de utilização de espaço, pauta, margem, diagramação, e formatação de páginas ao digitar pareceres e petições, o que era muito bem ensinado naqueles cursos... Abraços"

Karla de Souza Escobar Coachman – escritório Coachman Consultoria Jurídica - 9/1/2008

"O correto é 'protocolar uma peça' ou 'protocolizar uma peça'?"

Oscar Costa

Nota da redação – o informativo Migalhas 1.218, de 27/7/05, trouxe o verbete "Protocolizar" na seção Gramatigalhas. Clique aqui para conferir.

Oscar Costa - 10/1/2008

"Uma dúvida que freqüentemente me assalta diz respeito à vírgula na escrita de números por extenso. Por exemplo: 'dois mil trezentos e cinqüenta e cinco reais e trinta e sete centavos' ou 'dois mil, trezentos e cinqüenta e cinco reais e trinta e sete centavos'. E quanto a números maiores, na casa do milhão? Grato,"

Luiz Kopes

Nota da redação – o informativo Migalhas 1.419, de 24/5/06, trouxe o verbete "83,47% (como se lê?)" na seção Gramatigalhas. Clique aqui para conferir.

Luiz Kopes - 10/1/2008

"Srs. O que dizer da expressão 'involução' tida nos dicionários (Aurélio eletrônico) como: processo inverso da evolução. Pode-se entender ser inverso da evolução negativa e/ou da evolução positiva (Migalhas 1.814 – 9/1/08 – "Gramatigalhas" – clique aqui). Atenciosamente."

Flávio Lúcio Gomes e Silva - 10/1/2008

"Prezado Dr. José Maria, A expressão 'grande maioria', muito utilizada hoje em dia, não é redundante? Obrigado pela atenção."

Benedito Rodrigues de Souza - 10/1/2008

"Dr. José, As abreviaturas (siglas) dos Estados Brasileiros são escritas em alguns casos com as duas primeiras letras em maiúsculo e em outros casos apenas com a primeira letra maiúscula. Por exemplo: Bahia: Ba; Minas Gerais: MG; Piauí: Pi; Rio de Janeiro: RJ. Imagino que a razão desta abreviação com as duas letras maiúsculas esteja no nome composto dos Estados e nos demais apenas a primeira letra é permanece maiúscula. Aqui no meu Estado (Ba) a Universidade Federal da Bahia sempre teve a sua sigla UFBa. Estaria certo este meu raciocínio? Quanto às placas policiais dos veículos acredito que invariavelmente ambas as letras são maiúsculas para facilitar a visibilidade na identificação da placa. Grato,"

José Eduardo Tavares da Silva - 10/1/2008

"Sr. Diretor de Migalhas. Ao ler a clara aula de língua portuguesa do Prof. Dr. José Maria da Costa, sobre evolução (Migalhas 1.814 – 9/1/08 – "Gramatigalhas" – clique aqui) (galicismo, advindo de evolver, do latim evolvere) pena que tenha se aposentado, porque homens como ele deveriam ficar nos Tribunais para discernir, interpretar, indefinidamente, o que significam realmente muitos textos legais, data venia até no STF, quanto à Constituição, em que vemos legislação confundida com execução, como no caso da fidelidade partidária. Se tais definições não fossem tão sérias, porque envolvem Justiça e Injustiça, (fas e nefas) não nos preocupariam tanto. Muitos juízes, como ele, deveriam pari passu; ou antes, ou depois, freqüentarem uma Faculdade de Língua portuguesa, e tenho certeza de que, ele também deve ter tido latim, para compreender realmente a latência (psicologia) das palavras, tão desprestigiadas hoje em dia, até por aqueles a quem cabe definir escrita e pronúncia, quando de reformas. Atenciosamente"

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 10/1/2008

"Li com atenção o esclarecimento a respeito do verbo evoluir - e do substantivo evolução (Migalhas 1.814 – 9/1/08 – "Gramatigalhas" – clique aqui)- mas, sinceramente, sem ousar estabelecer qualquer polêmica com o Mestre, não entendo como se possa evoluir para menos quando a própria língua já registra o vocábulo involução, exatamente para definir uma situação oposta. O tema consta do 'Aurélio', nos seguintes termos:

'involução

[Do lat. involutione.]

Substantivo feminino.

1.Processo inverso ao da evolução (1).

2.Movimento regressivo. [Antôn., nesta acepç.: evolução (2).]

3.Mat. Transformação que é idêntica à sua inversa'.

Enfim, a palavra final será, sempre, do Mestre. Agradecido pela atenção, atenciosamente,"

Mauro Barcellos - 10/1/2008

"Caro Prof. José Maria: 'é um dos que foi', ou 'é um dos que foram'?"

Iracema Palombello

Nota da redação – o informativo Migalhas 1.147, de 13/4/05, trouxe o verbete "Um dos que" na seção Gramatigalhas. Clique aqui para conferir.

Iracema Palombello - 11/1/2008

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