quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Poesia – crítica

de 20/1/2008 a 26/1/2008

"Olá caros colegas! Achei absurdamente censurável a crítica dos dois nobres Migalheiros a respeito dos versos de abertura da edição nº 1.820, de autoria de Otávio Rangel (Migalhas 1.821 – 18/1/08 – "Leitores"). Primeiro porque o texto é brilhante (jocoso, mas brilhante), diante do comportamento de universitários que fazem do curso de Direito a opção de quem se vê sem opção de um curso superior. São indignos, portanto, da profissão. Segundo, porque os textos de abertura são sempre um estímulo ou a reflexão ou a diversão, razão porque, algumas vezes, por impossibilidade da rotina do escritório, deixo de ler a íntegra desse rotativo (meus mais sinceros pedidos de desculpas), mas jamais deixo de espiar seus preciosos aforismos introdutórios. Assim, da mesma maneira que fazer uma análise incompleta e preguiçosa da Lei leva a injustiças, ler um texto pela metade leva a sua incompreensão. Abraço a todos!"

Kleber Hosang - 21/1/2008

"Senhor Redator, No Migalhas dos Leitores de hoje, traz a notícia da inconformação de dois leitores desse excelente informativo, no tocante aos versos jocosos do jornalista Otávio Rangel (Migalhas 1.821 – 18/1/08 – "Leitores"). Não sei nada dele, mas foi de um importante jornalista ou poeta que não lembro mais o nome que disse, também jocosamente à classe dos nobres advogados que na época proliferaram, mais ou menos assim:

Quando Deus veio ao mundo

Castigou os infiéis

Ao Egito deu gafanhotos,

E ao Brasil bacharéis.

Digam aos advogados inconformados que tudo isso é apenas uma brincadeira, aliás, saudável. Atenciosamente."

Wenceslau Teixeira Madeira – escritório Sacha Calmon - Misabel Derzi, Consultores e Advogados - 21/1/2008

"Ilustre relator, Será que o Dr. Wenceslau Teixeira Madeira (Migalhas 1.823 – 22/1/08 - Migalhas dos leitores – Poesia), ao comentar Otávio Rangel, sabe a diferença entre bacharéis e advogados? Pergunto, porque, ao referir-se ele aos segundos, cita os primeiros, sem distinguir uns dos outros! Eu, como advogado que me orgulho muito da profissão, a ponto de evitar piadinhas ofensivas em relação a ela, sei! Brincadeirinha, brincadeirinha. Qualquer dia contarei estórias e até piadas que enaltecem a classe. Abraços migalheiros."

Sérgio Aranha da Silva Filho - advogado, OAB/SP 63.138 - 23/1/2008

"Senhores, no Migalhas dos leitores de ontem, o Dr. Wenceslau Teixeira Madeira mencionava a seguinte frase 'Quando Deus veio ao mundo / Castigou os infiéis / Ao Egito deu gafanhotos, / E ao Brasil bacharéis' (Migalhas 1.823 – 22/1/08 – "Migalhas dos leitores – Poesia"). Não quero adentrar à discussão anterior que gerou o comentário. Apenas quis lembrar que tais palavras são do mineiro de Barbacena, José Joaquim Correia de Almeida (1820-1905), padre e poeta satírico, a quem também se atribuíram: 'o número dos tolos / vale como infinito, não tem conta; /assim, não devo pô-los / em linha para ver a quanto monta'. Assim, que ninguém se ofenda com o humorado homem do século XIX e as inconformidades do seu tempo."

Andrea Bitencourt Gomes Ribeiro - OAB/SP 179.774 - 23/1/2008

"(Migalhas 1.823 – 22/1/08 – "Migalhas dos leitores – Poesia")

O Largo de São Francisco

Produz tipos variados

De poetas a políticos

Até mesmo advogados."

Álvaro Lorencini - 23/1/2008

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