terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - OBB – Ordem dos Bacharéis do Brasil

de 20/1/2008 a 26/1/2008

"Excelente texto (Migalhas 1.824 – 23/1/08 – "OAB e OBB", Mauro Tavares Cerdeira – clique aqui)! Parabéns pela escrita e pelo conteúdo!"

Suzana Magalhães Lacerda - 23/1/2008

"Concordo plenamente com o texto do Dr. Mauro Tavares Cerdeira, advogado do escritório Cerdeira e Associados (Migalhas 1.824 – 23/1/08 – "OAB e OBB" – clique aqui). Sou bacharela há 2 anos e decidi por não mais prestar o Exame da Ordem do Distrito Federal. Concluí minha pós-graduação e sigo estudando para concursos públicos, porém, frustrada com tamanho desrespeito e descaso da OAB do DF. As fraudes apuradas e comprovadas nos anos de 2005 a 2007 me fizeram repensar o que tal órgão classista quer medir em um bacharel. Tenho certeza que não é conhecimento adquirido na Universidade, pois, o que soa mais interessante em toda esta história é o fato de membros das Seccionais das OAB's, e os professores universitários serem os primeiros a se juntar em sociedade e abrir um cursinho preparatório para o referido Exame, que poderia ser chamado de 'Vexame'. Dessa forma, podemos entender o motivo pelo qual temos inúmeras faculdades, e, melhor que isso, inúmeros cursinhos que nos cobram valores absurdos para termos aulas com os mesmos professores que nos deram aula na faculdade. Interessante não?! Isso sim é uma máquina de fazer dinheiro. E nós, pobres bacharéis, que cursamos o Direito com ideais de justiça e igualdade temos que passar por tudo isso e ainda sermos tachados de incompetentes. Tenha paciência... Obrigada."

Rosana da S. Leão Pignatário - Confederação Nacional de Municípios - 23/1/2008

"Sou advogada e trabalho em uma Faculdade de Direito. Oriento o estágio de alunos do Curso. Faço mais, digo a eles sempre que oportuno, que não estão fazendo 'Faculdade de Advocacia', mas de Direito. Que serão Bacharéis. Que esse é o grau que a Faculdade deve lhes conferir ao final (Migalhas 1.824 – 23/1/08 – "OAB e OBB", Mauro Tavares Cerdeira – clique aqui). Eu costumo questioná-los sobre a razão de desejarem sair da Faculdade com a Carteira da OAB nas mãos (carteirinha é aquela do clube) e sem exame para tanto. Visto que, se é para ser assim, oriento para que peçam logo uma vaga na Magistratura ou no Ministério Público, sem concurso é claro. Talvez nossos magistrados e promotores possam reconhecer no olhar desses milhares de bacharéis, um talento nato para tais carreiras."

Márcia Santos da Silva - advogada - 23/1/2008

"Jair Leonardo, antigo professor da FADI/UFMG e ex-presidente da OAB/MG, tentou abrir uma Escola para Advogados nos anos 90 (Migalhas 1.824 – 23/1/08 – "OAB e OBB", Mauro Tavares Cerdeira – clique aqui). Argumentava ele que quase ninguém passava no Exame da Ordem e que seria necessário outro curso (além do bacharelado) para o efetivo exercício da advocacia. Perguntávamos a ele como dar-se-ia a extinção dos 'rábulas' e os não 'ordenados'. Até o momento desconheço sua resposta. Seria o ensejo de convidar os '6 bacharéis' da OBB a integrar nova turma de preparação."

Efigenia Reis - 24/1/2008

"Muito interessante o artigo do dr. Mauro Tavares Cerdeira (Migalhas 1.824 – 23/1/08 – "OAB e OBB" – clique aqui). Além da questão dos 'estagiários eternos' fico também muito curioso para saber quem são os proprietários e os professores das faculdades consideradas ruins pela OAB, e quem são os proprietários e professores dos cursinhos preparatórios para o exame da OAB. A OAB para defender a classe deve cobrar mais a atuação do MEC. O pior dos mundos será o dia em que a quantidade de bacharéis reprovados for suficiente para mobilizar o legislador para extinguir o exame: não haverá o exame e as faculdades continuarão ruins. O exame é hoje necessário, mas é apenas um remédio que não existirá para sempre se o problema não for resolvido na origem (as faculdades)."

Cristhian da Silva Tambosi - 24/1/2008

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