Anencefalia diante dos tribunais

22/7/2004
Afonso Assis Ribeiro

"A atualidade nos proporciona tamanho desenvolvimento tecnológico que não me parece admissível alguém se permitir crer que sua fé possa prevalecer ao que é cientificamente comprovado. Após averiguações científicas, o feto sem massa craniana deve ser presumido morto, nos termos do artigo 7º, do Código Civil, e extirpado do corpo da já combalida “Mãe”. A mulher, antes de mais nada, deve ter total proteção médica, psicológica, jurídica e familiar, necessária para minimizar tamanha tragédia. Somente a esta cabe, se assim crer, pedir a Deus pela vida de seu natimorto filho."

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