domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Ranking da OAB

de 1/8/2004 a 7/8/2004

"O "ranking" da OAB apenas retrata palidamente o que acontece com a nossa educação. Foi "pro brejo". Urge que se tomem algumas medidas, certamente que atacarão os efeitos, mas que trarão uma sobrevida ao paciente: exigência para valer de que os professores sejam mestres ou doutores, avaliação anual dos cursos e dos professores, vestibulares ou equivalentes decentes e não para "inglês ver", disciplinas dentro do espírito do curso e não como fazem algumas faculdades que, para "encher lingüiça", colocam matérias como "Gestão empresarial", reforço nos cursos das matérias humanas (como história, sociologia e filosofia) etc. Isto para começar. Paralelamente, investigações sérias nas faculdades existentes em termos de estrutura, recursos, material didático, planos de aula, e "olho vivo" em algumas "carteiras" da OAB, pois existem histórias estranhas por aí... Cordialmente,"

Armando R. Silva do Prado - 4/8/2004

"Com um misto de alegria e tristeza tomei conhecimento do ranking 2004 divulgado pela OAB/SP (Migalhas 979), referente ao resultado da 1ª fase do Exame de Ordem 123. Alegria por ver figurando em 2º lugar, ficando atrás apenas da tradicional Faculdade do Largo de São Francisco, a Universidade Estadual de Londrina, razão pela qual desejo aproveitar a oportunidade para parabenizar os bacharéis que nos orgulham com este resultado. Tristeza por, uma vez mais, ficar evidente a crescente crise do ensino jurídico no País. O lamentável e alarmante índice de 13,12% de aprovação reforça a necessidade de a OAB continuar, apesar de tantas dificuldades, lutando para efetivamente garantir sua colaboração com o aperfeiçoamento dos cursos jurídicos, o que constitui uma de suas funções."

Letícia Baddauy - sócia do escritório Baddauy Advogados, membro da Comissão de Ensino Jurídico da OAB/PR-subseção de Londrina e professora de Direito Processual Civil na Universidade Estadual de Londrina - 6/8/2004

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