terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Violência

de 25/5/2008 a 31/5/2008

"Relógios, celulares e facões. Eis aí os apetrechos da 'moderna cultura' dos indígenas, que praticaram brutal e covarde agressão contra o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, fartamente exibida no noticiário das emissoras de televisão. O ato de terror se deu com a deplorável complacência das autoridades civis, policiais e religiosas locais. Que história é essa de realizar um evento, com a presença de parte do público portando armas, sob o estapafúrdio pretexto de que tais armas fazem parte da sua 'cultura'? Por acaso não faz parte da cultura dos organizadores do mesmo evento garantir a integridade física dos seus convidados-palestrantes? Que dizer, então, quando se sabe que tais armas foram adquiridas em estabelecimentos comerciais pertencentes aos 'caras pálidas' e que, portanto, sequer podem ser consideradas como produto do artesanato dos seus portadores? Os agressores, consumidores conscientes do que há de mais atual no mercado da civilização, abusaram do direito de ser descendentes de indígenas. Os homens brancos, que a eles deram guarida e que, agora, alguns com sotaque alienígena bastante acentuado, procuram 'justificar' a posse das armas e mesmo da agressão, não são menos responsáveis pelo delito. A todos, indistintamente, deveria ser aplicada a Lei do General Cluster."

Romeu A. L. Prisco - 26/5/2008

"Acho, caro amigo Prisco, que um equívoco foi cometido. Você quis se referir ao General Custer, George Armstrong Custer, aquele do 'índio bom, é índio morto', não? Aquele que massacrou os Cheyennes e os Sioux e expulsou todos de Dakota do Sul, nas batalhas de Little Bighorn, contra Touro Sentado e Cavalo Louco, onde morreram todos os soldados de Custer. Ou, talvez, tenhamos no Brasil um General Cluster, tal a quantidade de imundícies que necessitam ser retiradas do reto. Ou, ainda, um General Motors, à vista dos interesses multinacionais na área. Agora, quanto à cultura indígena de que tanto falam, notei do filme da agressão ao engenheiro, que vários dos 'nativos' portavam celulares na cintura, provavelmente para comunicações em tupi-guarani, enquanto outros usavam relógios, além dos facões rituais, é claro, adquiridos dos cara-pálidas, como você bem anotou. Noto, além do mais, que os nossos índios, nas reservas, usam roupas de brancos, falam português, bebem cachaça e usam drogas. É o que se chama de cultura indígena a ser preservada, além dos direitos de exploração de madeiras nobres que são exportadas para os países do primeiro mundo? Lula, o grande Pai-Branco, e seu pajé, Tarso, que é genro não se sabe de quem, já que Dilma é a mãe do PAC, saberá, por certo, o que fazer."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 27/5/2008

"Obrigado pela correção, amigo Wilson. Sim, eu quis dizer General Custer e não General Cluster, embora este nome também faça parte da história. Nunca tive e nem tenho o menor problema em reconhecer meus erros, mesmo publicamente. Todavia, quem sabe para tornar o equívoco menos chocante, pelo menos para mim, costumo dizer que há erros que são cometidos por quem conhece e que há erros que são cometidos por quem não conhece. Partindo desta premissa, fica claro que o meu erro em tela foi cometido por quem conhece. Caso contrário, eu não teria escrito nem mesmo General Buster. De resto, caso ocorra outra agressão de igual natureza àquela relatada na minha mensagem anterior, vou sugerir a aplicação de um tratamento de choque, a ser aplicado por General Eletric."

Romeu A. L. Prisco - 27/5/2008

"E não é, caro Prisco, que também meu texto saiu com equívoco. Não meu, mas de minha digitadora, que não acreditou que eu quis dizer General Clister, quando me referi à imundície. Por isso, digito eu mesmo esse pequeno texto corretivo. Ainda bem que não temos nenhum General Enema, por mais que necessário nos dias de hoje. Mas, assim como você, assumo os erros de meus subordinados, como se meus fossem."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 27/5/2008

"Bem, agora estamos diante do que se pode considerar como 'formação de um moderno Exército de Brancaleone'."

Romeu A. L. Prisco - 28/5/2008

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram