segunda-feira, 19 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Sivuca

de 25/5/2008 a 31/5/2008

"Caros amigos, neste 26/5/08, se vivo fosse, Sivuca completaria 78 anos. Não dá pra não lembrar dessa data, se bem que se depender da viúva Glorinha Gadelha, é proibido até falar no nome dele. Sivuca teve quatro mulheres, mas só uma lhe deu uma filha: Flávia de Oliveira Barreto, pernambucana, socióloga, culta, doutora e professora universitária no Rio de Janeiro. Muito antes de Sivuca falecer, Flávia começou uma pesquisa no sentido de levantar todo o acervo musical do seu pai no Brasil e no exterior, pois Sivuca gravou em Portugal, França, Suécia, Dinamarca e Estados Unidos. No Brasil grande parte do que produziu em 78 rotações encontrava-se quase perdido. Com o pesquisador cearense Miguel Angelo de Azevedo, o Nirez, foram encontradas 26 músicas. Ele teve toda a boa vontade de ceder este material pra ser regravado em formato de CD e assim alegrar os milhares de fãs de Sivuca espalhados pelo mundo. A filha Flávia batalhou por recursos e montou até uma equipe de pesquisadores, porém esbarrou na falta de sensibilidade de Glorinha, que recorreu à Justiça paraibana para que só ela como inventariante pudesse falar e decidir sobre tudo que se relacione a Sivuca: biografia, CD, DVD, show, etc. A sra. Glorinha lembrou muito a viúva de Luiz Gonzaga, Helena das Neves, que queria impedir até a realização do sonho maior de Gonzaga, o museu do baião, em Exu/PE. Mas vamos esquecer essas coisas pequenas e ouvir Sivuca juntamente com Dominguinhos e Oswaldinho. Os três fazem um instrumental fantástico de três polcas, começando pelo solo de Sivuca com a sua famosa 'Feijoada'. Feliz aniversário, mestre Sivuca!"

Abílio Pereira Neto - 26/5/2008

"Sivuca: ... só você querido amigo Abílio - que passeia pela poesia, música e tantas outras culturas, inclusive o nosso 'feijão-com-arroz' - para nos presentear com o ritmo, sonoridade e arte, do imortal Sivuca. Cordiais saudações!"

Cleanto Farina Weidlich - Carazinho / RS - 28/5/2008

"Fiquei muito feliz com a música alegre do nordeste cadenciada ao sopro do fole da velha sanfona forrozeira que tanta alegria nos deu e que hoje, na orfandade, talvez esteja chorando em silêncio, a falta do seu dono, o imortal Sivuca. Obrigado Abílio Neto por esse regalo."

Eldo Dias de Meira - Carazinho/RS - 28/5/2008

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