sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalheiros

de 15/6/2008 a 21/6/2008

"Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

Passeio Cósmico

Entre galáxias quentes

Quasares gigantes

Tudo tão distante

É tão diferente

Não tem gravidade

É uma queda de gênio

Não tem oxigênio

Estranha suavidade

O terror da matéria

Viva atrevida

Não tem vida

Do humano a miséria

Não tem cultura

Luz escuridão

Alma em aflição

É somente tortura

O medo grita

O silêncio calado

No mundo gelado

Sem terra e guarita

Há anos, ativo.

Vejo um ponto

Pare uma foto.

E ali que vivo

Um traço obscuro

Não parece uma bola

A câmera giratória

A terra procuro

Perdido no infinito

Leva-me de volta

De tanta viravolta

Sinto-me perdido

Que tal existência

Aonde vai me levar

Onde queres chegar

Só vejo a ausência

Nos confins um grito

Não sei decifrar

Mas vou escutar

E assim repito

Um barulho estranho

Parece um cano

A água derramar

Cadê gravidade

A tua humanidade

Para poder parar

Vejo-me girando

Eu mesmo falando

Onde vamos chegar

Tudo é mistério

Grande interrogação

È poder da matéria

Ou da criação?"

Luiz Domingos de Luna - 16/6/2008

"Gostaria de saber o que ocorreu na cidade de Rio das Pedras, antigo distrito de Piracicaba, em 1893, 1894, 1895, para não se achar os livros de batismos. Só o migalhas poderá descobrir? A verdade da capela ou outro lugar que incendiou e só salvaram alguns livros de registros da igreja é verdadeira? Obrigada,"

Neusa Akl - 20/6/2008

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