terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Governo Lula

de 15/6/2008 a 21/6/2008

"Olho a lista dos 'intelectuais'(?) que se reuniram com o Lula. Além de alguns que já usufruem a sua boquinha no palácio do Planalto, garimpo alguns falsos brilhantes: Emir Sader, Maria Vitória Benevides, Dalmo Dalari, Fernando Morais, Leonardo Boff. Surprise, a ausência de Madame Chauí. Diz-me o meu São Bernardo - cachorro metido a intelectual e filósofo da linha pessimista - que foi ordem médica. O coração da ardente petista não agüentaria a emoção de estar frente a frente com a paixão que 'ilumina o mundo quando fala.' Mas voltando aos intelectuais, todos eles bêbados da vodka marxista e de olho rútilo em boquinhas e aconchegos (o mundo visto pela ótica petista). O que disseram? Em que ilustraram o bestunto 'esperto' e empedernido do imperador? Nada. Só se repetiram. As mesmas velhas, surradas e decadentes frases feitas, slogans, miopias e pútridas idéias do velho marxismo de 50, reanimadas pelo 'Coma-andante' do Caribe. E como sempre cheios de amor para dar. E receber, misteriosamente. Chego à conclusão que em matéria de 'intelectualidade' o apedeuta esperto é melhor dotado que a súcia de intelectuais que ouviu. O cara até cita Freud. Fica a dúvida se é o do complexo de Édipo ou o dos aconchegos. A (dona ou (D.) Marisa devia proibir o Lula de deixar-se freqüentar por tal gente.A companhia do 'primeiro compadre', dos aloprados, mensalistas, e demais cumpanheros é mais divertida. Ou o Freud! Brasil!"

Alexandre de Macedo Marques - 18/6/2008

"Na época da ditadura, também chamada de época do governo militar e, por outros, de época da revolução, lembro-me de uma crônica de Nelson Rodrigues, comentando uma passeata no Rio de Janeiro, que ele assistia da janela do escritório de um amigo, tomando um whisky. Contava ele que assistia aquela multidão que protestava vindo de braços dados, gritando palavras de ordem, cenhos franzidos, afrontando a cavalaria policial que cautelosamente recuava frente ao populacho enraivecido que pedia a derrubada dos militares do poder e a restauração das eleições diretas etc. etc. Ele, Nelson, assistia a tudo, admirado, principalmente pela quantidade de pessoas ali presentes, e pela representatividade daquela marcha, conforme mostravam as faixas que heroicamente eram carregadas: 'Metalúrgicos unidos exigem...' e centenas de pessoas seguiam a faixa. Na seqüência, 'Professores Universitários solidários apóiam...', e mais centenas de pessoas. 'UNE acusa...' e milhares de jovens... e por aí afora. Até que uma faixa em especial chamou a atenção de Nelson Rodrigues, e era o motivo de seu comentário: 'Intelectuais estão apoiando...' e, seguindo essa faixa, mais de uma centena de pessoas, ali arregimentadas, todas de braços dados, gritando as mesmas palavras de ordem. Foi quando Nelson concluiu seu pensamento dizendo que fora uma surpresa, já que sempre pensara que no Brasil havia, no máximo, uma meia dúzia de intelectuais..."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 18/6/2008

"Sr. diretor, leio na Folha: Para Lula, Estado deve reparação a famílias de jovens da Providência. E pergunto: qual reparação? Há reparação para um ato criminoso desses? Perder um filho dentro dessas absurdas circunstâncias? Era preciso prevenir, nunca remediar! Se fossemos para as religiões xiitas, a primeira providência seria entregar o tenente e aqueles que colaboraram para os rapazes serem chacinados, para serem da mesma maneira chacinados, e depois chacinar os que o fizeram; e mesmo assim, não se constituiria em plena reparação. Olho com preocupação o futuro deste País e se não houver sérias mudanças não sei não: advirá o caos total: a desordem é absoluta."

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 19/6/2008

"Caros Migalheiros, Celso Ming leciona hoje que 'A melhor decisão da hora (para conter a inflação) teria sido novo reforço do superávit primário que implicasse Cortes nas despesas correntes do Setor Público (grifos nossos). Seria um jeito de conter o consumo e, ao mesmo tempo, de passar o recado para os agentes econômicos de que a inflação estaria sendo asfixiada com determinação'. Contudo, digo eu, novamente, a maior parte dos lulistas age tão somente com má-fé quando se trata de consolidação da improbidade administrativa que vigora 'nestepaís'. Assim, optaram novamente pela manutenção dos valores dos superfaturamentos pagos com dinheiro público, dentre eles os juros pagos aos banqueiros, que continuam, em taxa real, os maiores do planeta, tal e qual a nossa carga tributária que, cinicamente, pretendem aumentar, 'por iniciativa da base governista' no Parlamento, ou seja, Lula novamente de nada sabia, sabe ou saberá. Saudações,"

Aderbal Bacchi Bergo - magistrado aposentado - 20/6/2008

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