domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Condescendência judiciária

de 29/6/2008 a 5/7/2008

"Prezados, de fato, para uma justiça célere falta muita coisa (Migalhas 1.931 - 3/7/08 - "Morosidade da Justiça" - clique aqui). Mas não podemos esquecer que o processo é um meio para um fim, e que o artigo 283 do CPC prevê a possibilidade de emenda da inicial. Saudações migalheiras,"

Ricardo Kalil Lage - escritório Pires Advogados & Consultores - 4/7/2008

"Gostaria de cumprimentar o dr. Refinetti pelas brilhantes colocações, que foram por mim presenciadas também em mesa redonda realizada como encerramento do curso 'Estratégias processuais na advocacia empresarial' do GVLaw (Migalhas 1.931 - 3/7/08 - "Morosidade da Justiça" - clique aqui). É realmente estarrecedor que uma justiça completamente assoberbada e incapaz de lidar com a própria carga de trabalho ainda seja absolutamente paternalista com relação a partes mal representadas, cujos advogados sequer saibam redigir uma petição inicial minimamente compreensível. E lá se vai o direito de defesa do réu que, por não compreender o que é pleiteado e sob quais fundamentos, se vê obrigado a apresentar defesas genéricas e 'rezar' para que o processo tenha bom termo. Saudações,"

Jéssica Ricci Gago - escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados - 4/7/2008

"Caro dr. Domingos, acredito que todos nós, advogados, somos vítimas da mesma inquietação que o atormenta (Migalhas 1.931 - 3/7/08 - "Morosidade da Justiça" - clique aqui). Quantas e quantas vezes contestar uma inicial mal-feita não é muito mais trabalhoso do que contestar aquela bem-elaborada? E quantas vezes o juiz não afasta a evidente inépcia da inicial dizendo que, se alguma defesa pôde ser apresentada, não havia então inépcia (o problema é a solução porque a solução é o problema...). Contudo, dr. Domingos, embora também eu sofra com a perplexidade diante dessa situação, não podemos transformar a técnica em ideologia. O processo deve favorecer a parte que tem razão e não a que tem o melhor advogado. Colocar-se no lugar do julgador comprometido com o resultado justo ajuda a entender essa condescendência."

Tiago C. Vaitekunas Zapater - escritório Dinamarco e Rossi - 4/7/2008

"Quem conhece o dr. Domingos sabe, desde logo, do seu grande potencial jurídico e da firmeza com que sempre pauta as suas colocações, as vezes, austeras demais, porém com uma solidez de raciocínio inabalável e grande valia (Migalhas 1.931 - 3/7/08 - "Morosidade da Justiça" - clique aqui). Parabéns ao colega e amigo pelas sábias colocações."

Carlos César Ribeiro da Silva - 4/7/2008

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