quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - A revolução da brevidade

de 13/7/2008 a 19/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aqui) Concordo plenamente ! Ninguém aguenta ler mais que cinco páginas e nem é necessário ! Cansa qualquer um ! Vamos torcer para que tomem consciência."

 

Maria Luiza Martins Soto - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aqui) Meus parabéns ao renomado jurista Luís Roberto Barroso pela crítica publicada em Migalhas 1.942. Assino embaixo e complemento com uma frase que ouvi do Prof. Oksandro Gonçalves na PUC/PR : 'Um discurso para ser bom tem que ser breve, mas se for breve, nem precisa ser bom'."

Vinícius Ferrari de Andrade - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aquiÉ uma tentativa que tenho feito, mas confesso que quando vejo que o juiz, já com as partes sentadas a mesa de audiência, passa rapidamente os olhos pelas folhas na minha petição, desejo silenciosamente ter repetido várias vezes os pontos fundamentais, para que, pelo menos em alguma das olhadelas lançadas, eles possam ter a sorte de ser lidos."

Maria Paula Ratti - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aqui) Dr. Luís Roberto Barroso, bravo, excelente ! (A mensagem foi passada, não vou mais me alongar nos comentários) Sds.,"

Eduardo Landi Nowill - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aqui) Prof. Luís Roberto Barroso, concordo em gênero, número e grau com o vosso texto, que por sinal, é muito bom, objetivo e extremamente esclarecedor. Já tive a oportunidade de ver uma inicial de um advogado americano, onde se pede uma indenização de US$10.000,00 em apenas 12 linhas ! Parabéns pelo artigo."

Antônio Carlos Silva - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aqui) Compartilho o argumento céle(b)re."

Luciano Pedrotti Coradini - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aquiConcordo inteiramente com o ilustre advogado e professor. Se, por um lado, estamos vencendo a barreira da comunicação, aposentando um léxico, ou melhor, um vocabulário ultrapassado e inútil, sem perder o conteúdo e a tecnicidade própria ao Direito; por outro é necessário desenvolvermos uma capacidade de síntese. Há muito que na minha vida profissional tenho buscado exercitar o conselho do ilustre professor. Os resultados têm sido amplamente satisfatórios. Nunca deixei de defender com zelo, e na maioria das vezes com êxito, os interesses de meus clientes por ser mais conciso e sintético. Às vezes em um único parágrafo é possível dizer o que outros dizem em uma lauda. E até com mais conteúdo. A brevidade das palavras não prejudica a força do bom argumento. Parabéns ao grande mestre pela lição primorosa."

George Marum Ferreira - 18/7/2008

"(Migalhas 1.942 - 18/7/08 - "Em migalhas" - clique aqui) Muito interessante a observação, porém, faz-se necessário uma ressalva, nossa língua é riquíssima e não fazer uso de certos vocábulos, simplesmente por praticidade na escrita, para fazer-se entender com simplicidade, é cultivar a ignorância, ainda mais em um país não habituado a leitura e a ouvir modelos estereotipados de idéias."

Plínio Bastos Arruda - 19/7/2008

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