quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

TJ/BA

de 20/7/2008 a 26/7/2008

"Acredito que o Tribunal de Justiça da Bahia vai anular esta execução (Migalhas 1.943 - 21/7/08 - "Devedor de mil, credor de milhão?" - clique aqui). E o que é pior: poderá condenar os tresloucados exeqüentes em honorários sucumbenciais (uns R$ 7 milhões), o que vai lhes retirar e anular o ganho do primeiro processo. Quem muito quer, nada leva..."

Marcos Ferraz - escritório MFBC Advogados - 21/7/2008

"Por convicção, não simpatizo com o instituto da relativização da coisa julgada, que acabou entrando em nosso sistema processual. Sempre entendi, e ainda mais com as valiosas luzes de Luiz Marinoni, que os motivos recorrentes que embasaram a teoria - exame de dna/paternidade e sentenças absurdas - era um forçar desmedido de barra. Se bem entendi o caso comentado por Calmon de Passos, parece que terei de avaliar melhor meu ponto de vista (Migalhas 1.943 - 21/7/08 - "Devedor de mil, credor de milhão?" - clique aqui)!"

João Cirilo - 21/7/2008

"Sobre a notícia divulgada no Migalhas 1.943 (- 21/7/08 - "Devedor de mil, credor de milhão?" - clique aqui), modestamente incluiria entre as providências sugeridas pelo professor Calmon de Passos, mestre de todos nós, a de fazer os sedizentes credores provarem do próprio remédio, qual o de agora serem confrontados com ação judicial para devolverem o dobro do que receberam sem título executivo (R$ 6.457.815,82) ou mesmo do que postulam indevidamente (R$ 70.344.028,99). A sabedoria popular bem resumiu a questão no ditado 'pau que dá em Chico, dá em Francisco'. Atenciosamente,"

Renato Ayres Martins de Oliveira – escritório C. Martins & Advogados Associados - 21/7/2008

"Em Migalhas 1.943 (- 21/7/08 - "Devedor de mil, credor de milhão?" - clique aqui). Desviando um pouco do caso inicial, sabe o motivo daquele pedido? Porque ficou fácil demais ganhar dinheiro nesse país através do Poder Judiciário, principalmente após o CDC. Uma pívia alegação de danos morais, gera indenizações milionárias e multas intermináveis e igualmente rentáveis."

Dennis Braga - escritório Gondim Advogados e Associados - 21/7/2008

"Nada mais me surpreende no Tribunal da Bahia (Migalhas 1.944 - 22/7/08 - "Devedor de mil, credor de milhão?" - clique aqui). Quem é daqui sabe bem os meandros de toda essa história, famosa nos meios jurídicos a cerca de 10 anos. Fica a dica para os bons entendedores: recomendo que Migalhas e toda a imprensa se aprofunde no caso."

Ermiro Neto - escritório Lapa & Góes e Góes - Advogados e Consultores - 23/7/2008

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram