sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalaw English

de 3/8/2008 a 9/8/2008

"Sobre o estudo do hífen nas expressões jurídicas (Migalhas 1.948 - 28/7/08 - "Migalaw English" - clique aqui): Em latim clássico, as expressões ex cathedra, extra muros, ex officio e muitas outras nunca foram hifenizadas, deste modo não podem ser em dialeto algum. Vejamos: Ex cathedra não é também ex-cátedra. No mesmo sentido ex officio é dessemelhante de ex offício. No latim clássico o ex tem valor semântico de causa. Em Língua Portuguesa é elemento que se parelha a determinadas palavras para expressar uma circunstância ou caráter anterior, ou seja, articula período já transcursado e bem como desaparecimento de uma conjuntura de ofício ou trabalho. Logo, no latim clássico, não se utiliza o hífen."

Luiz Alberto Ferracini Pereira - Procurador Municipal de Guarujá, mestre e especialista em Educação, professor universitário, escritor - 4/8/2008

"Dra. Luciana, Da minha limitada perspectiva, não é possível misturar 'to rule' (principalmente em ruling case ou leading case); com 'to hold' que é resolver questão de direito. Inclusive quando se quer derrubar uma interpretação de legalidade em uma Court (precedente) o que se faz é pedir por 'overruling'. Eu sou mais acostumado com arbitragem internacional, nunca atuei perante Courts. Como trial deve ser intimamente relacionado com rules of evidence, acredito que nem sempre try pode ser usado no mesmo sentido que todas aquelas expressões. A expressão que eu mais encontrei é 'to find' em sentido de fato e 'to hold' em sentido de direito (como liability, por exemplo). Examine judicially não seria algo muito mais restrito do que o verbo 'to decide'? Espero ter ajudado. Atenciosamente,"

Marcel Alberge Ribas - 5/8/2008

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