quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - A menina das balinhas de café

de 2/11/2008 a 8/11/2008

"Quero parabenizar o magistrado Gerivaldo Alves Neiva pelo brilhante texto  (Migalhas 2.017 - 31/10/08 - "No semáforo" - clique aqui). Gostaria de ter essa facilidade para escrever e expressar uma idéia de maneira clara e envolvente."

Maria Aparecida da Costa - 3/11/2008

"Simplesmente magnífico o texto de Sua Excelência Gerivaldo Alves Neiva (Migalhas 2.017 - 31/10/08 - "No semáforo" - clique aqui). Suas reflexões irão ajudar o leitores a se tornar pessoas mais completas. Brilhante."

Aurelio Mendes de Oliveira Neto - advogado do escritório Aurelio Carlos de Oliveira - 3/11/2008

"Creio que após a leitura deste texto (Migalhas 2.017 - 31/10/08 - "No semáforo" - clique aqui) um representante do liberalismo econômico, defensor intransigente do individualismo e do Estado Mínimo, diria o seguinte: a menina das balinhas é uma fracassada! Deveria estar era num bom colégio, passar no vestibular da USP, graduar-se em Administração de Empresas e criar depois a sua própria loja de venda de balas. Já um socialista utópico perguntaria: como é que esse capitalismo de papéis financeiros sem lastro, de gente hipócrita que quer aparentar o que não é, que cria monopólios e oligopólios embora defenda a liberdade de mercado, pode eliminar ou amenizar uma desigualdade social como essa? Quem tiver uma boa resposta que não morra calado!"

Abílio Neto - 3/11/2008

"Fiquei impressionado com a sensibilidade do Excelentíssimo Senhor Juiz, Doutor Gerivaldo Alves Neiva, da Comarca de Conceição de Coité, na Bahia (Migalhas 2.017 - 31/10/08 - "No semáforo" - clique aqui). Essa formalidade não é mero protocolo, mas a forma que encontrei para demonstrar a minha admiração pelo texto de grande qualidade literária e profunda sensibilidade frente aos problemas brasileiros, com os quais nos deparamos constantemente em nosso cotidiano. E muitas vezes não percebemos a extensão daquilo que vemos. O cotidiano, as notícias nos jornais e TVs, nossos problemas, aos poucos vão nos tornando embrutecidos ou, no mínimo insensíveis; procuramos estabelecer uma distância segura, não necessariamente física, da maioria das pessoas com que interagimos no correr do dia. É só alguém vendendo alguma coisa no semáforo! É só um camelô a mais na calçada! É só mais alguém pedindo uns trocados! É só isso, nada mais! E como nada mais foi dito nem lhe foi perguntado, encerra-se o assunto... E dorme-se com a consciência tranqüila, ou ao menos amortecida. O Doutor Gerivaldo viu uma poesia! Ainda que fortemente influenciada por sua formação, sua profissão, seu mister, mas uma poesia, como diria um baiano tradicional, 'porreta'! Seria alma de poeta na mente de um operador do direito? Seria o ideal que nos deveria mover a todos se manifestando na forma mais plangente? Alguém pode achar que poesia é futilidade, mas não, na verdade é uma espada em vigorosa e hábil mão; espada que se transmuta em arma ainda mais poderosa, a pena! Esse texto da lavra do Doutor Gerivaldo nos faz acordar, nos chacoalha, nos obriga a refletir sobre o porque de nossa existência. Ruy Barbosa, Jorge Amado e tantos outros devem estar orgulhosos! Peço Vênia ao Nobre Magistrado: Parabéns Excelência por esse belo texto, e muito obrigado por nos ajudar a abrir um pouco mais os olhos, e a cabeça também. Se um dia eu for a Conceição do Coité, ou aonde quer que Vossa excelência se encontre, quero ter o prazer de cumprimentá-lo pessoalmente."

Almir Sani Moreira - 6/11/2008

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