domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Violência

de 23/11/2008 a 29/11/2008

"Sr. diretor, leio na internet:

'Polícia prende suspeito de estuprar jovem em Ferraz de Vasconcelos/SP

A polícia prendeu na madrugada desta terça-feira o suspeito de abusar sexualmente e prender por cerca de dois dias uma jovem de 18 anos em uma tubulação em Ferraz de Vasconcelos (Grande São Paulo).'

Eu fico matutando: que pena mereceria um individuo sórdido como esse? Às vezes fico pensando no que aconteceria, por exemplo, no tempo da monarquia, no Brasil. Estuprador, seria castrado; e sem dúvida, aplicada a pena de morte pelos demais delitos. Será que estamos certos em conceder direitos humanos para quem não é humano? Não sei não, mas a falta de punição, a certeza de que não serão punidos é que levam os criminosos a praticarem tais delitos. Deveríamos repensar? Atenciosamente,"

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 25/11/2008

"Caro dr. Olavo Príncipe Credídio. Não sei quem é o delegado do 'filminho' anexo (clique aqui) Mas, uma coisa é certa: Também ele não se conforma com certas coisas que acontecem. E indica a solução que julga apta a resolver o problema da violência."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 26/11/2008

"Sr. diretor, leio o comentário do dr. Wilson Silveira. Como diz o brocardo: nem tanto ao mar nem tanto à terra! Eu ainda sou de opinião que, conforme o delito, deve ser aplicada a pena, que pode até ser, diante da gravidade do cometimento, pena de morte, pelo Estado, não pela polícia, como em certos casos e certos Estados, nos States. A polícia, agindo indiscriminadamente pode estar alimentando instintos, assassinos, que deveriam também ser punidos. Atenciosamente,"

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 27/11/2008

"'Será que estamos certos em conceder direitos humanos para quem não é humano?' Essa dúvida, prezado dr. Credídio, está manifesta em seu comentário. E, para quem sabe ler, significa, menos uma dúvida e mais uma afirmação: Direito humanos não devem ser concedidos a quem não é humano. Ou: 'Direitos humanos são para Humanos direitos', lema de Afanásio Jazadji, se extrema direita, como se sabe. O colega Migalheiro, que sempre faz questão de se auto-qualificar de centrista, para escapar a qualquer extremismo, menciona a castração, a pena de morte, o lema de Afanásio e se justifica: 'Nem tanto ao mar, nem tanto à terra'. Mas, entre o mas e a terra, existem leis, um inteiro arcabouço legal, que não contempla a castração e nem a pena de morte."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 28/11/2008

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