quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

TJ/ES

de 7/12/2008 a 13/12/2008

"Lamentável deparar com uma situação dessas (Migalhas 2.045 - 10/12/08 - "ES" - clique aqui). Daqui a pouco nem a Justiça terá credibilidade aos olhos dos cidadãos ...estaremos à mercê da lei de talião. Em certas situações é necessária uma eficiente e árdua medida para punir determinadas pessoas."

Regiane Boracini - 11/12/2008

"Quando o povo vê estas notícias de compra de julgamento já põem em dúvida todo o judiciário, meu argumento é sempre o mesmo: que juiz até se compra mas, que não é barato (Migalhas 2.045 - 10/12/08 - "ES" - clique aqui). Pergunto: Quanto custa um juiz? Se puderem responder agradeço, acho também que os valores deveriam sempre ser citados para sabermos quanto vale a dignidade destas pessoas."

Maria Paula Ratti - 11/12/2008

"É verdade que o desembargador presidente do TJ capixaba, preso de manhã, receberia na parte da tarde uma medalha da associação do membros do MP por combater a corrupção (Migalhas 2.045 - 10/12/08 - "ES" - clique aqui)? Se é verdade, estou abismado e não entendo mais nada!"

Fernando Joel Turella - 11/12/2008

"Sr. diretor, leio na internet: 'PF prende juízes acusados de corrupção no ES'. E analiso a tal frase dita por muitos, até denominados juristas; Sentença não se discute, se cumpre. Ora! Ora! Ora! e se nos depararmos com juízes iguais a esses, não só os ditos corruptos; mas incapazes, venais, manipuladores de textos, por interpretações dúbias, até por lucubrações cerebrinas, como dispus em meu livro: A Justiça Não Só Tarda... Mas Também falha, devemos respeitar ou fazê-los mudar? Não está na hora de o Legislativo se conscientizar de que algo deve ser feito para termos um Judiciário melhor? Criando órgãos que o policie; policie as sentenças; a própria OAB criá-los para apontar as falhas? Bem diz o ditado: o maior cego é o que não quer ver. Bem o digo no texto que acrescento em meu livro, quando o dôo: Iudicialibus sententiis debemos neque semper assentire: errare humanum est, etiam iudices errant. (As sentenças judiciais devemos nem sempre concordar; errar é humano, também os juízes erram). E acrescento, se quisermos ter Justiça na acepção da palavra."

Olavo Príncipe Credidio – advogado, OAB 56.299/SP - 12/12/2008

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