sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

União homoafetiva

de 14/12/2008 a 20/12/2008

"Caro Wilson Silveira: se você deixasse de se esforçar em ironizar com desdém minhas posições e passasse a meramente debater o tema, perceberia que sua última crítica não tem absolutamente nenhuma relação com o que eu disse anteriormente... Rememorando: você disse que eu teria dito que 'não apoiar a homossexualidade é criminalizar o amor' (sic), ao que eu disse que você interpretou incorretamente minha afirmação, pois eu disse exatamente que 'Criminalizar a homossexualidade implica em criminalizar o amor, embora um amor não aceito pela visão dogmática de mundo de determinadas pessoas' (sic). Qualquer pessoa que sabe ler percebe que o que eu disse não é o que você disse que eu teria dito. Mas você prefere ironizar-me (como de costume) e, por isso, fala como se eu tivesse dito que sua incorreta interpretação teria sido sobre o tema de fundo deste debate (ou foi o que pareceu), quando eu disse que sua incorreta interpretação foi sobre o que eu disse... Mas já devia ter me acostumado com esse tipo de postura vinda de você, afinal em 99% de nossos debates você agiu assim..."

Paulo Roberto Iotti Vecchiatti - OAB/SP 242.668 - 15/12/2008

"Se dois marmanjos se amontam,

Na solidão de seu quarto,

De saber disso estou farto,

Segundo muitos me contam.

Não vejo e assim não me afrontam,

Não tenho nada com isso,

Que tenham seu compromisso,

Mas um dos dois ser mamãe...

Não tem ninguém que me ganhe,

Prá macho não é serviço!"

Ontõe Gago - Ipu/CE - 15/12/2008

"Caro Vecchiatti: agradeço pela preocupação mas, de fato, não me esforço tanto assim. É algo, como direi, inato. Mais fácil do que, por certo, chegar ao fim de quem disse o que a respeito do que quem teria dito, acerca do que foi dito, mas que, afinal, não foi dito, ficando o dito pelo não dito. Acredito que o que foi dito não tenha nada a ver com o que foi dito anteriormente, até porque, a essa altura eu nem sei se eu disse o que você diz que eu disse, mas que não seria exatamente o que você teria dito. Pode ser que o que eu tenha dito não seja o que você tenha dito, mas o que eu disse foi o que eu disse e não o que você tem dito, porque o que eu disse, Ah., isso eu disse e tenho dito. Maldito o dia em que eu disse o que disse e não o que você teria dito. Agora, dito o que foi dito, terá que ficar o dito pelo não dito. Foi o que eu disse. Aliás, é o que eu tenho dito."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 15/12/2008

"Obrigado, Wilson Silveira, pelos esclarecimentos no tema da união homoafetiva. É assim mesmo."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 16/12/2008

"(risos...) Creio que já lhe disse isso uma vez, mas você é muito engraçado caro Wilson Silveira - desrespeitosamente engraçado, mas, não obstante, engraçado... Fico tranqüilo com o fato de ter sido bem claro em minhas manifestações. Só não as entende quem não quer."

Paulo Roberto Iotti Vecchiatti - OAB/SP 242.668 - 16/12/2008

"Não, caro Vecchiatti, não me lembro de você ter me dito ter me achado engraçado antes, nem mesmo desrespeitosamente engraçado. De qualquer forma, penso, acredito mesmo, ser irônico, entendendo-se como tal, see sarcástico, ou seja, apto a fazer zombaria de alguns temas. Mas, agora que você chamou a atenção, talvez eu possa ser engraçado, desde que se entenda isso, como entende o Aurélio, alguém que tem graça de espírito, que revela graça, espirituoso, jovial. Jovial, isso realmente espero ser, assim como espero dar a meus comentários algo de jocoso e divertido. Mas, se pretendesse, de fato ser engraçado e gracioso, colocaria à disposição dos migalheiros o link (clique aqui). Espero que seu humor seja tão bom quanto o meu."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 18/12/2008

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