sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Governo Lula

de 14/12/2008 a 20/12/2008

"Senhor redator, grande parte dos lulistas continuam vendendo facilidades, ou seja, na atual crise mundial, atendem setores, como os banqueiros, montadoras de veículos. Acontece que os especialistas em macro-economia não são ingênuos e afirmam que uma ação de Governo, dotado de boa fé, nas circunstâncias atuais dos mercados, consiste em diminuir os recolhimentos de INSS, PIS E COFINS. Ou seja, uma solução estrutural que injetaria, de imediato, dinheiro nos caixas das empresas e nos bolsos dos funcionários. Contudo, essa espécie de política macro-econômica, como é cediço, não rende propinas. A maioria dos lulistas beneficiaram-se de um período de excesso de liquidez mundial e, agora, não se enrolar 'no urtimo', haja vista, ainda, para que o BC do Meirelles continua na contra-mão de todos os Bancos Centrais do planeta, já que estes baixaram as taxas básicas de juros fortemente. Parece que, mais uma vez, comprovaremos que ninguém consegue enganar todos o tempo todo. A ganância não permite. Saudações,"

Aderbal Bacchi Bergo - magistrado aposentado - 15/12/2008

"Tivesse estourado no Brasil a crise financeira que estourou nos EUA, Lula e sua equipe econômica já teriam sido devidamente crucificados e estariam sendo investigados em rigorosas CPIs. Todavia, nada se ouve e nem se lê sobre a responsabilidade de Bush e seus colaboradores, que estão deixando essa herança maldita para os seus sucessores e o resto do mundo. Governos de inúmeros países, inclusive dos mais desenvolvidos, não sabem o que fazer para enfrentar tal crise, evitar a quebra de sólidas empresas e obstar o desemprego. Então, não é o caso de se dar um 'respiro' para Lula e seu governo, poupando-os de tantas críticas? Palavra de quem não é nem pretende ser 'lulista'."

Romeu A. L. Prisco - 16/12/2008

"Senhor redator, por mais que nos inspiremos em extrema boa vontade, os fatos são sempre repetitivos no que pertine à sua essência. A reiteração do dia consiste em que o FED cortou agressivamente a meta para a taxa básica de juro nos Estados Unidos, para um nível recorde flutuante entre zero e 0,25% e afirmou que irá usar 'todas as ferramentas disponíveis' para evitar uma recessão duradoura. Enquanto os demais Bancos Centrais do planeta agem de maneira análoga, grande parte dos lulistas continuam satisfeitos com a manutenção da taxa básica de juro em 13,75% a.a. que é a maior em juro real que se pratica neste mundo. Os 'experts' já passaram a afirmar que juros são um dos componentes dos custos das empresas e que, portanto, ao invés de combate à inflação o juro alto pode ocasionar um efeito contrário. Contudo, estamos sob o governo dos lulistas, no qual há mistérios indecifráveis sob o enfoque da boa fé. Tanto que a política econômica 'histérica e suicida' por eles executada continua, por exemplo, impondo benefícios a setores da economia, como montadoras de veículos e bancos, ao invés de adotarem soluções estruturais, ou seja, diminuição das alíquotas de Pis-Cofins e INSS. A respeito da liberação do depósito compulsório mantido pelos bancos no BC sabe-se que não houve exigência de comprovação do efetivo uso desse dinheiro como empréstimos aos agentes econômicos, motivo pelo qual os banqueiros preferiram adquirir Títulos do Tesouro Nacional, remunerados com os  juros abomináveis supra referidos. Saudações,"

Aderbal Bacchi Bergo - magistrado aposentado - 17/12/2008

"Três fff do Lula: Fefta (festa), fono (sono) e foffêgo (sossêgo)  (Migalhas 2.049 - 16/12/08 - "Três fff")! Abraço,"

Emerson Lemes - contador trabalhista e previdenciarista - 17/12/2008

"A subserviência e sabugice do Presidente da República do Brasil frente ao Chávez, Evo e Rafael Correa, o alienado e performático 'Trio Los Cucarachos', merece repúdio. Lula virou o 'Lulu' dos três: rabinho sempre abanando, sorrisos alvares, gracinhas boçais. Lastimável!"

Alexandre de Macedo Marques - 18/12/2008

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