sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Crise Financeira

de 21/12/2008 a 27/12/2008

"Será que o alce (é um alce?) da foto também tinha aplicações financeiras na Bolsa de New York? Ao que parece, ele tinha alguma 'diferença' a acertar com o 'símbolo' da pujança do mercado dos EUA. Afinal, alguém sempre acaba pagando o pato. E cada um se vinga a seu modo. (Clique aqui)"

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 22/12/2008

"Ao tratar da atual crise econômica mundial o presidente Lula vem errando continuamente. Primeiro afirmou que tudo não passava de uma 'marolinha', e o desenvolvimento da crise provou que a situação está mais para tsunami. Depois afirmou que o Brasil estava imune, pois o problema era dos EUA, sendo inclusive irônico ao declarar que Bush é que deveria se preocupar com a questão. Por fim, após outras besteiras ditas ao longo da crise, resolveu incentivar os brasileiros a continuarem comprando, como se nada de anormal estivesse acontecendo. Calma seu Lula! Lembre-se que para o senhor e seus apaziguados, que contam com a mordomia dos cartões corporativos, é fácil consumir desbragadamente, pois afinal de contas as despesas são pagas com o 'dinheiro da viúva'. Já para os cidadãos comuns, aqueles não fazem parte das legiões de aloprados petistas e adesistas de plantão, comprar significa assumir dívidas que terão de ser quitadas com seus próprios recursos, sob pena de terem as contas oneradas por juros extorsivos, enfrentarem aporrinhações com cobradores e serem penalizados com a perda do crédito. Quando vejo o presidente Lula, indiferente a verdade dos fatos, conclamando o povo para o consumo, não posso deixar de pensar em dois antigos ditados populares: 1) 'Errar é humano, persistir no erro é burrice'; 2) 'Pimenta nos olhos dos outros é refresco'."

Júlio Ferreira - Recife/PE - 22/12/2008

"Parece que, mesmo com o 'pacote' aprovado por Bush, as montadoras estão tendo que se adaptar à nova realidade. A GM, pelo menos..."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 22/12/2008

"Amigos, alguém que seja dotado de um mínimo de bom senso não suporta mais as bravatas do Lula. Já cansei de anotar o que ensinam os doutores em economia a respeito da crise deflagrada pelos estelionatários da norte-américa. Vocês já devem ter cansado de ler a respeito. Então vamos encerrar o assunto, sobre o que acontece até o momento a respeito da crise mundial da economia, com a seguinte sinopse apertada do resumo: 1- acabou-se o excesso de liquidez do qual se beneficiou enormemente o governo Lula; 2- o valor e volume de nossas exportações diminuíram enormemente; 3- as cotações mundiais das commodities desabaram; 4- o volume de oferta de crédito restringiu-se sensivelmente também no Brasil; 5- os trabalhadores brasileiros já não mais engolem os apelos de consumismo de Lula; 6- não os aceitam porque sentem que há risco eminente de aumento ainda maior do desemprego e também por esse motivo diminuem o ritmo de consumo; 7- os índices de inflação nacional despencam em razão da queda dos preços dos produtos que não mais se consegue exportar e são objeto de ofertas no mercado interno, bem como por causa da diminuição do consumo; 8-  os índices de nossa inflação mantiveram-se no mesmo patamar apesar de a taxa de juro básico de nossa economia ter permanecido elevadíssima; 9-  definitivamente, comprovado então restou que não foi a maior taxa de juro do planeta que baixou a inflação por aqui; 10- Lula que se conscientize de que os brasileiros esclarecidos não acreditam que ele está mandando o Copom baixar o juro básico, mas, sim que essa redução é imposta pelas circunstâncias atuais dos mercados. O Brasil expõe-se ao ridículo persistindo em adotar essa taxa Selic. 11- Que Lula deixe de nos considerar um bando de débeis mentais e que vá ser palanqueiro em Cuba."

Aderbal Bacchi Bergo - magistrado aposentado - 23/12/2008

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