domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Defesa

de 1/2/2009 a 7/2/2009

"O texto do Jornal O Estado de S. Paulo é simplesmente grosseiro e sem educação (Migalhas 2.078 - 5/2/09 - "Lenha na fogueira" - clique aqui). Um desrespeito com a categoria."

Maria Paula Ratti - 6/2/2009

"Indignação (Migalhas 2.078 - 5/2/09 - "Lenha na fogueira" - clique aqui). Única palavra que podemos usar com relação ao lamentável editorial. Absurdo considerar desnecessário qualquer serviço prestado por nós advogados. A Constituição Federal deixa bem claro a importância do advogado em seu art. 133."

Érica Machado da Silva - 6/2/2009

"Serviço desnecessário (Migalhas 2.078 - 5/2/09 - "Lenha na fogueira" - clique aqui)? Talvez seja realmente bom 'estatizar' tudo, até porque (não tão raramente) o serviço público remunera melhor do que o privado, assegura 'estabilidade' e uma aposentadoria mais justa. Aliás, por que não 'estatizar' a imprensa já que, ao menos no interior, os próprios órgãos de natureza pública são destacados financiadores (ao menos) dos Jornais? Como já disseram: O acesso à Justiça deve ser sempre assegurado, mesmo de forma gratuita, àquele que dela necessitar, bastando para tanto, afirmar esta condição de carência e requerer a Justiça Gratuita. É, portanto, uma concessão circunstancial, devido à sua importância (sem que haja um 'teto' limite nos vencimentos de quem dela necessita). Assim como deveria ser gratuito o acesso aos Jornais, devido a importância da instrução para a construção da nossa sociedade que é carente de boas informações e de acesso aos meios culturais. Os serviços dos Advogados não são desnecessários, assim como não são desnecessários os serviços da imprensa. Muito pelo contrário, ambos os serviços são imprescindíveis e, ao longo dos tempos, têm servido para a construção de Repúblicas e Democracias."

Hélder Gonçalves Dias Rodrigues - 6/2/2009

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